sábado, 12 de outubro de 2019

JÁ LÁ VÃO 50 ANOS!

Hoje, as Companhias de Polícia Militar 1752 e 1753, que cumpriram a sua grata e honrosa missão na então província ultramarina de Moçambique, mobilizadas durante 802 dias, de 3 de agosto de 1967 a 12 de outubro de 1969, comemoraram precisamente o cinquentenário do regresso à sua terra natal!

Este encontro juntou mais de 130 convivas, entre lanceiros, familiares e amigos, no Regimento de Lanceiros 2, na Amadora, onde decorreu a cerimónia protocolar militar junto do Memorial e se escutou os nomes de todos aqueles que já partiram e deixaram imensas saudades, seguindo-se o descerramento de placa alusiva è efeméride, a celebração de missa, na capela do quartel e, por fim, a visita ao núcleo museológico, muito apreciada pelo seu simbolismo.

Já no restaurante, perto de Lisboa, viu-se o entusiasmo e a solidariedade existentes entre os elementos das duas CPM, numa irmandade que se destaca pelo companheirismo, amizade e respeito.

Foi, para mim, um privilégio ter respondido ao honroso convite pois senti-me muito bem, conheci novos camaradas de armas e, para mais, encontrei um amigo de longa data, que saudei efusivamente, o Dr. Domingos Gomes (Alferes na CPM 1753), o qual, como Presidente da Associação dos Médicos do Futebol tinha intervenções de excelência nas assembleias gerais da FPF, quando por lá andávamos.

Por fim, agradeço profundamente, as deferências que fui distinguido pelos amigos e camaradas Alexandre Pinho e José Sousa.

Bem hajam!

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

DE ABALADA...

 
O "Preziosa", a sair hoje do Cais de Santa Apolónia (Lisboa), às 16 horas com destino a Barcelona, com perto de 3959 passageiros.
Trabalham nos seus 13 convezes 1325 tripulantes, onde se situam 1637 cabinas duplas, 7 restaurantes, 20 bares, 4 piscinas e um teatro com 1600 lugares sentados!
O espetáculo das manobras de desamarração é presenciado por centenas de viajantes, que se colocam nos pontos mais altos do navio para total deslumbramento.
Simples e imponente…

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

PUBLICAÇÕES DA POLÍCIA MILITAR NO ULTRAMAR (PARTE 3)

Dando sequência a este interessante e valioso meio de comunicação levado a cabo pelas unidades da Polícia Militar que cumpriram a sua grata e honrosa missão no Ultramar, como a seguir é referenciado nas então províncias ultramarinas e que foram:
São Tomé e Príncipe (a CPM 1446, com a “A Raça”), de
Macau (a CPM 2428, com “Lanceiros do Oriente”), da
Guiné-Bissau (a CPM 2537, com “O Santo”), de
Angola (a CPM 2343, com “Onda 23.43), de
Timor (a CPM 2735, com a ”A Ronda”, de
Moçambique (a CPM 1752, com “Lanceiro”),
dou conta que, graças ao empenho e dedicação do camarada Nelson Pinto Antunes, então Furriel da Companhia de Polícia Militar 1754 (mobilizada para São Tomé e Príncipe, de 9 de agosto de 1967 a 17 de setembro de 1969), aparece mais uma publicação, esta com o título “A Raça”, em tributo à CPM 1446, que foram render.
O Pelotão de Polícia Militar 1083, que também cumpriu a sua comissão em São Tomé e Príncipe, de 27 de maio de 1966 a 13 de maio de 1968, está associado a esta publicação.
As referências àquelas províncias ultramarinas, poderão ser vistas em:
Esta coleção é composta por 4 exemplares, sendo que o primeiro saiu em 1 de novembro de 1967 e tem 8 páginas. O segundo, em 22 de novembro do mesmo ano e 12 páginas. O terceiro, em dezembro de 1967 e tem 16 páginas. Por fim, o quarto saiu em 14 de Fevereiro de 1968 e tem 10 páginas.
Teve, como colaboradores, os seguintes 3 militares: o então Alferes Rui Manuel Andrade Gonçalves e o Soldado Diogo Manuel Amaro Vareta, ambos da CPM 1754. Do PPM 1083, colaborou o então Furriel Joaquim Esteves Coelho.
Quem desejar receber os quatro exemplares desta importante e valiosa coleção, completa, basta solicitar-me através de correio eletrónico (alberto.helder@gmail.com). A pretensão será satisfeita de imediato.
Para consultas na Biblioteca do Exército (Largo do Outeirinho da Amendoeira, em Lisboa), a cota, é a seguinte: 37.738.
É pena que, das unidades da Polícia Militar que estiveram no Ultramar, só Cabo Verde não tenha tido a possibilidade de produzir o seu veículo informativo, para que todas as 7 províncias ultramarinas tivessem editado o seu jornal de parede ou de caserna, como eram batizados. Contudo, se se tiver conhecimento de que outros agrupamentos da Polícia Militar editaram o seu jornal, agradeço que me encaminhem informação nesse sentido.

