domingo, 28 de janeiro de 2018

NONA VIAGEM A ÁFRICA - 1ª PARTE


REPORTAGEM FOTOGRÁFICA NA ILHA DE SÃO TOMÉ
De 20 a 27 de janeiro de 2018







































































sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

RUI FERNANDO, FELICIDADE E ORGULHO!

Hoje, de manhã, no auditório principal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, em Lisboa, meu filho, Rui Fernando Pires Henrique dos Santos, fez a defesa da tese de Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais, perante o júri constituído pelo Prof. Dr. António Horta Fernandes (FCSH), como presidente, Prof. Dr. Bruno Cardoso Reis (ISCTE), como arguente, e Prof. Drª Ana Santos Pinto, da FCSH, como orientadora, com o tema "A Anarquia nas Teorias das Relações Internacionais: Hegemonia de Paradigmas ou Necessidade Conceptual?", obtendo a pontuação de 18 valores, conforme decisão unânime dos examinadores.
Teus pais estão imensamente agradados pelo que tens conseguido na vida.
Tudo mereces.
 
 
 






 




 




 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

HOJE CELEBROU-SE FANTÁSTICO E EMOTIVO ENCONTRO...

Em dezembro de 1965 era esta a equipa de honra do Sport São Tomé e Benfica, 2ª classificada no Provincial daquele ano, da então Província Ultramarina. Eis a sua constituição: De pé e a partir da esquerda: António Mendes, Hilário, mais conhecido por "Gato Preto", o saudoso e sportinguista Vieira, Octávio Mendes, Luís Carvalho e Mota. Em baixo, pela mesma ordem, Amadeu, Eu (claro...), Carlos, Quissanja e Julinho.
Hoje, a dois dias de viajar para as mais encantadoras ilhas africanas, três elementos que estão nesta imagem, Hilário, Luís Carvalho e eu tivemos, em Lisboa, um almoço-convívio simplesmente maravilhoso, pois a amizade entre pares mantém-se e continua passados 53 anos...
 
O respeito e o apreço entre humanos vê-se nestes pequenos gestos que querem dizer muito a quem pugna pela solidariedade e fraternidade desde há muito, como é o nosso caso, dado que, hoje, todos nos sentimos muito bem a recordar episódios desportivos por que passaram no glorioso Sport São Tomé e Benfica.
Ai que saudades, ai, ai... 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

UM CASO DE PERSISTÊNCIA E DE DEDICAÇÃO...

Tenho aqui colocado referências ao passado, à saudade, a lembranças, a bons momentos vividos há muito, mas hoje é agradável divulgar o que se pode chamar de invulgar resistência ao tempo, às modas, à calma e ao bem estar.
Vítor Manuel Matias Miguel, queridíssimo camarada de percurso daquela que foi a maior do seu ramo em Portugal (Rodrigues & Rodrigues), continua ativo ao mais alto nível, com dinamismo e sapiência numa das lojas mais lendárias da empresa, sita na rua Nova do Carvalho, 79/81, já que era o saudoso Augusto Domingos, o seu gerente que tudo vendia a sempre a sorrir...
(ver mais em:)
Vítor Miguel, de 72 anos de idade, entrou para o seu único emprego em 3 de Outubro de 1961, logo, fazendo as contas, dá:
20.559 dias
2.937 semanas
675,45 meses
56,29 anos!
É obra!
Vítor, que não percas essa vontade indómita de continuares a fazer o que mais gostas e da maneira como desenvolves as tarefas a que te propões, com dignidade, categoria e muita paixão!
Abração!










sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

PUBLICAÇÕES MILITARES EDITADAS NO ULTRAMAR


Militares das imensas unidades que serviram em África e no Oriente (Batalhões, Companhias, Pelotões e Serviços e demais), tiveram a excelente ideia de registarem as vivências por que passaram nos seus boletins de informação, cujo conteúdo diversificado, rico e, até, ilustrado, provocava um enorme impacto pela carolice empregue na perfeição do “produto” todo ele feito a partir do duplicador a stencil, aparelho da pré-história da reprodução, hoje absoleto e caído no esquecimento da memória.
Para além da sua criação ter sido uma ideia fantástica, já que na altura desanuviava um pouco o stress da distância de casa, sentir a falta dos mais próximos, estar à espera do dia do regresso, mas, em termos de futuro, poder recordar os tempos idos diretamente ligados à nossa juventude, é obra!
Registe-se que os temas abrangidos nos jornais dos agrupamentos militares eram muitos e variados, com destaque para a cultura, com poesia, episódios históricos, recreio, passatempos, adivinhas, palavras cruzadas e por aí fora. No desporto escrevia-se das atividades individuais e coletivas, torneios internos e com outros grupos e outras notícias de caracter mais pessoal, como saudar quem comemorava a data do seu nascimento e outros eventos dignos de realce.
Logo, cabe-me dar a conhecer que 5, dos 1047 títulos à vossa disposição na prestimosa Biblioteca do Exército (sita no largo do Outeirinho da Amendoeira, Escolas Gerais, Graça, Lisboa) foram obra de lanceiros, de cinco Companhias de Polícia Militar, como se passa a descrever: 



CPM 1446
Cumpriu a sua missão em São Tomé e Príncipe, cuja mobilização ocorreu 30.07.1965 a 03.09.1967. Foi a pioneira neste género de literatura.
Editou 40 exemplares de A RAÇA, desde junho de 1965 a junho de 1967.
Quem desejar receber todos os números graciosamente é só pedir-me.
Cota 35738.



 CPM 2428
Esteve em Macau.
mobilização: de 12.08.1968 a 03.02.1971.
A sua revista, batizada de LANCEIROS DO ORIENTE, teve 18 exemplares, com início novembro de 1968 e final em abril de 1970.
Cota 35352.


CPM 2537



CPM 2537
Foi mobilizada para a Guiné em 24.05.1969 e regressou no dia 12.02.1971.
A publicação, batizada de O SANTO, existiu de junho de 1969 a dezembro do mesmo ano.
Foram 15 os números editados.
Um facto verdadeiramente notável.
Cota 35442.



CPM 2735
Timor foi o destino.
A data da saída de Lisboa foi a 4 de junho de 1970 e regressou a 16 de outubro de 1972.
 A RONDA era o nome da gazeta.
De maio de 1971 a junho de 1972, vieram à luz do dia 14 exemplares.
Cota 35436.

 CPM 2343
Angola, presente!
Um caso singular, diga-se.
O começo do periódico ONDA 23.43 foi em junho de 2000, com o número zero.
Terminou em junho de 2003, com 4 jornais editados.
A mobilização verificou-se entre 4 de janeiro de 1968 e 26 de abril de 1970.
Cota 35718.

Se existem saudades daquele tempo ou ambiciona recordar os momentos passados lá longe, ou mesmo que não seja o que se disse, recomenda-se uma saltada até ao arquivo das recordações, ou seja, à Biblioteca do Exército que muito amavelmente recebe os veteranos e proporciona-lhes voltar a viver momentos inesquecíveis que jamais se apagarão das nossas memórias. Levem a referência da cota, pois é mais fácil encontrar o baú das nostalgias…

Se tiver conhecimento de que outros contingentes da Polícia Militar editaram o seu jornal ou pretenda retificar alguma das referências aqui expressas, agradeço que me encaminhem informação nesse sentido. Obrigado.


Ai que saudades, ai, ai…