sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

RUI FERNANDO, FELICIDADE E ORGULHO!

Hoje, de manhã, no auditório principal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, em Lisboa, meu filho, Rui Fernando Pires Henrique dos Santos, fez a defesa da tese de Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais, perante o júri constituído pelo Prof. Dr. António Horta Fernandes (FCSH), como presidente, Prof. Dr. Bruno Cardoso Reis (ISCTE), como arguente, e Prof. Drª Ana Santos Pinto, da FCSH, como orientadora, com o tema "A Anarquia nas Teorias das Relações Internacionais: Hegemonia de Paradigmas ou Necessidade Conceptual?", obtendo a pontuação de 18 valores, conforme decisão unânime dos examinadores.
Teus pais estão imensamente agradados pelo que tens conseguido na vida.
Tudo mereces.
 
 
 






 




 




 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

HOJE CELEBROU-SE FANTÁSTICO E EMOTIVO ENCONTRO...

Em dezembro de 1965 era esta a equipa de honra do Sport São Tomé e Benfica, 2ª classificada no Provincial daquele ano, da então Província Ultramarina. Eis a sua constituição: De pé e a partir da esquerda: António Mendes, Hilário, mais conhecido por "Gato Preto", o saudoso e sportinguista Vieira, Octávio Mendes, Luís Carvalho e Mota. Em baixo, pela mesma ordem, Amadeu, Eu (claro...), Carlos, Quissanja e Julinho.
Hoje, a dois dias de viajar para as mais encantadoras ilhas africanas, três elementos que estão nesta imagem, Hilário, Luís Carvalho e eu tivemos, em Lisboa, um almoço-convívio simplesmente maravilhoso, pois a amizade entre pares mantém-se e continua passados 53 anos...
 
O respeito e o apreço entre humanos vê-se nestes pequenos gestos que querem dizer muito a quem pugna pela solidariedade e fraternidade desde há muito, como é o nosso caso, dado que, hoje, todos nos sentimos muito bem a recordar episódios desportivos por que passaram no glorioso Sport São Tomé e Benfica.
Ai que saudades, ai, ai... 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

UM CASO DE PERSISTÊNCIA E DE DEDICAÇÃO...

Tenho aqui colocado referências ao passado, à saudade, a lembranças, a bons momentos vividos há muito, mas hoje é agradável divulgar o que se pode chamar de invulgar resistência ao tempo, às modas, à calma e ao bem estar.
Vítor Manuel Matias Miguel, queridíssimo camarada de percurso daquela que foi a maior do seu ramo em Portugal (Rodrigues & Rodrigues), continua ativo ao mais alto nível, com dinamismo e sapiência numa das lojas mais lendárias da empresa, sita na rua Nova do Carvalho, 79/81, já que era o saudoso Augusto Domingos, o seu gerente que tudo vendia a sempre a sorrir...
(ver mais em:)
Vítor Miguel, de 72 anos de idade, entrou para o seu único emprego em 3 de Outubro de 1961, logo, fazendo as contas, dá:
20.559 dias
2.937 semanas
675,45 meses
56,29 anos!
É obra!
Vítor, que não percas essa vontade indómita de continuares a fazer o que mais gostas e da maneira como desenvolves as tarefas a que te propões, com dignidade, categoria e muita paixão!
Abração!










sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

PUBLICAÇÕES MILITARES EDITADAS NO ULTRAMAR


Militares das imensas unidades que serviram em África e no Oriente (Batalhões, Companhias, Pelotões e Serviços e demais), tiveram a excelente ideia de registarem as vivências por que passaram nos seus boletins de informação, cujo conteúdo diversificado, rico e, até, ilustrado, provocava um enorme impacto pela carolice empregue na perfeição do “produto” todo ele feito a partir do duplicador a stencil, aparelho da pré-história da reprodução, hoje absoleto e caído no esquecimento da memória.
Para além da sua criação ter sido uma ideia fantástica, já que na altura desanuviava um pouco o stress da distância de casa, sentir a falta dos mais próximos, estar à espera do dia do regresso, mas, em termos de futuro, poder recordar os tempos idos diretamente ligados à nossa juventude, é obra!
Registe-se que os temas abrangidos nos jornais dos agrupamentos militares eram muitos e variados, com destaque para a cultura, com poesia, episódios históricos, recreio, passatempos, adivinhas, palavras cruzadas e por aí fora. No desporto escrevia-se das atividades individuais e coletivas, torneios internos e com outros grupos e outras notícias de caracter mais pessoal, como saudar quem comemorava a data do seu nascimento e outros eventos dignos de realce.
Logo, cabe-me dar a conhecer que 5, dos 1047 títulos à vossa disposição na prestimosa Biblioteca do Exército (sita no largo do Outeirinho da Amendoeira, Escolas Gerais, Graça, Lisboa) foram obra de lanceiros, de cinco Companhias de Polícia Militar, como se passa a descrever: 



CPM 1446
Cumpriu a sua missão em São Tomé e Príncipe, cuja mobilização ocorreu 30.07.1965 a 03.09.1967. Foi a pioneira neste género de literatura.
Editou 40 exemplares de A RAÇA, desde junho de 1965 a junho de 1967.
Quem desejar receber todos os números graciosamente é só pedir-me.
Cota 35738.