Obrigado.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

RECORDAR 13 DE JANEIRO DE 1952...

Naquele dia, há 67 anos, com perto de 10 anos de idade, assisti, no Estádio das Salésias, propriedade do Clube de Futebol “Os Belenenses”, ao jogo de futebol entre as equipas de honra do clube da casa e a do Grupo Desportivo Estoril Praia, então clube da minha simpatia, isto porque alinhava um jogador de nome Alberto (Ferreira de Jesus), logo uma associação de simpatia e envolvimento pela personalidade e pelo clube.
(O estilo inconfundível do senhor Manuel Andrade, meu ídolo. O guarda-redes é o senhor Bastos, do Sport Lisboa e Benfica)
Entretanto, para que a deslocação até Belém viesse a concretizar-se, dado que a minha família morava na rua Cecílio de Sousa, ao Bairro Alto (Lisboa), e, como adepto do Estoril Praia, tive o convite para ir ver esse jogo com um vizinho que também gostava do clube da linha. E assim aconteceu. O resultado final foi 1-1, e o jogador Manuel Andrade marcou pelos “canarinhos”, aos 59 minutos. Lembro-me de, para além da vedação do peão, ter dado muitos pulos de contente e a gritar de satisfação, celebrando o golo do Estoril, o primeiro da partida, mas, pela minha maneira efusiva dos festejos, estava sujeito a seu “contemplado” com um tabefe por parte dalgum espetador afeto ao Belenenses, o qual viria a empatar aos 88 minutos, por André.

(O meu ídolo na atualidade)
Neste jogo o ilustre e saudoso mestre Joaquim Campos fez a sua estreia a dirigir jogos da primeira divisão, tendo sido hoje enaltecido o seu carácter, a sua personalidade, o seu exemplo de homem sério, acreditado e credenciado a todos os níveis.
(O senhor Manuel Andrade, meu ídolo, à conversa com o Dr. João Rocha)
Então, graças ao Dr. João Rocha, ilustre amigo e Vogal da direção do Grupo Desportivo Estoril Praia foi possível, hoje, reunirmo-nos na sede do clube, à Amoreira (Estoril) com aquele que foi, naquele dia, o meu herói!
(Dr. João Rocha)
Manuel Basílio Ferreira Andrade, nasceu no Funchal, no dia 23 de maio de 1927, e tem a bonita idade de 92 anos. Pessoa de trato fácil e muito acessível nas coisas desportivas que a si dizem respeito. Contou episódios da sua longa vida desportiva (iniciou-se como júnior no Clube de Futebol Os Belenenses, onde, como sénior, foi campeão nacional na época 1945/1946, onde esteve até 1947/48, marcando 25 golos em 31 partidas; passou meteoricamente pelo Sporting Clube de Portugal (1948/1949); e acabou a sua fantástica atividade no Grupo Desportivo Estoril Praia, iniciada em 1950/51 até 1954/1955, tendo, nas épocas 1950/1951 a 1952/1953, obtido 17 golos em 54 encontros.
(Eu, o meu ídolo, senhor Victor Neves e o Dr. João Rocha)
E assim se passou uma parte de uma boa tarde, entre amigos a lembrar tempos idos, com as suas particularidades históricas!
(O meu ídolo e eu)
Agradeço as atenções recebidas não só do senhor Manuel Andrade, que se disponibilizou para ouvir esta história, como ao Vice-Presidente da Direção do Estoril, senhor Victor Neves, e a João Rocha, que souberam receber-me de forma superior, ao ponto de me brindarem com valiosas lembranças do Estoril Praia!
(Eu e o senhor Victor Neves)
A todos o meu sentido bem-haja!
Esta minha foto, tirada aos 10 anos de idade, mostra que na lapela do casaco está o emblema do Estoril Praia!

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

BOLETIM 35 - SETEMBRO 2019

Imagem 1

Imagem 2

Imagem 3

Imagem 4

Imagem 5
 
Bairro das Pedralvas, em Lisboa, 30 de setembro de 2019.
Exmº Senhor
Francisco Mota Torres
Junta de Freguesia de Benfica

Boa tarde.

A degradação, o esquecimento, o desleixo continuam por parte das entidades que devem cuidar da qualidade de vida que os moradores desta zona remota do Bairro das Pedralvas tanto aspiram!

Novos episódios, para além dos que aqui são denunciados há muito tempo e que nem uma palha foi mexida!

RATARIA – É eloquente a imagem que se vê, pois, rataria em plena luz do dia, aqui, na zona remota das Pedralvas, é “mato” … Ver mais em: http://albertohelder.blogspot.com/2019/09/rataria.html (imagem 1).

CANDEEIRO – Colocaram novo há mais de um mês, mas “esqueceram-se” de repor o empedrado… (imagem 2).

BURACOS NA VIA PÚBLICA – É evidente que, como não foram reparados, estão bem maiores e proliferaram. Não ligar à segurança dos cidadãos não deve sem imagem de marca de ninguém! (imagem 3-Ary Santos e imagem 4-Maria Lamas).

