quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

BOAS FESTAS

Recebi e agradeci as imensas mensagens de Bons Amigos que fizeram o favor de me honrar com as suas sentidas e simpáticas palavras e muitas imagens.

Chegaram-me por diversas formas e de muitos lados do nosso Portugal, mas não deixo de destacar aquelas que vieram de Angola, Argentina, Brasil, Canadá, Espanha, Guiné-Bissau, Luxemburgo, Moçambique e São Tomé e Príncipe. A todos retribui com amizade, consideração, respeito e o meu Bem-haja!

Abel da Costa (Fão), Abílio Domingues (Leiria), Adriana Correia (Lisboa), Agnelo Alexandre (Santarém), Agostinho Correia (Lisboa), Alessandro Matos (Bahia-Brasil), Alfredo Braga (Braga), Álvaro Sousa (Vila Nova de Gaia), Amadeu Rodrigues (Pontinha), Amândio Carvalho (Setúbal), Amílcar Coito (Lisboa), Ana Cristina Serrão (Lisboa), Ana Luísa Regedor (Lisboa), André Gralha (Entroncamento), André Valentim (Lisboa), Aníbal Moutoso (Lisboa), Antonino Silva (Lisboa), António Alberto Martins Ferreira (Buraca), António Azevedo (Lisboa), António Brito (Lisboa), António Cardoso (Aveiro), António Carlos (Mem Martins), António Catraia (Lisboa), António Costa (Presidente C.M.Lisboa), António José (Amadora), António Madeira (Lisboa), António Magalhães (Luxemburgo), António Pinto (Viana do Castelo), António Ribeiro (Lisboa), António Santos Nunes (Piauí-Brasil), António Sérgio (Almada), António Serrano (Lisboa), António Silva (Lisboa), António Silva (Porto), António Valente (Lisboa), Aristeu Tavares (Rio de Janeiro-Brasil), Armando Gualter (Góis), Armando Nascimento (Figueira da Foz), Arnaldo César Coelho (Rio de Janeiro-Brasil), Arthur Alves Junior (São Paulo-Brasil), Artur Barata (Góis), Artur Soares Dias (Porto), Asselam Khan (Moçambique), Bacar Camará (Guiné-Bissau), Beja Santos (Lisboa), Bertino Miranda (Porto), Bruno Furtado (Horta), Bruno Paixão (Setúbal), Bruno Pereira (Leiria), Canda Costa (Luanda-Angola), Carlos Alberto Sepa Santos (Montijo), Carina Alexandra (Lisboa), Carlos Arsénio (Almeirim), Carlos Berkenbrock (Santa Catarina-Brasil), Carlos Cardoso (Lisboa), Carlos Correia (Mem Martins), Carlos Décio Cordeiro (Lisboa), Carlos Estriga (Entroncamento), Carlos Francisco (Caldas da Rainha), Carlos Frazão (Caldas da Rainha), Carlos Maia (Santarém), Carlos Matos (Amadora), Carlos Ribeiro (Loures), Carlos Romão (Lisboa), Carlos Sales (Lisboa), Carlos Vigário (Porto), Carlos Xistra (Castelo Branco), Catarina Branco (Lisboa), Cesaltino Ourelo (Lisboa), César La Prida (Espanha), Christian Ducharme (Rio de Janeiro-Brasil), Climério Ferreira (Lisboa), Conceição Martins (Lisboa), Cruz Santos (Lisboa), Daniel Soares (Vila Nova Foz Côa), Daniel Tecelão (Lisboa), Deborah Arrusi (Rio de Janeiro-Brasil), Décio Cordeiro (Lisboa), Délcio Costa (Luanda-Angola), Demétrio Uttini (Lisboa), Diamantino Ribeiro (Lisboa), Dinis Gorjão (Beja), Dionísio Roberto Domingos (São Paulo-Brasil), Domingos Tarouco (Santarém), Edson Rezende (Rio de Janeiro-Brasil), Eduardo Coelho (Aveiro), Eduardo Lamboglia (Fortaleza-Brasil), Eliana Lamboglia (Fortaleza-Brasil), Elisabete Rosa (Lisboa) e Emídio Aguiar (Lisboa).

