segunda-feira, 28 de maio de 2018

HOJE, MARTIM MONIZ (BAIXA DE LISBOA)

O nome desta emblemática, moderna e cosmopolita praça, homenageia o ato heroico e suicida do fidalgo Martim Moniz, o qual, no ano de 1147, ajudou D. Afonso Henriques a conquistar o castelo de São Jorge, atravessando-se no portão principal para que os seus camaradas de armas conseguissem dominar o reduto, o que foi conseguido.




























































quinta-feira, 24 de maio de 2018

MAIS DO MESMO…

A paragem de autocarros na avenida Gomes Pereira (Benfica, Lisboa), situada defronte do nº 20, quando chove, deixa de ser um abrigo para as centenas de pessoas (inclua-se idosos, pessoas com pouca mobilidade e crianças das escolas circundantes) que dela usufruem diariamente para ser um lamentável martírio, desnecessário e gratuito…
Como as imagens hoje recolhidas demonstram, veja-se como são tratados os seus utentes, quer atingidos pelas inúmeras chapadas de água das poças que se formam na via, por causa de condutores pouco cívicos, como têm de molhar os sapatos para descerem dos transportes públicos, ou fazer grandes equilíbrios para que tal não aconteça, pois, a caldeira da árvore ali plantada está sempre cheia de água, o que é uma autêntica vergonha, para além da chafurdice. 
Maior ainda esta desdita, já que a sede da Junta de Freguesia está a menos de 25 metros de distância e não há, pelos vistos, uma vez que este problema ocorre há muito tempo, e nem um dos seus inúmeros colaboradores ou autarcas que providencie terminar com este estado de coisas…
Será por incúria? Será por desleixo? Será por desinteresse? Ou tudo isto e muito mais, como a irresponsabilidade de quem não sabe mais ou, em paralelo, ao tão apregoado slogan propagandístico “A nossa obra são as pessoas”, deverá, na minha opinião, ser substituído por: quanto pior, melhor!?
Defronte a esta paragem (a que está localizada próximo da antiga Fábrica Simões, padece do mesmo mal que “ataca” as pessoas…
Resta acrescentar que as pessoas atingidas pelas águas residuais e prejudicadas nas suas vestes, evitam queixar-se no sítio certo (ali, a menos de 25 metros), dizendo que dá muita maçada e nada resultar. Será?



terça-feira, 22 de maio de 2018

CIVISMO, PRECISA-SE!

Praceta da calçada do Tojal, Benfica, Lisboa.
Palavras para quê?

domingo, 20 de maio de 2018

CONVÍVIO DO PPM 2228 (MACAU, 1970/1972)

Na sequência do trabalho que elaborei sobre as 8 unidades da Polícia Militar que estiveram em Macau a cumprir missão de soberania entre os anos de 1962/1975, correspondi, ontem, a honroso convite para participar em mais um encontro de amizade entre lanceiros e suas famílias.
Decorreu em Setúbal numa unidade hoteleira e juntou cerca de 60 convivas que muito animados conversaram, riram e recordaram as vivências passadas na juventude, lá longe (a quase 11.000 quilómetros de distância, em linha reta), enfim, uma tarde esplêndida, muito bem passada com alegria, emotividade e saudade. Em 2019 será em Ponte de Lima. 
Relacionado pelo mesmo motivo, também recebi convite para estar no convívio anual do PPM 2027 (Macau, 1968/1970), em Espinho, mas naturalmente apresentei desculpas pela falta (justificada). Contudo, disponibilizei-me para comparecer para o ano. 
Em Setúbal, gostei imenso de conhecer camaradas de armas que cumpriram o serviço militar obrigatório num dos locais mais carismáticos do Oriente, a inconfundível cidade do Santo Nome de Deus de Macau… 
Quanto ao referido trabalho, em homenagem a todos os 435 militares que passaram por Macau, direi que foi visto e admirado pelos presentes. 
Por fim, expresso um imenso e profundo agradecimento aos nobres amigos Fernando Saltão, Augusto Correia e Alexandre, pois foi graças a eles que estive (e muito bem) em Setúbal.
Bem hajam!
Nota: o referido trabalho poderá ser visto em
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 

 

 

sexta-feira, 18 de maio de 2018

AMÍLCAR GIL, GRANDE CAMARADA, EXCELENTE E NOBRE AMIGO, DEIXOU-NOS…

18.05.2018 - Amílcar Luís Vidal Gil, a dois dias de comemorar os 84 anos de idade, faleceu, deixando um rasto de imensa saudade junto daqueles que muito o estimavam por possuir todas as virtudes que o ser humano deve possuir.


27.02.1972 - Estádio 1º de Maio, ambos com o nosso Mestre Manuel Barreiro da Silva.
 
Intransigente, verdadeiro, persistente, guerreiro, amigo do seu amigo e da verdade, eram algumas das suas maravilhosas características que o acompanharam desde tempos imemoriais, já que tive o privilégio de o conhecer há perto de cinquenta anos, como colega, quando me aventurei na área da arbitragem e dele só recebi bons e úteis conselhos que me ajudaram a crescer como homem e desportista, e ser o que sou hoje.


Lamenta-se profundamente o desaparecimento de um ilustre amigo, dum homem bom, de alguém de forte caracter, que durante muitas épocas fez equipa comigo, dirigindo inúmeros jogos de futebol, quer nos campeonatos da Associação de Futebol de Lisboa, quer na Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, onde fomos sendo sempre respeitados por todos, jogadores, treinadores, dirigentes e demais pessoas ligados ao fenómeno do desporto-rei.


O seu funeral será amanhã, dia 19, a partir da Igreja Paroquial da Ajuda (Largo da Boa Hora, Lisboa), com celebração de missa às 11H30 e saída às 12H00 para o cemitério dos Olivais, onde se procederá ao ato de cremação.
 
Expresso as mais sentidas condolências à viúva, Dª Maria Olinda, assim como a seus filhos Drª Sofia Margarida e João Humberto, gente fantástica que muito admiro e respeito.


terça-feira, 15 de maio de 2018

SÃO TOMÉ EM LISBOA...

Esta foto foi obtida hoje no tradicional almoço de gente muito, mas mesmo muito ligada às mais belas ilhas africanas, onde tive o privilégio de ter convivido com leais e bons amigos de longa data.
Entre eles, esteve presente o grande Ivo Jordão, brioso adversário das jogatanas do futebol santomense, ele como capitão do Sporting Club de São Tomé e eu como modesto avançado, mas envergando a gloriosa camisola do Sport São Tomé e Benfica, como se pode constatar na imagem a preto e branco, tirada no então Estádio Sarmento Rodrigues, em São Tomé, no dia 21 de dezembro de 1965, onde o Ivo Jordão é o sétimo (da esquerda ou direita, e em baixo) e eu o quarto da direita.
Ai que saudades, ai, ai...