O companheiro das lides futebolísticas José Carlos Gonçalves da Silva, nasceu em Riachos (Torres Novas-Santarém) em 23 de Março de 1943 e veio a falecer no dia 10 de Julho de 2009, vitimado por doença incurável. Foi a enterrar no Cemitério de Loures. -Nicolau Tolentino, José Carlos Gonçalves e José Pereira, directores da ANTF-
Só vim a saber do infausto acontecimento já o funeral se tinha realizado. Contactei algumas pessoas a informar a triste notícia e expressei as condolências ao Presidente da ANTF-Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, José Pereira.
José Carlos, pessoa tranquila, ponderada e muito afável, cativava amizades onde quer que se encontrasse, e, desde cedo, dedicou-se ao associativismo tendo sido dirigente do Sindicato dos Jogadores e mais tarde deu o seu importante contributo activo à Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, como seu dirigente quer no Conselho Fiscal (1º Secretário e Relator) quer na Direcção, como Vice-Presidente, no largo período de 1991 até 2007.
Como Treinador serviu condignamente os seguintes clubes: União Desportiva Vilafranquense (1986/87 e 1993/94), Grupo Desportivo Samora Correia e Grupo Desportiva da Costa de Caparica (1987/88), Sport Grupo Sacavenense e Amora Futebol Clube (1988/89), Sport Lisboa e Fanhões (1989/90), Odivelas Futebol Clube (1990/91), Seixal Futebol Clube (1991/92), Atlético Clube da Malveira (1992/93), Sport Grupo Sacavenense e Grupo Desportivo Benavente (1996/97), Grupo Desportivo Coruchense (1997/98) e Grupo Sportivo de Loures (1998/99 e 1999/2000).
Foi distinguido com os Prémios Cândido de Oliveira e Fernando Vaz, instituídos pela sua Associação de classe, nas épocas 1992/93 e 1997/98, respectivamente.
Para além de tudo isto ao serviço do futebol e das suas organizações fez parte do grupo de trabalho que em Fevereiro 2001 frequentou o primeiro Curso de Formação de Formadores, em representação da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, conjuntamente com os seus colegas de profissão (Orlando Rousseau, Carlos Sacadura e José Vasques) e de outras áreas, caso dos Árbitros (Fernando Jorge, Antonino Silva e eu) e, ainda, de João Montenegro, Maria Manuela Ferreira, Gaudência Dias e Sara Prudêncio. Margarida Segurado foi a coordenadora desta acção promovida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional. (Nota: As últimas duas fotos foram obtidas por Fernando Jorge Pereira no referido curso)
José Carlos, com esta sua contribuição, foi um dos que possibilitou que a Federação Portuguesa de Futebol obtivesse o estatuto de entidade formadora, iniciativa pioneira na área do desporto em Portugal.
Perdemos um grande amigo, mesmo grande, enorme! Um Homem que nos serviu e continua a servir de modelo. Todos nós estamos muito mais pobres…
José Carlos, pessoa tranquila, ponderada e muito afável, cativava amizades onde quer que se encontrasse, e, desde cedo, dedicou-se ao associativismo tendo sido dirigente do Sindicato dos Jogadores e mais tarde deu o seu importante contributo activo à Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, como seu dirigente quer no Conselho Fiscal (1º Secretário e Relator) quer na Direcção, como Vice-Presidente, no largo período de 1991 até 2007.
Como Treinador serviu condignamente os seguintes clubes: União Desportiva Vilafranquense (1986/87 e 1993/94), Grupo Desportivo Samora Correia e Grupo Desportiva da Costa de Caparica (1987/88), Sport Grupo Sacavenense e Amora Futebol Clube (1988/89), Sport Lisboa e Fanhões (1989/90), Odivelas Futebol Clube (1990/91), Seixal Futebol Clube (1991/92), Atlético Clube da Malveira (1992/93), Sport Grupo Sacavenense e Grupo Desportivo Benavente (1996/97), Grupo Desportivo Coruchense (1997/98) e Grupo Sportivo de Loures (1998/99 e 1999/2000).Foi distinguido com os Prémios Cândido de Oliveira e Fernando Vaz, instituídos pela sua Associação de classe, nas épocas 1992/93 e 1997/98, respectivamente.
Para além de tudo isto ao serviço do futebol e das suas organizações fez parte do grupo de trabalho que em Fevereiro 2001 frequentou o primeiro Curso de Formação de Formadores, em representação da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, conjuntamente com os seus colegas de profissão (Orlando Rousseau, Carlos Sacadura e José Vasques) e de outras áreas, caso dos Árbitros (Fernando Jorge, Antonino Silva e eu) e, ainda, de João Montenegro, Maria Manuela Ferreira, Gaudência Dias e Sara Prudêncio. Margarida Segurado foi a coordenadora desta acção promovida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional. (Nota: As últimas duas fotos foram obtidas por Fernando Jorge Pereira no referido curso)
José Carlos, com esta sua contribuição, foi um dos que possibilitou que a Federação Portuguesa de Futebol obtivesse o estatuto de entidade formadora, iniciativa pioneira na área do desporto em Portugal.
Perdemos um grande amigo, mesmo grande, enorme! Um Homem que nos serviu e continua a servir de modelo. Todos nós estamos muito mais pobres…