Emídio Marques Mesquita (São Paulo-Brasil), Emílio Silva Teixeira Júlio (Vila Pouca Aguiar), Erich Bandeira (Pernambuco-Brasil), Eurico Cunha (Lisboa), Eurico Luz (Odivelas), Fabiano Rolindo (São Paulo-Brasil), Fábio Koof (Brasil), Fernando Ferreira (Lisboa), Fernanda Furtado (Horta), Fernando Botelho (Bragança), Fernando Martins (Lisboa), Fernando Reis (Lisboa), Fernando Saraiva (Lisboa), Fernando Valdrez (Porto), Firmino Pinela (Santiago do Cacém), Francisco Goulão (Lisboa), Francisco Carlos Nascimento (Alagoas-Brasil), Francisco Parrinha (Cacém), Francisco Pereira Lima Júnior (Piauí-Brasil), Gabriel Neves (Almeirim), Giulliano Bozzano (Brasil), Gomes Reis (Lisboa), Graciano Coutinho (Brasil), Graziele Crizol (São Paulo-Brasil), Gustavo Sousa (Liceia), Heber Roberto Lopes (Paraná-Brasil), Helder Barata (Coimbra), Hélio Santos (Bucelas), Henrique Antunes Ferreira (Lisboa), Henrique Silva (Vila Real), Hernâni Figueiredo (Lisboa), Hernâni Silva (Lisboa), Horácio Marcelo Elizondo (Buenos Aires-Argentina), Inês Drummond (Lisboa), Irene Lima (Lisboa), Irlando Tavares (Seixal), Ivo Morais (Brasil), Ivone Santos (Lisboa), Jacinto Montezo (Palmela), Jaime Pereira (Queluz), João Almeida (Lisboa), João Barnabé (Lisboa), João Boaventura (Lisboa), João Capela (Lisboa), João Carlos Soares (Brasil), João Costa (Lisboa), João Ferreira (Setúbal), João Gomide (Rio de Janeiro-Brasil), João Jácome (Acre-Brasil), João José Leitão (Piauí-Brasil), João Leal (Lisboa), João Morais (Lisboa), João Rodrigues (Lisboa), João Roma (Crato), João Roseta (Lisboa), João Santos (Porto), João Sargento (Lisboa), Joaquim Campos (Lisboa), Joaquim Carvalho (Lisboa), Joaquim Martins (Castro Marim), Joaquim Sousa Pinto (Lisboa), Jorge Correia (Lisboa), Jorge Gonçalves (Lisboa), Jorge Maia (Santarém), Jorge Marques (Queluz Baixo), Jorge Nunes (Castelo Branco), Jorge Paulo Oliveira Gomes (Brasília-Brasil), Jorge Sousa (Porto), José Alberto Braga (Rio de Janeiro-Brasil), José Alberto Neves (Lisboa), José António Chaves Filho (Rio Grande do Sul-Brasil), José António Costa (Santiago do Cacém), José António Silva (Brasil), José Carreira (Lisboa), José Dinis Neves (Lisboa), José Ferreira (Fornos de Algodres), José Guilherme (Lisboa), José Luís Malta (França), José Luís Mónica (Lisboa), José Luís Vital (Lisboa), José Luís Tavares (Almada), José Manuel Fontelas (Lisboa), José Manuel Martins (Lisboa), José Manuel Oliveira (Lisboa), José Messias Pereira (Rio de Janeiro-Brasil), José Nunes Basílio (Lisboa), José Padinha (Cacém), José Pedro Wanderley (Brasil), José Pereira (Aveiro) e José Pessi (Rio Grande do Sul-Brasil).

José Pires Alves (Buraca), José Sequeira (Lisboa), José Steifel (Piauí-Brasil), José Violante Guerra (Évora), Júlia Coutinho (Lisboa), Juvenal Silvestre (Setúbal), Laurentina Santos (Lisboa), Leonardo Gaciba (Rio Grande do Sul-Brasil), Leonel Pandolfo (Rio Grande do Sul-Brasil), Lourdes Menor (Lisboa), Luciano Gonçalves (Porto de Mós), Lucílio Baptista (Setúbal), Luís Brás (São Romão), Luís Estrela (Lisboa), Luís Guilherme (Lisboa), Luís Reforço (Barreiro), Luís Ribeiro (Lisboa), Luís Serra (Barreiro), Luís Simões (Leiria), Luísa Almeida (Lisboa), Luísa Ferreira (Lisboa), Luiz Cunha Martins (Rio Grande do Sul-Brasil), Madalena Louro (Lisboa), Manoel Serapião Filho (Salvador-Brasil), Manuel Abreu (Santarém), Manuel António Correia (Lisboa), Manuel Dende (São Tomé e Príncipe), Manuel Ferreira (Lisboa), Manuel Júlio (São João da Talha), Manuel Lima Ferreira da Costa (Lisboa), Manuel Lousada (Santarém), Manuel Monteiro (Lisboa), Manuel Oliveira (Lisboa), Manuel Silva (Vila da Feira), Marcelo Bispo (Maranhão-Brasil), Márcio Rezende de Freitas (Espírito Santo-Brasil), Marco Chiacchio (Rio de Janeiro-Brasil), Marcos Marinho (Brasil), Maria Aurora (Santarém), Maria Cardoso (Lisboa), Maria Eliza Barbosa (São Paulo-Brasil), Maria João Fortunato (Loures), Maria Gabriela Quaresma-Gabi (Lisboa), Maria Lourdes Almeida (Lisboa), Mário Fiúza (Lisboa), Mário Mano (Oeiras), Mário Pires (Lisboa), Mário Real (Lisboa), Marta Magalhães (São Paulo-Brasil), Marta Rosa (Lisboa), Miriam Cardoso (Lisboa), Nemésio Castro (Lisboa), Norberto (Algés), Nuno Nepomuceno (Torres Vedras), Nuno Pereira (Póvoa Santa Iria), Olegário Benquerença (Leiria), Orlando Duarte (Lisboa), Paulo Barata (Loures), Paulo Brás (Lisboa), Paulo Jorge Alves (Rio de Janeiro-Brasil), Paulo César de Oliveira (São Paulo-Brasil), Paulo Rosa (Lisboa), Paulo Silva (Lisboa), Pedro Barata (Lisboa), Pedro Catita (Lisboa), Pedro Ferreira (Lisboa), Pedro Paraty (Porto), Pedro Ribeiro (Lisboa), Pedro Santos (Luanda-Angola), Raimundo Ribeiro (Brasil), Raquel Coito (Lisboa), Renato Marsiglia (Rio de Janeiro-Brasil), Ricardo Carlos Almeida (Rio de Janeiro-Brasil), Ricardo Baixinho (Lisboa), Ricardo Saldanha (Lisboa), Rodrigo Pereira Jóia (Rio de Janeiro-Brasil), Rogério Correia (Lisboa), Romualdo Arpi Filho (Caldas Novas-Brasil), Ruben Quadros (Lisboa), Rui Manhoso (Santarém), Rui Piteira (Torres Vedras), Rui Raimundo (Lisboa), Rui Rodrigues (Lisboa), Sandra Brás (Aveiro), Sandra Novais (Porto), Sandra Pedrosa (Lisboa), Sandra Rodrigues (Lisboa), Sandro Araújo (Lisboa), Serafim Nogueira (Porto), Sérgio Corrêa da Silva (São Paulo-Brasil) e Sérgio Guerreiro (Lisboa).