MATAGAL – À volta do prédio nº 1, da rua Ary dos Santos, continua a crescer sem lhe ser dada a devida atenção pelos serviços que têm essa responsabilidade! (imagem 5). 

Onde mora a qualidade de vida que tanto aspiramos? 

Enfim, coisas sérias a serem tratadas, parece-me, como se brincadeira se tratasse… 

O resto das anomalias desta zona remota continua, desde o primeiro dia, na mesma. 

Mais uma vez volto a dar conta a V. Exª de que tudo o que é para arranjar (ou melhorar) continua na mesma, salvo as duas novidades que as imagens confirmam! 

Tudo o resto mantém-se, sem uma pontinha de evolução o que é uma tremenda injustiça para quem quer viver com qualidade de vida e nem com estas pertinentes informações lá chega. 

Até quando? 

Contudo, há que aceitar a esperança transmitida pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina Maciel Almeida Correia, na sua comunicação de 13 de fevereiro de 2019, através da Chefe de Gabinete, Drª  Fátima Madureira, onde diz “Encarrega-me o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, de acusar a receção do e-mail de V. Exa. relativamente ao assunto em epígrafe e agradecer a chamada de atenção, e informar que os problemas descritos serão tidos em consideração em futuras intervenções no Bairro das Pedralvas”.

Continuamos, sem desfalecimentos ou quebra de capacidade, a lamentar que as questões apresentadas e ainda por resolver sejam por nós moradores nesta zona remota do Bairro das Pedralvas entendidas como desprezo, desinteresse, indiferença assustadora da junta de Benfica para com os fregueses.

Portanto, ainda existe da vossa parte a mesma lentidão/imobilização, o que, lamentavelmente, não é aceitável. 

V. Exª, querendo, pode fazer melhor, atendendo às pertinentes observações, todas elas expressas na lista que à frente dou destaque. 

Magoa-nos muito a vossa incapacidade, complacência e falta de dinamismo para solucionar as questões que lhes vão sendo apresentadas com cordialidade e sentido de responsabilidade… 

Contudo, a questão da passadeira de peões da rua Ary dos Santos, pese embora a pintura feita a 13 de agosto de 2018 desse um ar de rigor e exigência para os infratores, mas, na verdade, continuam a prevaricar, sentindo-se como em casa, isto é, a impunidade que os privilegia é aceite como uma coisa maravilhosa, logo a continuidade no abuso de estacionamento naquele espaço é um convite a continuar na maior… 

Nas imensas imagens que temos divulgado, constata-se o desplante dos infratores que estacionam na passadeira como se fosse o seu parque de estacionamento privativo… 

Com uma pequena obra o assunto é resolvido de vez e para sempre! 

Lembro que a vossa propaganda continua ativa e acérrima, expressando que 

“a nossa obra são as pessoas…”. 

Mas, uma coisa é o que se diz, outra é o que se faz… 

Eis a lista com os problemas que, desde sempre denunciados, continuam a afetar a comunidade desta zona remota do Bairro das Pedralvas: 

- Impedir o estacionamento na mencionada e única passagem de peões da rua Ary dos Santos, com uma pequena obra, ou seja, acrescentar o passeio, como o fizeram na rua Maria Lamas. 

- Pintar a totalidade da referida passagem de peões.

- Tapar 2 enormes buracos feitos pela rataria, agora no relvado existente na frontaria entre o Lar de Cidadãos Deficientes e o prédio da Ary dos Santos nº 1.

- Limpeza da placa toponímica, pelo aspeto nojento que exibe (Imagem 5).

- Quando chove, a sarjeta defronte à extinta dependência do Montepio, onde está uma passagem de peões, continua a expelir as águas pluviais que deveria recolher.

- Limpeza das sarjetas em toda a zona das ruas Maria Lamas e Ary dos Santos, todas elas atulhadas de lixo. 

Quanto à pintura da totalidade da passeira de peões da Ary dos Santos, a imagem é elucidativa. O trabalho ficou incompleto. A rua tem dois sentidos! 

Será que ninguém tem a sensibilidade para estas eloquentes evidências? 

Até daqui a um mês. 

Saudações. 

Alberto Helder

domingo, 29 de setembro de 2019

RATARIA...

 
Hoje tive a oportunidade de captar este instantâneo, confirmando, assim, que na zona remota do Bairro das Pedralvas a rataria existe.
 
Aqui se vê um roedor a passear, com ligeireza, na passadeira de peões, mas preparado para ser seguido por um dos vigilantes da colónia, o "Pirulito", que debaixo do veículo vai sair no seu encalço.
 
Tenho denunciado, bastas vezes, esta situação dos ratos a quem de direito, mas é como se vê! 
 
Até quando se tem de suportar isto?

sábado, 28 de setembro de 2019

AGRADECIMENTO

Bem haja a todos os que contribuíram de forma superior para que me fosse atribuída tamanha distinção!