Este troféu, instituído em boa hora pelo Jornal Record desde o campeonato nacional da primeira divisão de 1965/1966 (já lá vão 44 concursos!), é concedido ao Árbitro da primeira categoria nacional que, de harmonia com a pontuação atribuída pelos comentadores do periódico na apreciação do seu desempenho na competição mais destacada no futebol português, alcance o primeiro lugar da classificação em cada época.
A classificação dos 10 primeiros na presente temporada (2010/2011) foi a seguinte: 1º Hugo Miguel (Lisboa) média de 3,31, na foto; 2º Duarte Gomes (Lisboa), 3,25; 3º Pedro Proença (Lisboa), 3,20; 4º Jorge Sousa (Porto), 3,14; 5º André Gralha (Santarém), 3,08; 6º João Capela (Lisboa), 3,08; 7º Rui Costa (Porto), 3,00; 8º Artur Soares Dias (Porto), 3,00; 9º Vasco Santos (Porto), 3,00; e 10º Bruno Esteves (Setúbal), 2,90.
Nota: Os meus três formandos dos cinco que Lisboa tem na primeira categoria, num total de 25, ficaram nos três primeiros lugares. Parabéns! Gostei imenso!
O ranking dos até agora 25 Árbitros que conseguiram a proeza de terem ficado no lugar mais elevado ao longo destes anos, é o que a seguir se indica, com o número de troféus conquistados, nome completo, Associação, épocas e edições. Refira-se que nas épocas 1975/76 e 1980/1981 o prémio não foi organizado.
Com 6 distinções (1)
ANTÓNIO José da Silva GARRIDO (Leiria): 1969/70-5, 1972/73-8, 1973/74-9, 1974/75-10, 1977/78-12 e 1978/79-13.
Com 4 distinções (2)
JORGE Emanuel Monteiro COROADO (Lisboa): 1993/94-27, 1997/98-31, 1998/99-32 e 1999/00-33.
VÍTOR Manuel de Melo PEREIRA (Lisboa): 1994/95-28, 1996/97-30, 2000/01-34 e 2001/02-35.
Com 3 distinções (2)
JOAQUIM Fernandes de CAMPOS (Lisboa): 1965/66-1, 1966/67-2 e 1967/68-3.
José Alberto VEIGA TRIGO (Beja): 1983/84-17, 1989/90-23 e 1992/93-26.
Com 2 distinções (2)
CARLOS Alberto da Silva VALENTE (Setúbal): 1985/86-19 e 1988/89-22.
Manuel JORGE Neves Moreira SOUSA (Porto): 2008/09-42 e 2009/2010-43
Com 1 distinção (20)
AMÉRICO dos Santos BARRADAS (Lisboa): 1971/72-7.
ANÍBAL da Silva OLIVEIRA (Lisboa): 1968/69-4.
Augusto MARQUES PIRES (Setúbal): 1982/83-16.
FERNANDO António Rodrigues CORREIA (Lisboa): 1990/91-24.
FORTUNATO Alves AZEVEDO (Braga): 1987/88-21.
FRANCISCO Soeiro Marques LOBO (Setúbal): 1970/71-6.
HUGO Filipe Ferreira Campos Moreira MIGUEL (Lisboa): 2010/2011-44
João Martins PINTO CORREIA (Lisboa): 1995/96-29.
Joaquim PAULO Gomes PARATY Silva (Porto): 2004/05-38.
Joaquim INÁCIO de ALMEIDA (Setúbal): 1979/80-14.
José FRANCISCO da Conceição SILVA (Algarve): 1984/85-18.
JOSÉ João Mendes PRATAS (Évora): 1991/92-25.
Manuel MARTINS DOS SANTOS (Porto): 2003/2004-36.
MÁRIO da Costa MENDES (Coimbra): 2002/2003-37.
MÁRIO da Silva LUÍS (Santarém): 1976/77-11.
OLEGÁRIO Manuel Bártolo Faustino BENQUERENÇA (Leiria): 2007/2008-41.
PEDRO Jorge Carvalheiro HENRIQUES (Lisboa): 2005/2006-39.
PEDRO PROENÇA Oliveira Alves Garcia (Lisboa): 2006/2007-40.
RAÚL Joaquim Fernandes NAZARÉ (Setúbal): 1981/82-15.
VÍTOR Manuel Fernandes CORREIA (Lisboa): 1986/87-20.
Ver registos anteriores:
http://albertohelder.blogspot.com/2008/05/apito-de-ouro-uma-bela-iniciativa.html
http://albertohelder.blogspot.com/2009/06/apito-de-ouro-jornal-record.html
http://albertohelder.blogspot.com/2010/06/apito-de-ouro-jornal-record.html
A classificação dos 10 primeiros na presente temporada (2010/2011) foi a seguinte: 1º Hugo Miguel (Lisboa) média de 3,31, na foto; 2º Duarte Gomes (Lisboa), 3,25; 3º Pedro Proença (Lisboa), 3,20; 4º Jorge Sousa (Porto), 3,14; 5º André Gralha (Santarém), 3,08; 6º João Capela (Lisboa), 3,08; 7º Rui Costa (Porto), 3,00; 8º Artur Soares Dias (Porto), 3,00; 9º Vasco Santos (Porto), 3,00; e 10º Bruno Esteves (Setúbal), 2,90.Nota: Os meus três formandos dos cinco que Lisboa tem na primeira categoria, num total de 25, ficaram nos três primeiros lugares. Parabéns! Gostei imenso!