A Comissão Distrital de Braga promoveu em Barcelos uma jornada de confraternização entre os seus filiados, com jogo de futebol, provas de atletismo, colóquio e, claro está, o almoço-convívio que reuniu figuras gradas da região e todos os Árbitros bracarenses (Fotos 1 e 2).
Coelho da Fonseca, presidente da Comissão Central, neste princípio de época, exorta os Árbitros a trabalharem “incessante e persistentemente quer no aspecto da sua preparação técnica quer para a manutenção de boas condições físicas, para que cada um possa revelar cada vez mais a sua personalidade, impondo-se ao respeito dos jogadores, dirigentes e público”.
Carmo Lourenço assina “Carta Aberta a um Árbitro”. Mariano Sabino dos Santos, de Portalegre, expressa-se com “Camaradagem…”. Décio de Freitas expõe: Um exemplo a imitar… Diogo Mansa, diz que é “Incompreensível!”. Alberto Costa envia a sua “Crónica da Beira (Moçambique)”. O jornalista, Arnaldo Barão, escreve sobre a “A Personalidade do Árbitro” (foto 3).
A rubrica "Um Árbitro Estrangeiro de Mês a Mês" é dedicada ao holandês Leo Horn (foto 4).
A Comissão Central emitiu três circulares das quais se destaca a que obriga a que qualquer atleta, para praticar actividade desportiva, terá que, a partir de 31 de Dezembro de 1959, ter no mínimo a quarta classe de instrução primária directiva que abrange os Árbitros de todas as modalidades.
Ainda a Central lembra aos seus filiados da obrigatoriedade de elaborarem, no final de cada época, relatório onde conste os seguintes pontos:
A "Agenda do Árbitro" dá conta da actividade de vários Árbitros, com saídas, regressos, convites, felicitações, reaparecimentos, problemas de saúde, etc, etc. Destaque para o falecimento de António Borges Loureiro, consagrado Árbitro de Viseu e um dos mais antigos em actividade (foto 5). 

As partidas decorreram nos dois únicos recintos militares, o da Messe de Sargentos do Exército (A) e o da Marinha (B).
17.02.66, Quinta, 15H00
24.02.66, Quinta, 15H00
28.02.66, Segunda, 15H00
07.03.66, Segunda, 15H30
10.03.66, quinta
14.03.66, Segunda, 15H00
17.03.66, Quinta, 15H00
21.03.66, Segunda, 15H00
24.03.66, Quinta, 15H00

Assumiu o pequeno clube Ipswich Town em 1969 e, do nada, fez da equipa candidata a grandes êxitos. Conquistou a Taça de Inglaterra em 1978 e, após vencer a Taça UEFA, em 1981, dirigiu a selecção inglesa no ano seguinte.
Foram oito anos à frente do English Team e chegou às semifinais do Campeonato do Campeonato do Mundo de 1990, na Itália, onde perdeu nos penaltis com a Alemanha Federal, que seria campeã.
Desde então, dirigiu clubes como PSV, Sporting, Porto, Barcelona e Newcastle. O seu último trabalho foi como consultor técnico da selecção irlandesa.
Foi condecorado com a Ordem do Império Britânico em 1990 e com o título de cavaleiro em 2002, ambos pelo serviço que prestou ao futebol. Deu por terminada a sua carreira de treinador em 2004, quando orientava o Newcastle United.
Morreu aos 76 anos, após uma longa batalha contra o cancro nos pulmões que já se estendia desde 1991. O anúncio foi feito por sua família através de um comunicado.
NOTA: Esta última foto foi obtida no Estádio Nacional (Portugal), em 10 de Junho de 1994, quando treinava o Porto e ganhou a finalíssima da 54ª Taça de Portugal, por 2-1, ao Sporting. Dirigiram este jogo: José Pratas (Árbitro), José Serra e Lopes da Silva (Assistentes).
António Fernando Beselga Nevado (nasceu em 30.07.64), Árbitro dos quadros da Associação de Futebol da Guarda, recebeu recentemente o título O MELHOR DO DISTRITO do Jornal Nova Guarda, depois de terem sido apreciadas as suas prestações nos 20 jogos que dirigiu no Distrital da 1ª Divisão, com a média final de 3,85.
O prémio atribuído a António Fernando Nevado, denominado João Adónis, saudoso companheiro tão prematuramente desaparecido num acidente de viação e por quem tinha grande estima.
Nesta festa de aniversário, partilhada conjuntamente com familiares e outros amigos de várias paragens (Meda, Porto, Lisboa, Guarda, etc.) estiveram presentes cerca de 40 pessoas.
Iniciei a pseudo sessão-técnica (para justificar a minha presença) falando sobre problemas que afectam a arbitragem portuguesa, o que deu para “encher” espaço enquanto se ultimavam os necessários preparativos com a verdadeira finalidade da reunião: Prestar uma singela homenagem a um homem simples e bom!
Depois, bem, depois foi o normal desenrolar de um alegre convívio entre os presentes não faltando, claro, as peripécias e das situações passadas nos jogos dirigidos por cada qual e nas suas épocas, longínquas ou mais próximas.
Para além de Daniel Soares ter encontrado nomes para fazerem parte dos novos órgãos sociais do Núcleo, também procedeu à entrega de lembranças ao Nevado e aos companheiros de equipa (Virgílio Pessoa e Sérgio Morgado) que, durante a época, estiveram com o António Fernando Nevado. O Núcleo da Guarda também alinhou no mesmo diapasão! Bonito!
O cantar dos "parabéns a você" e o corte do tradicional bolo de aniversário, foram momentos altos desta magnifica festa que a todos agradou e encantou.
Entretanto, para o aniversariante aqui fica a mensagem de António José Rodrigues, mais um dos seus muitos e excelentes amigos:
Nunca foste exagerado
És um árbitro sem tiques
Por fim expresso o meu profundo agradecimento a todos aqueles que me distinguiram com a sua amizade e não só, e bem assim a Daniel Nabais, Silvério Sousa e seu filho André, os quais, para além dos excelentes companheiros que são, os primeiros fizeram o favor de me transportar nas viagens que tive de fazer de automóvel, já que o trajecto até à Guarda e volta foi feito de comboio. Bem-hajam!