Sérgio Serrão (Madeira), Silvério Sousa (Guarda), Tânia Manske (Rio Grande do Sul-Brasil), Teresa Almeida (Lisboa), Teresa Mendes (Lisboa), Tiago Martins (Lisboa), Valdemar Ferreira (Lisboa), Valter Esteves (Lisboa), Vanessa Parreira (Rio de Janeiro-Brasil), Vieira da Silva (Lisboa), Virgílio Ferrer (Lisboa), Vítor Campos (Lisboa), Vítor Meira (Lisboa), Vítor Oliveira (Torres Vedras), Vítor Paulos Correia (Lisboa), Vítor Pereira (Lisboa), Wallace Nascimento Valente (Espírito Santo-Brasil), Xavier da Silva (Lisboa), Zamor Santos (A-dos-Cunhados) e Zeferino Boal (Alcochete).

Também as entidades a seguir referidas expressaram os seus votos de Festas Felizes:

Academia de Arbitragem de Futsal da Margem Sul, APAF-Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, Apitonacional.com, Arbifute, Conselhos de Arbitragem das Associações de Futebol de Beja e de Lisboa, ERA-Portimão, FIFA, Junta de Freguesia de Benfica, Montepio Geral, Núcleos de Árbitros de Futebol de Almada Seixal, do Ave, da Brandoa/Amadora, Lisboa, Santiago do Cacém e Torres Vedras.

Núcleo de Veteranos do Clube de Futebol Estrela da Amadora, Seguro Directo, Sindicato dos Árbitros de Futebol Profissional do Piauí (Brasil), Vela Lusa e Vodafone.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

PÉRICLES BASSOLS CORTEZ, ÁRBITRO BRASILEIRO, É INTERNACIONAL

A vaga deixada pelo árbitro Leonardo Gaciba já tem dono para ser ocupada a partir da próxima temporada. O carioca Péricles Bassols (na foto) foi o escolhido para ocupar a vaga, diferente do que se especulou, quando apontavam nesta semana o árbitro Sandro Meira Ricci como o escolhido.
A escolha foi feita pela Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileiro de Futebol (CBF). Segundo a própria CBF, a escolha de Bassols foi feita “depois de análise do seu desempenho nos últimos três anos”.

Em entrevista ao jornalista Wellington Campos, colunista do site Justicadesportiva.com.br, o ex-árbitro e actualmente membro da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, Manoel Serapião, falou sobre a escolha de Bassols e acredita que o histórico do árbitro o fez chegar à indicação pela entidade que comanda o futebol brasileiro.

A escolha de um árbitro para a Fifa tem que ser baseada em um histórico mais longo. O Péricles já tem três anos de Série A (do Campeonato Brasileiro), já foi eleito o melhor juiz do Rio, dirigiu finais de Estadual e jogos importantíssimos pelo Brasileiro, ou seja, um lastro que lhe credencia para realmente a alcançar o quadro da Fifa. Lamentavelmente ele esta entrando no lugar de um dos melhores árbitros que nós temos, mas a exigência da Fifa tem que ser cumprida.

A transparência é absoluta. Esse ano o Gaciba não pôde se preparar devidamente e esperamos que ele se recupere para voltar o quanto antes. É uma grande perda para a arbitragem nacional, porque no Brasil ele vai continuar apitando, já que felizmente foi aprovado nos testes físicos para a competição nacional”.

Serapião ainda falou sobre o árbitro Sandro Meira Ricci, antes apontado como o provável indicado. “O Sandro é uma pérola, um diamante que está sendo lapidado. Já tem qualidades extraordinárias e talvez não necessite nem mais de lapidação, mas de brilho. Que ele mantenha esta qualidade de trabalho e de equilíbrio emocional para solucionar os conflitos com tranquilidade.

Mas é necessário que haja validação do trabalho numa próxima temporada, porque a arbitragem é como um determinado jogador, que aparece e depois sofre uma queda de produção. Não esperamos que isso aconteça com o Sandro”, conclui.

O árbitro Leonardo Gaciba, um dos três finalistas ao prémio de melhor árbitro do Brasileirão, foi reprovado pela terceira vez em testes físicos da Fifa. Na última segunda-feira, dia 23, os testes foram realizados no Uruguai. Com o resultado, o gaúcho foi excluído do quadro da FIFA. Não conseguiu completar a terceira de um total de 10 voltas e abandonou a corrida.

Confira os demais árbitros brasileiros que fazem parte do quadro da FIFA, em lista divulgada no início do ano:

- Carlos Eugênio Simon (RS) - Admitido em 1997
- Evandro Rogério Roman (PR) - Admitido em 2008
- Heber Roberto Lopes (PR) – Admitido em 2002
- Leandro Pedro Vuaden (RS) – Admitido em 2009
- Marcelo de Lima Henrique (RJ) – Admitido em 2008
- Paulo César de Oliveira (SP) – Admitido em 1999
- Ricardo Marques Ribeiro (MG) – Admitido em 2009
- Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Admitido em 2005

Fonte (com a devida vénia): Justiçadesportiva.com.br, em 29.11.2009

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

ÁRBITROS INTERNACIONAIS - 2010

O Comité de Arbitragem da FIFA divulgou ontem, dia 4 de Janeiro, a lista dos internacionais que estarão aptos a ostentar a sua insígnia durante o presente ano, nas competições mais importantes que se realizarão por todo o mundo!