O ranking dos até agora 25 Árbitros que conseguiram a proeza de terem ficado no lugar mais elevado ao longo destes anos, é o que a seguir se indica, com o número de troféus conquistados, nome completo, Associação, épocas e edições. Refira-se que nas épocas 1975/76 e 1980/1981 o prémio não foi organizado.
Com 6 distinções (1)
ANTÓNIO José da Silva GARRIDO (Leiria): 1969/70-5, 1972/73-8, 1973/74-9, 1974/75-10, 1977/78-12 e 1978/79-13.
Com 4 distinções (2)
JORGE Emanuel Monteiro COROADO (Lisboa): 1993/94-27, 1997/98-31, 1998/99-32 e 1999/00-33.
VÍTOR Manuel de Melo PEREIRA (Lisboa): 1994/95-28, 1996/97-30, 2000/01-34 e 2001/02-35.
Com 3 distinções (2)
JOAQUIM Fernandes de CAMPOS (Lisboa): 1965/66-1, 1966/67-2 e 1967/68-3.
José Alberto VEIGA TRIGO (Beja): 1983/84-17, 1989/90-23 e 1992/93-26.
Com 2 distinções (2)
CARLOS Alberto da Silva VALENTE (Setúbal): 1985/86-19 e 1988/89-22.
Manuel JORGE Neves Moreira SOUSA (Porto): 2008/09-42 e 2009/2010-43
Com 1 distinção (20)
AMÉRICO dos Santos BARRADAS (Lisboa): 1971/72-7.
ANÍBAL da Silva OLIVEIRA (Lisboa): 1968/69-4.
Augusto MARQUES PIRES (Setúbal): 1982/83-16.
FERNANDO António Rodrigues CORREIA (Lisboa): 1990/91-24.
FORTUNATO Alves AZEVEDO (Braga): 1987/88-21.
FRANCISCO Soeiro Marques LOBO (Setúbal): 1970/71-6.
HUGO Filipe Ferreira Campos Moreira MIGUEL (Lisboa): 2010/2011-44
João Martins PINTO CORREIA (Lisboa): 1995/96-29.
Joaquim PAULO Gomes PARATY Silva (Porto): 2004/05-38.
Joaquim INÁCIO de ALMEIDA (Setúbal): 1979/80-14.
José FRANCISCO da Conceição SILVA (Algarve): 1984/85-18.
JOSÉ João Mendes PRATAS (Évora): 1991/92-25.
Manuel MARTINS DOS SANTOS (Porto): 2003/2004-36.
MÁRIO da Costa MENDES (Coimbra): 2002/2003-37.
MÁRIO da Silva LUÍS (Santarém): 1976/77-11.
OLEGÁRIO Manuel Bártolo Faustino BENQUERENÇA (Leiria): 2007/2008-41.
PEDRO Jorge Carvalheiro HENRIQUES (Lisboa): 2005/2006-39.
PEDRO PROENÇA Oliveira Alves Garcia (Lisboa): 2006/2007-40.
RAÚL Joaquim Fernandes NAZARÉ (Setúbal): 1981/82-15.
VÍTOR Manuel Fernandes CORREIA (Lisboa): 1986/87-20.
Ver registos anteriores:
http://albertohelder.blogspot.com/2008/05/apito-de-ouro-uma-bela-iniciativa.html
http://albertohelder.blogspot.com/2009/06/apito-de-ouro-jornal-record.html
http://albertohelder.blogspot.com/2010/06/apito-de-ouro-jornal-record.html

Na primeira página, como se pode ver na imagem, realça-se o jogo Portugal-Inglaterra (1-1), disputado em 21 de Maio de 1961, no Estádio Nacional e contava para a qualificação do Mundial 1962-Chile. Águas, capitão de equipa, foi o autor do golo português.
PÁGINA DA COMISSÃO CENTRAL – Esclarece o preenchimento de documentos relacionados com situações perante a seguradora que cobre os riscos da actividade dos árbitros nacionais, assim como orienta que os casos ocorridos na zona norte sejam encaminhados para a delegação no Porto. Determina que deve ser informada quando os seus filiados sejam vítimas de incidentes nas provas distritais. Altera o método de envio dos relatórios de jogo para a Federação, sendo que esta receberá duas cópias e a Comissão Central, uma. Actualiza os valores dos reembolsos quando o filiado for de caminho de ferro de $50 para $57,5 (quilómetro) e, em camioneta, contra apresentação do respectivo bilhete.
Um leitor de Portalegre coloca a seguinte versão: Durante um desafio o Árbitro interrompe a partida para expulsar um jogador que, através de palavras, ofendeu gravemente o juiz da partida. Este, após cumprir a parte disciplinar, fez uma bola ao solo. O leitor indagou dois outros Árbitros e obteve a mesma resposta.
