segunda-feira, 6 de julho de 2015

DELEGAÇÃO MOÇAMBICANA NA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA



Uma representação da estrutura futebolística de Moçambique visitou, em 19 de Fevereiro de 2015, as instalações da centenária Associação de Futebol de Lisboa, cuja comitiva foi liderada pelo Dr. Evaristo Enoque João, presidente da Casa de Moçambique em Lisboa, e constituída por Dª Mariza do Rosário, srs. Júlio Chimozo, Filipe Budula, e Fernando Dias, respectivamente presidentes das Associações Provinciais de Futebol de Zambézia, Manica, Cidade de Maputo e Sofala, Duarte Aldinhas e Ernesto Mira, acompanhantes, e o jornalista Gilberto Eduardo.
A AFL esteve representada pelo Dr. Nuno Lobo, presidente da Direcção, Dr. Tiago Vaz, vice-presidente, Dr. Vítor Filipe, provedor dos clubes, Dr. António Canelas, director, José Ribeiro, director-executivo,
Alberto Helder e Guilherme Henriques, do Museu, e Rui Melo, secretário da Direcção.
Mais tarde juntaram-se à comitiva Shéu Han, jogador internacional português, de origem moçambicana, que serviu o Sport Lisboa e Benfica e o director da AFL Carlos Seixas.
Para além de visitarem o Museu e os restantes departamentos da sede da AFL, houve troca de lembranças, de experiências e ideias na perspectiva de virem a ser celebrados protocolos de cooperação entre as entidades dos dois países irmãos.
No livro de honra da centenária Associação de Futebol de Lisboa os ilustres visitantes deixaram expressas mensagens de cortesia.
Esta excelente iniciativa terminou com jantar de convívio num dos restaurantes mais emblemáticos lisboeta, bem juntinho ao esplendoroso Rio Tejo.

















































































































domingo, 5 de julho de 2015

ÁRBITROS BRASILEIROS NÃO TOLERARÃO JOGADORES QUE RECLAMEM!



 
Com a devida vénia transcrevo o artigo da autoria de TALES AZZONI (na imagem), reporter/escritor desportivo da AP-Associated Press:
 