Entretanto, a comunidade futebolística lusófona chama a si 125 emblemas (menos dois do que o ano anterior), conforme se descreve: Brasil, 40 (mais 1), Portugal, 29 (igual), Angola, 16 (menos 1), Cabo Verde, 14 (menos 2), Moçambique, 13 (menos 1), Guiné-Bissau, 7 (mais 1) e São Tomé e Príncipe, 6 (igual.
A lista seguinte identifica o país, a variante, o nome e apelido do agente e a data do seu nascimento. A negrito estão aqueles que entraram no presente ano. A saber: ANGOLA

FUTEBOL

ÁRBITRA (1): Marximina Bernardo (25.01.1979)

ASSISTENTES (2): Adália Francisco (14.03.1982) e Emilia Meneses (28.01.1979).

ÁRBITROS (4): Helder Carvalho (01.01.1977), José Sousa (05.08.1966), Pedro Santos (22.09.1973) e Romualdo Baltazar (05.10.1977).

ASSISTENTES (6): Inácio Cândido (27.01.1971), Jerson Santos (01.05.1983), Júlio Silva (17.07.1977), Miguel Luvumbo (13.05.1972), Pedro Canombo (24.04.1970) e Wilson Ntyamba (22.09.1981).

FUTSAL

ÁRBITROS (3): Bento Capocoio (19.05.1974), José Katemo (06.09.1982) e Manuel Chandicua (25.08.1975). BRASIL

FUTEBOL

ÁRBITRAS (4): Ana Marques (02.11.1979), Eveliny Pereira (20.06.1981), Francielli Bento (29.09.1982) e Simone Xavier (13.12.1974).

ASSISTENTES (4): Cleidy Ribeiro (16.03.1970), Katiucia Mendonça (20.09.1977), Márcia Bezerra (05.09.1974) e Maria Barbosa (02.03.1980).

ÁRBITROS (10): Carlos Simon (03.09.1965), Evandro Roman (03.03.1973), Heber Lopes (13.07.1972), Henrique Lima (26.08.1971), Leandro Pedro (29.06.1975), Paulo Oliveira (16.12.1973), Péricles Cortez (03.07.1975), Ricardo Marques (18.06.1979), Sálvio Fagundes (14.09.1968) e Wilson Seneme (28.09.1970).

ASSISTENTES (10): Alessandro Rocha (10.02.1976), Altemir Hausmann (05.12.1968), Carlos Berkenbrock (13.05.1972), Ednilson Corona (04.02.1965), Emerson Carvalho (24.06.1972), Erick Bandeira (21.05.1966), Hilton Rodrigues (30.12.1968), Márcio Santiago (07.03.1972), Moisés Pedrosa (03.06.1971) e Roberto Braatz (03.10.1967).

FUTSAL

ÁRBITRAS (4): Alane Lucena (25.08.1976), Giselle Torri (03.10.1980), Katiucia Santos (19.08.1978) e Renata Leite (14.05.1976).

ÁRBITROS (4): Gean Telles (05.05.1975), Michael Bonnaud (06.08.1972), Sandro Brechane (12.05.1967) e Tales Goulart (30.03.1971).

FUTEBOL PRAIA

ÁRBITROS (4): Elias Coelho (07.04.1972), Felipe Varejão (11.06.1983), Ivo Moraes (18.05.1977) e Renato Carlos (23.08.1972).
CABO VERDE

FUTEBOL

ÁRBITRAS (2): Alcídia Silva (14.07.1981) e Jaqueline Reis (22.02.1974).

ASSISTENTES (2) Maria Santos (16.05.1971) e Verónica Delgado (12.11.1978).

ÁRBITROS (4): António Rodrigues (08.05.1982), Manuel Timas (26.10.1974), Nilton Silva (15.05.1977) e Vítor Lima (29.04.1970).

ASSISTENTES (6): Albertino Lopes (02.02.1970), Álvaro Cardoso (02.12.1980), Humberto Costa (27.08.1967), José Freire (10.07.1972), José Mendes (04.01.1979) e Paulo Dias (13.09.1977) GUINÉ-BISSAU

FUTEBOL

ÁRBITROS (3): Fidel Gomes (01.06.1975), João Gama (25.05.1975) e Silvestre Cantussaan (13.06.1968).

ASSISTENTES (4): Abulai Bunde (22.08.1973), Biai Garces (03.06.1972), Paulino Silva (25.08.1971) e Rui Grabe (17.05.1966). MOÇAMBIQUE

FUTEBOL

ÁRBITROS (3): Estevão Matsinhe (09.07.1973), José Rachide (28.05.1971) e Samuel Chirinda (29.11.1983).

ASSISTENTES (6): Arsénio Marengula (06.03.1986), Célio Mugabe (25.12.1979), Francisco Machel (15.03.1970), Gimo Patricio (07.09.1977), Henriques Langa (16.06.1966) e João Nhatuve (20.03.1979).

FUTSAL

ÁRBITROS (4): Asselam Khan (07.11.1966), Dionísio Machava (03.03.1967), Eduardo Mahumane (30.07.1973) e José Cacachal (07.08.1965).
PORTUGAL

FUTEBOL

ÁRBITRAS (3): Berta Tavares (04.07.1974), Márcia Pejapes (31.10.1978) e Sandra Braz (01.03.1978).