UM ÁRBITRO ESTRANGEIRO DE MÊS A MÊS – Na entrevista ao romeno Popa Mihail, nascido em 18 de Outubro de 1921, internacional de 1952 a 1954 e de 1957 a 1965, registou-se, entre outros assuntos, que é abertamente contra o fumo e o álcool.
Doenças súbitas e restabelecimentos físicos, visitas de cortesia, reassumir de funções, demissões, licenciamento, transferências, viagens e a criação da Associação de Futebol de Tete (Moçambique) foram os assuntos que mereceram divulgação.
A revista 33, de Abril de 1961, dá conta que os Árbitros devem remeter o relatório do jogo para a sede do organismo dentro das 48 horas que se seguem após os términos da partida que dirigiram. A Comissão de Arbitragem chama a atenção dos seus filiados para os pitões de alumínio e de plástico muito usados que podem constituir grave perigo para a integridade de todos os intervenientes. Podem, pois, os Árbitros impedir de actuarem os jogadores que não tenham o calçado de harmonia com o exigido. Mais solicita, encarecidamente até, dadas as consequências muito desagradáveis que têm vindo a ocorrer, que os Árbitros se abstenham de prestar declarações ou dar entrevistas aos meios de comunicação social, isto no seu próprio interesse como também dos interveniente nos desafios.
TEM A PALAVRA UM JORNALISTA – António Dias desenvolve o tema: Missões distintas, mas que se cruzam no mesmo caminho…
ASSIM VAI O MUNDO DA ARBITRAGEM – Um caso insólito em Inglaterra. O Árbitro russo Latychev estava a actuar num domingo no Estádio de Wembley quando a sua cabine foi alvo dos gatunos. Levaram-lhe todos os seus pertences. Os dirigentes ingleses, não souberam explicar o inexplicável e resolveram a questão, comprando um fato e roupas interiores, procedendo, ainda, a indemnização dos objectos de uso desaparecidos! O Árbitro britânico Kenneth George Aston, que esteve entre nós aquando do Torneio Internacional de Juniores, professor de geografia numa escola primária em Inglaterra, interessou-se em conhecer alguns locais em Portugal sempre acompanhado de um mapa. Eis a razão: Explicar aos seus alunos tudo quanto lhe foi possível observar por onde passava. Juntar o útil ao agradável, direi eu…
GALERIA DO PASSADO – Álvaro Santos, antigo Árbitro de Coimbra (foto acima), nasceu em 29 de Fevereiro de 1908, foi a figura escolhida para depor nesta rubrica. Adiantou muitos passos da sua carreira, mas o seguinte é muito peculiar: Sofreu uma repreensão registada aplicada pela Associação de Futebol de Coimbra por se ter equipado às 08H30 e desequipado às 17H30. Actuou em quatro jogos, começando como guarda-redes na reserva, juiz de linha, Árbitro e avançado centro da categoria de honra do seu clube!
TÍTULOS – Hugo Silva continua a descrever “Da Secretário do Secretário”. Ramos Cavaleiro informa que a “Arbitragem de Viseu não tem defeso”. O delegado de Évora, Lourenço José Simões, aborda “Arbitragens e as suas apreciações”. Alberto Martins, representante em Portalegre, assina “Preparação e aproveitamento de valores na arbitragem”. Barros Araújo, de Vila Real, destaca “Da simultaneidade das Faltas”. Joaquim da Costa Reis, expressa, uma vez, mais a sua ideia sobre “O Árbitro: seus poderes e responsabilidade, questões de direito e questões de facto”.
Os jogadores deviam pensar primeiro quando avaliam e se pronunciam sobre os desempenhos dos Árbitros no final das partidas, evitando desdizerem-se quase que de imediato… Os colegas ingleses não estão a dar bons exemplos quanto a interpretação das cargas fortes e enérgicas, naturalmente que há que arrepiar caminho. Vão voltar as festas de confraternização entre Árbitros, quer do mesmo Distrito quer das proximidades, factor de união e camaradagem.
O Árbitro Alberto Carmo Lourenço ganhou o concurso para o melhor jornalista moçambicano recolhendo 19.433 votos, cerca de 6.000 mais do que o seu opositor, triunfando nas classes sociologia, artes e desporto! Regista-se a agressão de dois dirigentes da Comissão Distrital de Lisboa no Estádio José Alvalade, em Lisboa, quando assistiam ao jogo Sporting-Benfica, em reservas. Anota-se que o jornalista que não nutre simpatia pelos juízes de campo disse mal de um Árbitro que nem sequer estava no estádio onde aquele estava de serviço…



Época 1981/1982
Jogo 7 – 2ª Mão – 01.12.1982 – Estádio Alvalade (Lisboa)
Época 1982/1983
Jogo 9 – 2ª Mão – 14.12.1983 – Estádio da Luz (Lisboa)
Época 1983/1984
Jogo 11 – 2ª Mão – 17.04.1985 – Estádio das Antas (Porto)
Jogo 13 – 2º Desempate – 30.05.1985 – Estádio da Luz (Lisboa)