Após anos sendo confrontados com raiva, depois de quase todas suas decisões em estádios de todo o Brasil, eles finalmente tem permissão para contra-atacar.
A Confederação Brasileira de Futebol deu permissão aos árbitros para ser cruel com os jogadores que reclamam, na esperança de mudar uma cultura em que as queixas eram amplamente aceitas e as muitas vezes acintosas ao extremo.
Isso resultou em um aumento enorme nos cartões amarelos, e um monte de críticas por parte de jogadores e treinadores que estão constantemente tentando enganá-los.
"Eu estou com medo até de cumprimentar o árbitro porque eu posso receber um cartão", diz o meia do São Paulo  Michel Bastos. "É complicado quando você não pode nem falar com os árbitros. Não há mais a comunicação no campo. Isso não é justo."
Jogadores sul-americanos são conhecidos por suas reclamações acintosas e têm aproveitado por muito tempo uma maior margem de interação com os árbitros, especialmente em comparação com ligas Europeias.
O Brasil quer acabar com isso.
Mais de 100 cartões amarelos, um número sem precedentes, foram dados ao menor sinal de protesto nas primeiros oito rodadas do campeonato brasileiro. Somente na terceira rodada, 20 cartões foram atribuídos por reclamação, uma média de dois por jogo.
A CBF diz que as novas recomendações foram necessárias por causa de "reclamações recorrentes, individuais e em grupos de jogadores contra as decisões tomadas pelos árbitros durante e depois dos jogos."
"O futebol não pode ser vítima de árbitros fracos ou jogadores e treinadores indisciplinados, cujas ações inflamam os torcedores nas arquibancadas", disse Sérgio Correa, presidente da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol. "O comportamento indisciplinado desses ídolos permite que jovens construam hábitos desrespeitosos para com as autoridades em geral."
Árbitros que não seguem as recomendações correm risco de ser retirado de partidas futuras, diz a CBF.
Qualquer reclamação após a decisão de um árbitro definitivamente vai receber um cartão, assim como pequenos confrontos que costumavam ser tolerados no passado. Os jogadores estão especialmente chateado porque às vezes eles apenas querem se aproximar do árbitro para falar sobre uma decisão.
"É um exagero", diz o zagueiro do Santos David Braz. "Temos que ter permissão para interagir com o árbitro no campo. O futebol não é assim."
Os técnicos também estão indignados com a mudança.
O treinador do São Paulo Juan Carlos Osorio diz que ficou surpreso ao ser expulso depois de tentar falar com um árbitro no intervalo.
"Eu não sabia que os árbitros eram intocáveis no Brasil", diz o treinador colombiano. "Eu trabalhei nos Estados Unidos e na Inglaterra e não foi assim. Em todo o mundo estamos autorizados a falar uns com os outros. Eu pensei que seria o mesmo aqui no Brasil."
Osorio diz que, educadamente questionou o árbitro sobre um cartão amarelo e não o ofendeu.
No relatório do jogo, o árbitro Anderson Daronco disse que Osorio esperou por ele no túnel que leva aos vestiários e, e com o dedo em riste, disse que o cartão amarelo foi "injusto" e um "erro".
O jogador do Internacional Lisandro Lopez ficou furioso depois de ser expulso por um segundo cartão amarelo por reclamar em uma partida recente. Em seu relatório, o juiz admitiu que Lopez não ofendeu, mas disse que o jogador reclamou muito.
Internacional e São Paulo estão entre os sete clubes que concordaram em participar de uma palestra a ser oferecida pela CBF para explicar as novas recomendações.
Nem todo mundo está criticando a mudança.
Alguns dizem que a aplicação das leis que estavam sendo ignoradas pelos jogadores, deve ser rigorosa, é a única forma de fazer os jogadores brasileiros mudar sua atitude em campo, incluindo simulação, outra ação comum de jogadores sul-americanos.
"Eles estão fazendo a coisa certa", disse o treinador do Atlético Mineiro Levir Culpi a ESPN Brasil. "Todo mundo se sente prejudicado pelo árbitro, ninguém gosta deles. Portanto, é importante para tentar protegê-los um pouco mais. É chato ver um monte de jogadores que atacam o árbitro para reclamar, é desrespeitoso.”
"A única solução para educar esses jogadores é ser rigoroso", acrescenta ele, "porque é uma cultura do futebol que existe por muitas gerações aqui."

sábado, 4 de julho de 2015

OLISIPÍADAS 2015



Integrado no extenso programa deste monumental evento colaborei, no dia 12 de Fevereiro de 2015, num colóquio sobre a actividade da arbitragem do futebol em parceria com Alberto Fernandes, jovem árbitro lisboeta e grande animador deste género de actividade.

Este grande acontecimento desportivo lisboeta envolveu mais de 5.000 jovens dos 6 aos 14 anos de idade de todas as 24 actuais Freguesias da capital e a festa de encerramento no Estádio Universitário decorreu nos dias 30 e 31 de Maio.

Eis as modalidades praticadas pelos atletas: Andebol, Atletismo, Basquetebol, Ciclismo, Futsal, Ginástica, Judo, Natação, Ténis de Mesa, Rugby, Skate e Voleibol!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

JORGE COROADO NO MUSEU DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA



 Foi em 29 de Janeiro de 2015 que o Árbitro jubilado internacional Jorge Emanuel Monteiro Coroado, filiado no Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa, entregou ao Museu uma sua camisola que utilizou nos rectângulos de jogo, algo inédito, pois foi o primeiro a fazê-lo, facto que se registou com imenso agrado.
Recorde-se que Jorge Coroado, nascido em 23 de Março de 1956, esteve no patamar mais elevado da arbitragem mundial, isto é, foi internacional de 1991 a 2001 (11 épocas) e contribuiu também para a única colecção existente de insígnias FIFA, que se mantém actualizada e em Portugal.