ÁRBITROS (9): Artur Soares Dias (14.07.1979), Bruno Paixão (18.05.1965), Carlos Xistra (02.01.1974), Duarte Gomes (16.01.1973), João Ferreira (25.09.1967), Jorge Sousa (18.06.1975), Lucílio Baptista (25.09.1967), Olegário Benquerença (18.10.1969) e Pedro Proença (03.11.1970).

ASSISTENTES (10): Alfredo Braga (20.11.1970), Bertino Miranda (18.05.1972), João Santos (05.11.1968), José Cardinal (19.01.1967), José Ramalho (28.08.1966), José Trigo (02.07.1972), Ricardo Santos (10.12.1973), Serafim Nogueira (23.02.1967), Sérgio Serrão (06.12.1970) e Venâncio Tomé (01.10.1974).

FUTSAL

ÁRBITRA (1): Sandra Silva (18.03.1976)

ÁRBITROS (3): Eduardo Coelho (10.10.1979), Francisco Parrinha (29.07.1966) e Pedro Paraty (09.03.1970).

FUTEBOL PRAIA

ÁRBITROS (3): Carlos Francisco (04.04.1973), Carlos Frazão (27.01.1973) e João Almeida (31.08.1965).
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

FUTEBOL

ÁRBITROS (2): Hélio Santos (11.05.1970) e Valdemar Cassandra (19.09.1972).

ASSISTENTES (4): Edgar Semedo (30.06.1978), Eusébio Santo (25.06.1965), Gilberto Santo (05.07.1972) e Wilson Cheque (17.09.1976).

Ver lista de 2009:

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ALMOÇO E CONVIVÊNCIA

O grupo de amigos que mensalmente se reúne para conviver numa patuscada deu uma saltada no passado dia 18 de Dezembro a Almeirim, ao coração da lezíria ribatejana, onde, num afamado e típico restaurante, se almoçou “à maneira”.
O proprietário do estabelecimento foi brindado com o seu fidedigno retrato a óleo, cujo excelente trabalho foi obra do companheiro de percurso, Mestre Mário Fiúza, ambos na primeira foto, acompanhados de José Luís Tavares e Cruz dos Santos. Este repasto, nesta altura festiva do ano, teve a particularidade de cada um levar uma lembrança que foi sorteada entre os presentes. Ninguém ficou sem prenda!
Foi um prazer enorme voltar a ter connosco o escalabitano e colega Manuel Abreu, antigo Árbitro da primeira categoria nacional. Carlos Arsénio, também foi expressamente “convocado”, mas o jornalista do Record não compareceu por ter assumido compromisso obrigatório e inadiável em Lisboa, falta que se fez sentir. O próximo encontro ficou agendado para o dia 29 de Janeiro.

domingo, 3 de janeiro de 2010

I CONGRESSO DA ARBITRAGEM PORTUGUESA (1988) – 4ª E ÚLTIMA PARTE

Importa referir o cuidado que houve para que este primeiro grande evento da arbitragem portuguesa, organizado pela sua Associação de classe, tivesse sucesso, bastando para o efeito verificar o que se tratou e escreveu com a antecedência de 10 (!) meses da data da sua realização... -12.5.1988, na sede da Associação, quando se comemorou o seu IX aniversário. Da direita, Alberto Guitian, Fernando Castro, Carlos Cardoso, Joaquim Faneca e Luís Correia.-

CRONOLOGIA

ACTAS DAS REUNIÕES DA DIRECÇÃO DA APAF: -Na mesma festa. Da esquerda: Luís Correia, Mário Real, Porfírio Alves, António Ribeiro, Vieira de Carvalho e Ludgero Dias entre muitos...-

24.08.1987 – A Direcção da APAF delibera que o I Congresso seja incluído no programa das comemorações do 9º aniversário, perspectivando a sua realização nos dias 10 e 11 de Junho de 1988 (Acta 275).
07.09.1987 – Helder de Sá, Secretário da Direcção, é o responsável pela organização (Acta 276).
28.12.1987 – Foi solicitado o projecto da programação do evento, não esquecendo a logística necessária quanto ao local, deslocações, alojamentos, convites (Acta 282).
27.01.1988 – Toda a Direcção integra a Comissão Organizadora. Está assegurado o auditório do Grupo Desportivo dos Empregados do Banco Pinto & Sotto Mayor (GDEBPSM), sito na rua Duque de Palmela, em Lisboa (Acta 284).
08.02.1988 – Enviados os convites para as personalidades que integrarão Comissão de Honra: Presidente da República, Primeiro-ministro, Director e Subdirector da Direcção Geral dos Desportos (DGD), assim como o Ministro da tutela (Acta 285).
14.03.1988 – O Subdirector Geral dos Desportos aceitou o convite e diz ir estar presente. Seguiram novos convites para a Comissão de Honra: Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Presidente do GDEBPSM e à Delegação de Lisboa da Direcção-geral dos Desportos, a quem se pediu colaboração financeira (Acta 287).
13.04.1988 – A Direcção-geral dos Desportos indica o Prof. Jorge Adelino para ser o elo de ligação entre as partes. O Presidente do GDEBPSM aceita integrar a Comissão de Honra e está presente nas sessões de trabalho (Acta 289).
06.06.1988 – Presente, aprovado e distribuído o programa do Congresso. A DGD diz colaborar financeiramente, conforme o solicitado. Trabalhos recebidos, até então. Núcleo de Árbitros de Futebol do Barreiro: Formação, Delegados Técnicos e Actividades do Núcleo no contexto da arbitragem. António Ribeiro: O que é ser Árbitro. Alberto Helder: Formação e Associativismo (Acta 294).
15.06.1988 – Feita a avaliação do I Congresso a Direcção considera ter sido um êxito este acontecimento único, assim como as conclusões a que chegaram os congressistas.
Registe-se que dos 153 convites endereçados a diversas entidades e personalidades foi pouca a sua participação, incluindo dirigentes da Associação de classe, o que se lamenta. Foram considerados diversos lapsos de organização que serão objecto de relatório, a fim de serem evitados no II Congresso (Acta 295)
27.06.1988 – Foram remetidas as respectivas conclusões a todas as personalidades e entidades constante no documento final deste evento. Solicitadas audiências dos Corpos Gerentes da APA ao Presidente da República e Primeiro-ministro. A DGD atribuiu 100 mil escudos, valor já recebido, para comparticipação nas despesas (Acta 296).
18.07.1988 – Continue-se a estudar a viabilidade da realização do II Congresso englobado nas comemorações do X aniversário da Associação (1989), levando-se em linha de conta os resultados do primeiro Congresso (Acta 298).

