Para quem desconhece passo a explicar o que as iniciais querem dizer: Desportivo Domingos Sávio (fundado em 1968) e Associação Desportiva e Cultural Encarnação e Olivais (f. 10.03.1990), que utilizou o equipamento azul.
Estes dois clubes defrontaram-se na manhã do domingo, dia 18 de Abril, na 9ª jornada do Campeonato Distrital lisboeta de Juniores B (juvenis) da II divisão, 2ª fase, série 2, disputado por 6 participantes.
Este jogo, de harmonia com a regulamentação, teve de ser realizado em campo considerado como neutro. Resultado final: 1-1.
Após este encontro a classificação destes grupos é: DDS, 3º classificado, com 16 pontos, correspondentes a 4 vitórias, 4 empates e 1 derrota. Marcou 15 e sofreu 11 golos. O Encarnação e Olivais, 4º lugar, com 4 vitória, 3 empates e 2 derrotas. 15 pontos. Marcou 22 e sofreu 12 golos.
Registe-se que a constituição oficial da equipa de arbitragem (dois elementos), nomeados oficialmente, viola grosseiramente a lei VI! É, simplesmente mais um verdadeiro atentado ao futebol e à arbitragem!
Eis os seus dados:
Joaquim António Rodrigues Leitão (nasceu 12.06.1969), Árbitro da 1ª categoria distrital e Engenheiro de profissão (na primeira foto, com a bola na mão).
Manuel José Parada Bravo (n. 23.08.1985), Árbitro de 2ª categoria distrital e exerce a profissão de militar.



A foto (gentilmente cedida por Anabela Quaresma) foi obtida no Hotel de Turismo da Serra da Estrela. Eis os nomes dos elementos que integraram a comitiva: De pé: Alfredo Silva, António Domingos, José Alves, Alfredo Sousa, José Lopes, Amadeu Fernandes, Júlio Filipe, Fernando Marinho, Alfredo Gonçalves, João Rebelo, Elmano Santos, Pipi, José Felício, Artur Silva e Joaquim Lopes. Em baixo: João Domingos, Francisco Sequeira, João Assis, Jorge Lopes, Adérito Elias, Augusto Barata, António Mercê, Manuel Gonçalves, Rafael, Augusto Domingos, Aldino, Francisco Nunes, António Quaresma, eu, Manuel Dias, Bandeira e António Lopes.
Foi uma hora bem passada, interessante até, com intervenções pertinentes dos ouvintes a colocarem questões mais sobre o estado actual da arbitragem portuguesa. .jpg)

A indicação para fazer parte do lote dos 30 Árbitros que estiveram no mundial do México para dirigirem as 32 partidas previstas – obedeceu a critérios muito selectivos por parte do Comité de Arbitragem da FIFA que na reunião de 19 e 20 de Setembro de 1969, analisou 130 relatórios com informações referentes a 88 Árbitros pré-seleccionados. Depois de outra escolha mais pormenorizada permaneceram 53, para finalmente, ficarem os privilegiados, todos eles na foto, com os seus dirigentes. Saldanha Ribeiro assinalado a verde.
Registe-se que neste mundial iniciou-se a exibição dos cartões disciplinares (amarelo e vermelho). O seu criador Kenneth Aston, árbitro internacional inglês, mal sabia que no primeiro jogo e logo no minuto inicial da partida de abertura México-União Soviética (0-0), foram advertidos 3 jogadores (!), Nodiya e Logofet, ambos da URSS e Pena, anfitrião. Ainda no decorrer do encontro ainda houve mais dois “contemplados”. No total da competição verificaram-se 33 advertência. Expulsões: zero.
Passemos, então, ao