sexta-feira, 16 de junho de 2017

ABRI HOJE A ÉPOCA BALNEAR!



 
Que bem sabe andar descalço sobre as areias limpas, macias e frescas da praia, em calções e camiseta…
 
Pois é! Para usufruir desse privilégio levantei-me cedinho e, depois de percorrer perto de 30 quilómetros em transportes públicos, eis que cheguei ao paraíso, à Costa da Caparica, a caminho da minha preferida desde há muitos anos: Praia da Mata.
 
Foi uma felicidade cumprimentar o Joaquim e a Ermelinda, gente amiga, que gerem o seu aprimorado estabelecimento com mestria, simpatia e saber, isto há décadas.
Depois de comer a tradicional bola de berlim, com creme (claro…), acompanhada de um sumo e ter resolvido uns passatempos escritos pelo meio, regressei, também a pé, até ao centro citadino preparado para almoçar.
Até lá fui obtendo umas imagens que dou conta, especialmente aquela da tabuleta que avisa os banhistas das zonas perigosas que existem no mar, mas as pessoas não sabem ler e é o que se vê depois na televisão as fatalidades a acontecerem, normalmente por ignorância ou estupidez.
Não vi ainda bandeira azul, mas a nossa lá estava bem no alto a dizer a toda a gente que aqui é PORTUGAL!
Vi barcos, pescadores a remendar redes de pesca e muita higiene e limpeza, aliás, como convém... O comboio da Caparica, que serve 19 paragens, já está em funcionamento e os serviços de segurança e apoio aos banhistas está totalmente operacional, com viaturas, comunicações e especialistas devidamente equipados e em prontidão, para ocorrerem a qualquer solicitação.
 
Portanto, todos podem ir à praia, mas atenção, com juízo, chapéu na cabeça e um bom protector para a pele, pois os ultra violetas andam muito assanhados…
 
Quanto à sobremesa que pedi no almoço, cerejas, adianto que eram 17, servidas numa pequena taça de vidro, mas o preço era de cinco estrela: dois euros e meio…
 
Pois é! Quem é que me manda comer fruta só acessível aos ricos?
 
Excelente foi a ideia de erigirem estátua do insigne Dr. Horácio da Silva Louro na praça principal da cidade.















quinta-feira, 15 de junho de 2017

OS DISPARATES CONTINUAM…



 
Quando aqui digo que certa parte do Bairro das Pedralvas está esquecida ou abandonada intencionalmente, provo-o com imagens que confirmam as verdades!
 
Senão, vejamos: Os senhores jardineiros ao serviço da Junta de Freguesia de Benfica, a tal, já aqui classificada negativamente, quando vêm tratar dos espaços verdes dizem que só cortam as ervas daninhas até 2 metros dos canteiros, tudo o resto é para deixar ficar…
Sintomático de quem dá estas ordens, pois penso que está gravemente errado, totalmente obtuso e radicalmente descontextualizado da realidade, já que ninguém, mas ninguém, gosta de viver nas condições impostas sabe-se lá por quem, que deve viver na maior imundice existente ao cimo da terra e quer que os moradores do lindo, imponente e acreditado Bairro das Pedralvas passem pelo mesmo...
 
Enfim, mas ainda não é tudo, pois existe outro grave problema que irei trazer aqui brevemente…
 
Mas, agora com este espectáculo de capim selvagem em tudo o que é sítio e que não são cortadas porque não estão no padrão ou no critério de gente que disto nada percebe, é que não deve ser tolerado, para mais com uma trepadeira a desenvolver-se no pleno passeio dá-nos a pensar: até onde esta absurda decisão nos levará?











quarta-feira, 14 de junho de 2017

FINALMENTE, O MAMARRACHO FOI-SE…



  Já não era sem tempo, mas mesmo assim demorou 7 anos, 2.479 penosos dias a prejudicar os transeuntes que por ali passavam…
 
O abrigo existente na rotunda da Calçada do Tojal, ali plantado em 2009, não estava equidistante no centro das árvores ali existentes, o que dava origem a reclamações de várias pessoas que se sentiam afectadas, tendo até acontecido que um morador embateu num dos vidros e feriu-se com gravidade.
 
Na altura entrei em contacto com os responsáveis da empresa publicitária concessionária do empecilho que alegaram ser o custo de requalificação de 2.000 euros, ao que lhes respondi que quem devia pagar esse valor, depois da obra ficar como deve ser, seria o responsável do projecto que deixou (pasme-se!) um reduzido espaço de 20 centímetros entre a árvore, a rua e o obstáculo para ser utilizado por pessoas de mobilidade reduzida, como cadeiras de rodas, canadianas, bengalas e outros auxiliares de marcha…
 
Há quase 7 anos, no dia 30 de Agosto de 2010 dei conta aqui no blog de tal absceso, como se pode ver na reportagem mais abaixo, e hoje a boa nova apareceu de que quem tanto chateou já não voltará a incomodar pessoas de bem, como são os moradores desta zona esquecida da sua Junta de Freguesia, incompetente e desprezível, mas que está a ter sucesso em galgáveis…