DIVULGAÇÃO, COMENTÁRIOS E OPINIÕES

Do Jornal O Árbitro, órgão oficial da Associação, destaca-se o seguinte:
-José Alberto Mendes Neves-

Edição 50, de Fevereiro/Março de 1988, página 5
No título “Apitadelas… directas!”, JOSÉ A. NEVES (José Alberto Mendes Neves), escreve: O anúncio da intenção da APA em organizar, no corrente ano, o Congresso da Arbitragem, assume contornos extremamente importantes, pelos temas e conclusões que inevitavelmente dali sairão. Dada a importância para os Árbitros e para a Arbitragem, aqui deixamos um apelo para que todos se empenhem na sua construção, dando mostras de vitalidade e interesse.

Edição 51, de Abril/Maio de 1988, página 2
É publicado o anúncio da efectivação do I Congresso nos dias previstos, o qual é extensivo a Árbitros e Juízes de todas as modalidades (no activo ou licenciados), desde logo convidados a remeterem os trabalhos até 30 de Maio. Os temas são livres e deverão ser dactilografados ou manuscritos em letra bem legível. A Comissão Organizadora reserva-se o direito de seleccionar os trabalhos que melhor correspondam aos fins em vista. -Joã0 Manuel Vieira de Carvalho-

Na edição 52, de Junho/Julho de 1988, página 1
O Director do Jornal, o saudoso e sempre lembrado João Manuel VIEIRA DE CARVALHO, expõe o seguinte:

Parecia que seria uma “lança em África”, a realização do I Congresso de Árbitros, organizado pela Associação Portuguesa de Árbitros!
Não o foi; teve dignidade, teve conteúdo e só não teve maior número de presenças, porque as pessoas só continuam a aparecer quando lhes constam nomes sonantes, almoçaradas ou piscinas…
Mesmo assim e numa organização dentro das próprias posses da APA, com a colaboração da Casa do Pessoal do Banco Pinto & Sotto Mayor, quem lá esteve, deu o tempo por bem empregado e, decerto, a sua contribuição e a sua atenção enriqueceram-no.
-José Manuel Rosa Oliveira Henriques de Oliveira-

Ainda na edição 52, de Julho/Julho de 1988, páginas 1 e 2
HENRIQUES DE OLIVEIRA, Vogal da Direcção, exprime a sua convicção quanto ao I Congresso dos Árbitros Portugueses, afirmando ter ultrapassado a expectativa, com o texto que a seguir se transcreve:

Dignificação da classe: presente!
Espírito de classe: ausente!

Para a história fica uma realização marcante da viragem da maneira de ser e estar de uma classe desprotegida mas firme e digna.

Sem pretender concorrer com a realização federativa, e até porque, ainda que na sua maioria os trabalhos se reportassem ao futebol o Congresso visava a arbitragem de um modo geral, a acção patrocinada pela Associação Portuguesa de Árbitros terá ultrapassado as expectativas mais optimistas. Sem o staff ou o marketing e meios de grandes entidades, a APA deu prova cabal da sua capacidade de desenvolvimento de projectos e do seu empenhamento na sua prossecução. Em instalações gentilmente cedidas pelo Grupo Desportivo dos Funcionários do Banco Pinto & Sotto Mayor superiormente dirigido pelo nosso colega e sr. Mendes Dias, o Congresso terá apenas pecado pela representatividade de ausências de Árbitros. O que se não estranhou porquanto mesmo outras organizações de superiores meios igualmente se quedaria por escassa participação. Mas de facto, nos dias 10 e 11 de Junho palmilhar-se-iam terreno, apontar-se-iam caminhos, ousar-se-iam apresentar sugestões. Curioso será de registar o estilo muito próprio adoptado, de desmistificação de autêntico meeting onde todos se tratavam por tu, ou seja, onde não existiam pessoas deslocadas. A participação de ilustres convidados seria de molde a sublinhar a necessidade de autenticar, de exarar a necessidade do rápido reconhecimento no último sector que o falta fazer, a FPF (Federação Portuguesa de Futebol). Curiosamente estas palavras, estes incentivos, estes pedidos insistentes partiram precisamente dos mais altos responsáveis por Conselhos de Arbitragem de outras modalidades e mesmo do representante da Direcção-geral dos Desportos. No âmbito dos trabalhos nada ficou por esmiuçar, cuidando-se de reanalisar e equacionar toda a estruturada da arbitragem dos primeiros passos até às cúpulas organizativas e administrativas. A Formação dos Árbitros e o seu recrutamento, as escolas de candidatos e o seu acompanhamento mereceram trabalhos extraordinários pela sua pertinência de análise e pela sua autoridade técnica. A Actividade dos Núcleos de Árbitros, o âmbito dos Delegados Técnicos, as questões jurídicas interligadas ao sector foram trabalhos que igualmente mereceram este Congresso. A violência, a Sociedade e a Arbitragem Desportiva culminariam naquilo que, inequivocamente terá sido um marcante passo na viragem que a arbitragem portuguesa se propõe realizar. Não se poderá deixar de sublinhar que, como é importante que suceda sempre, não foram aprovadas conclusões de ânimo leve. Qualquer dos trabalhos mereceu larga participação e discussão por parte dos congressistas que dariam assim um contributo para aquilo que deveria ser uma base de trabalho.
Uma profunda análise das conclusões finais deste Congresso dará de imediato a imagem do empenhamento que a APA e os Árbitros portugueses têm na dignificação da sua classe. Curiosamente o primeiro ponto reforça os Conselhos de Arbitragem ao propor uma dotação adequada ao desenvolvimento dos projectos no âmbito da Formação. Igualmente é de Formação que se fala nos pontos imediatamente seguintes, desde o apoio centrado dos Delegados Técnicos (Observadores) nos aspectos pedagógicos no sentido do aperfeiçoamento constante e no necessário acompanhamento permanente dos jovens Árbitros, até aos horizontes do recrutamento a merecerem efectivo e interessado envolvimento dos media, passando pelas sugestões nas áreas de aprovação/testes, nas contrapartidas a dar aos formandos de equipamento, apetrechos, etc. e no trabalho a desenvolver de suporte e apoio mais cuidado aos Árbitros estagiários.


Coincidência de posições. Congresso dos Árbitros portugueses conclui pela indispensabilidade da presença na Assembleia-geral da FPF da APA.

Ponto fulcral porquanto de forma inexplicável o parceiro desportivo que é já reconhecido e atribuído à APA, seria o seguinte. Concluir-se-ia pela necessidade de alterar as composições das Assembleias-gerais da FPF e Associações no sentido de se dar voz (e assento) a todos os parceiros desportivos directamente parte envolvidas no futebol, Árbitros, por intermédio da sua Associação de classe, jogadores, através do seu Sindicato, Treinadores, através do seu Sindicato, e Clubes com as duas Associações, as CCFP (Confederação de Clubes com Futebol Profissional) e a ANC (Associação Nacional de Clubes). Este ponto é de importância extrema provado através do facto de quer no Congresso do Futebol em Tróia e organizado pela FPF, quer no Congresso dos Árbitros portugueses, quer nas diversas reuniões nacionais de Jogadores e Treinadores, esta proposta foi largamente difundida e mesmo aprovada. A situação não é virgem, o Inverno é verdadeiro. Quase todos os países europeus têm Federações onde os intervenientes têm lugar na Assembleias-gerais. Portugal europeu neste campo tem apenas o dr. Silva Resende na UEFA. Esta insistência da Federação em persistir na inacessibilidade aos seus parceiros desportivos que até poderiam viabilizar consensos, leva-nos a pensar que os intervenientes seriam incómodos. E quem assim pensa não pode ser criador de consensos.


Conclusões apontam objectivos: Dignificação, condições para o exercício da actividade.

Questões como a participação da arbitragem nas vistorias aos campos, o papel da Comunicação Social no cercear da violência no desporto e a ela associado, a questão de a arbitragem ser dirigida e controlada directamente por gente da arbitragem, e o debate sério sobre o futebol aberto a todos foram algumas das outras conclusões. A terminar este conjunto definidor de um posicionamento redimensionado diferente, referimos às conclusões inerentes ao futuro da APA. Sensibilizar os Árbitros para a sua responsabilidade na divulgação, expansão e consolidação da sua Associação, promover uma verdadeira descentralização, legitimando as Comissões Distritais da APA, a reformulação dos Estatutos no sentido da actualização e da operacionalidade e, finalmente, o fortalecimento dos Núcleos de Árbitros.
De modo genérico poderemos inferir deste Congresso que se definiu o objectivo da acção ao mesmo tempo que se provaria que estando representados nos órgãos federativos, seria importante o contributo a fornecer ao trabalho que é, afinal em prol do desporto, do país, da comunidade.

Também na edição 52, de Julho/Julho de 1988, página 7
JOSÉ A. NEVES, na mesma sua rubrica, expressa a análise ao que se passou naquele fim-de-semana:

CONGRESSO I – Conforme amplamente divulgado, decorreu em Tróia, o denominado CONGRESSO DO FUTEBOL, que contou com a presença dos diversos agentes desportivos, à excepção dos Árbitros, uma vez que a sua Associação de classe, não foi tida nem achada para tal evento.

CONGRESSO II – Não nos move qualquer ressentimento pela presença de alguns Árbitros no activo e de outros já afastados, sabendo até que da parte de alguns partiram algumas peças de interesse, já não aceitamos que representem a arbitragem nacional, quando ninguém os mandatou para tal. Mais uma vez prestaram um mau serviço à arbitragem, alinhando pela equipa dos senhores feudais.

CONGRESSO III – Das opiniões que através da comunicação social nos foram chegando, é legitimo retirar a conclusão que o CONGRESSO não cumpriu os objectivos para que foi organizado.
É dado adquirido que enquanto houver pessoas que defendem interesses pessoais e regionais, em detrimento do essencial, que é o futebol nacional, não vamos a lado nenhum.
Em resumo, ficaram algumas intervenções válidas (poucas) e foi evidente o antagonismo, sempre latente entre os blocos – Associações e Clubes – dum lado e os restantes do outro. Do mal, o menos, foram aproveitadas as condições climatéricas e de veraneio que o local oferece.

CONGRESSO IV – Se o Congresso de Tróia não trouxe grandes novidades, O I CONGRESSO DOS ÁRBITROS PORTUGUESES deu o seu contributo para a melhoria das condições da arbitragem nacional, dissecando e propondo acções tendentes a uma melhor racionalização dos meios e operacionalidade de todos os intervenientes nos vários escalões.

CONGRESSO V – Aqui fica o nosso lamento e alerta para que futuras organizações sejam montadas atempadamente, de modo a que tenha uma participação mais homogénea e interessada.
A semente foi lançada e pensamos que os frutos que advirão serão preciosos no futuro. Aos Árbitros, dizemos que é necessária a sua participação, já que o comodismo e a submissão de muitos, é aproveitada por aqueles que jogam deliberadamente na divisão, como factor primordial para impor o seu poderio ilusório.
Só é preciso que os Árbitros “deixem de hibernar” e soltem em uníssono o “grito do Ipiranga” e de certeza que muitas estruturas ruirão como um baralho de cartas.

sábado, 2 de janeiro de 2010

O NÚCLEO DE LISBOA – JANTAR DE NATAL

A Direcção do Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa promoveu na noite do dia 17 de Dezembro a habitual confraternização festiva, tendo reunido para cima de 100 convivas (associados, familiares e convidados) no restaurante sito no Estádio do Casa Pia Atlético Clube (Parque Florestal de Monsanto-Lisboa). Foi uma noite agradavelmente bem passada onde não faltou a boa disposição, cavaqueira, música e uma singela homenagem a João Almeida, Árbitro internacional da variante de Futebol de Praia, regressado há pouco do Dubai, onde actuou no Campeonato Mundial, promovido pela FIFA. Aos brindes Agostinho Correia (na primeira foto), o líder do Núcleo, desejou Boas Festas aos presentes ao mesmo tempo que augurou o 2010 repleto de êxitos desportivos e pessoais. Agradeço o honroso convite que muito me sensibilizou.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

PRÉMIOS MEL & FEL – 2009

Volto a atribuir estes títulos que premeiam e apontam as personalidades e ou entidades que se distinguiram no meu blogue durante o ano que agora findou. Aos primeiros foi entregue uma distinção que perpetuará a colaboração que prestaram ou proporcionaram para que o sítio tivesse a qualidade pretendida. Quanto aos segundos somente serão recordados por aquilo que têm feito à arbitragem portuguesa. Eis as nomeações referentes a 2009:

POSITIVAS (TROFÉU MEL)

AO ARQUIVO GERAL DO EXÉRCITO

Pela disponibilidade, facilidade e cortesia nas imensas consultas que fiz a documentos importantes cuja recolha de dados proporcionaram inúmeros temas desenvolvidos no blogue.
Prémio entregue em 14 de Dezembro de 2009 no Arquivo Geral do Exército, ao seu Chefe, o Tenente-Coronel José Joaquim Nunes Andrez, com a presença do Capitão Laureano.

A SÉRGIO CORRÊA DA SILVA

Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF-Confederação Brasileira de Futebol pela dedicação que tem tido à arbitragem através dos tempos, quer como Secretário-Geral da ANAF, quer ainda actualmente no cargo que exerce, assim como facultou imensos elementos sobre a arbitragem brasileira publicados no blogue.
Prémio entregue em 9 de Dezembro de 2009, na VI edição do Footecon, no Rio de Janeiro.

A JOSÉ MANUEL MARTINS

Chefe de Serviços da Federação Portuguesa de Futebol com quem terminou o seu vinculo profissional no dia de ontem, pelas gentilezas que recebi ao longo de decénios, especialmente nos últimos tempos que ocasionaram a feitura de trabalhos divulgados no blogue.
Prémio entregue em 23 de Novembro de 2009, na sede da FPF.


NEGATIVAS (FEL)

Ao Douto Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Lisboa, por:
http://albertohelder.blogspot.com/2009/04/qual-o-conceito-de-justica-no-conselho.html

Ao Exmº Senhor José Luís Dias Vital, Presidente em exercício do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa, por:
http://albertohelder.blogspot.com/2009/02/arbitros-lisboetas-que-tal-uma-reducao.html

Ao Exmº Senhor Carlos Alberto Fonseca Esteves, Presidente em exercício do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, por:
http://albertohelder.blogspot.com/2008/02/questes-colocadas-frontalmente-ao.html

Neste último caso, há que dizer: É mais do mesmo!…

Para além de não ter alterado minimamente a sua postura altiva e contraproducente, face ao cargo que ocupa, e de não demonstrar a mínima abertura para se resolverem as candentes questões que continuam a afectar – e de que maneira – arbitragem portuguesa, especialmente no sector feminino e da variante do futsal, ainda se deu ao “luxo” de ter proibido a APAF de me incluir na comitiva que estava autorizada a falar aos Árbitros nos cursos de início de época, promovidos pela Federação e não pelo senhor Presidente do Conselho de Arbitragem. Com esta baixa e inqualificável atitude, está devidamente comprovada a teoria do “quero, posso e mando!...”

Lamentavelmente não ficámos por aqui, já que no I Congresso Internacional de Arbitragem, promovido pela APAF, em 21 e 22 de Novembro de 2009, nas Caldas da Rainha, onde esteve presente por breves momentos (?!), foi alvo de insultuosos epítetos produzidos por todos aqueles que presenciaram a sua saída (fuga?), escusando-me de reproduzi-los pelo respeito que tenho aos leitores. Esta sua inadmissível atitude só tem uma leitura: Não queria estar sujeito às inevitáveis questões que, como responsável máximo pelo sector, lhe seriam colocadas sobre o estado da arbitragem portuguesa… Coisas…