 CPM 2428
Esteve em Macau.
mobilização: de 12.08.1968 a 03.02.1971.
A sua revista, batizada de LANCEIROS DO ORIENTE, teve 18 exemplares, com início novembro de 1968 e final em abril de 1970.
Cota 35352.


CPM 2537



CPM 2537
Foi mobilizada para a Guiné em 24.05.1969 e regressou no dia 12.02.1971.
A publicação, batizada de O SANTO, existiu de junho de 1969 a dezembro do mesmo ano.
Foram 15 os números editados.
Um facto verdadeiramente notável.
Cota 35442.



CPM 2735
Timor foi o destino.
A data da saída de Lisboa foi a 4 de junho de 1970 e regressou a 16 de outubro de 1972.
 A RONDA era o nome da gazeta.
De maio de 1971 a junho de 1972, vieram à luz do dia 14 exemplares.
Cota 35436.

 CPM 2343
Angola, presente!
Um caso singular, diga-se.
O começo do periódico ONDA 23.43 foi em junho de 2000, com o número zero.
Terminou em junho de 2003, com 4 jornais editados.
A mobilização verificou-se entre 4 de janeiro de 1968 e 26 de abril de 1970.
Cota 35718.

Se existem saudades daquele tempo ou ambiciona recordar os momentos passados lá longe, ou mesmo que não seja o que se disse, recomenda-se uma saltada até ao arquivo das recordações, ou seja, à Biblioteca do Exército que muito amavelmente recebe os veteranos e proporciona-lhes voltar a viver momentos inesquecíveis que jamais se apagarão das nossas memórias. Levem a referência da cota, pois é mais fácil encontrar o baú das nostalgias…

Se tiver conhecimento de que outros contingentes da Polícia Militar editaram o seu jornal ou pretenda retificar alguma das referências aqui expressas, agradeço que me encaminhem informação nesse sentido. Obrigado.


Ai que saudades, ai, ai…

sábado, 30 de dezembro de 2017

LIMPEZA? É COMO SE VÊ...

Desde que a Câmara Municipal de Lisboa delegou serviços às autarquias, com as respetivas contrapartidas em dinheiro vivo, estas assumiram que tudo fariam para que as vias à sua responsabilidade estejam sempre num brinquinho...
Assim deveria ser, já que, na rotunda da calçada do Tojal, como as imagens repelentes demonstram, tal propósito não acontece, bem pelo contrário, pois há muitos e muitos dias que não se verifica uma limpeza capaz e adequada, como se tem visto noutros locais do Bairro. 

O PERIGO ESPREITA...




Nas portas do parque de estacionamento do Centro Comercial Colombo, da rua Galileu Galilei, em Benfica, nas duas vias de entrada e nas duas de saída, falta um aviso de forte impacto aos condutores que por ali circulam a velocidades nada compatíveis e recomendadas com a passadeira de peões, apesar de sinalizada, que  deveria promover a segurança dos seus utentes, os quais, através de aviso que se pode ver na imagem, são alertados para terem cuidado, enquanto para os automobilistas, zero...
 
Antes da passadeira deveria existir um sinal de STOP, nas suas várias versões, como vertical, pintado na via e semáforo, obrigando os condutores distraídos ou insensíveis a refrear a velocidade da sua viatura, pois a vida dos peões está em perigo pela latente falta de respeito pelo seu semelhante, que ali circula a pé.
 
Das imagens destacam-se duas situações: o segurança estar somente preocupado com a entrada dos veículos e nunca com o peão, e o espaço diminuto entre quem quer atravessar o local e as viaturas que vêm da esquerda, a sair do parqueamento, propício a acontecer tragédias irreparáveis.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

NOVO ALERTA, ESTE MUITO MAIS PROFUNDO!


Na sequência do alerta de ontem tomei a iniciativa de verificar, hoje à tarde, com recolha de imagens, qual o estado de conservação dos 12 “irmãos gémeos” do candeeiro que caiu na rua Ary dos Santos, com a passagem da tempestade ANA e o resultado é simplesmente aterrador e altamente preocupante!
 
Seis deles estão em risco de queda!
Impressionante as imagens que nos deixam apreensivos de como está o serviço que compete zelar pelos equipamentos que devem servir os cidadãos e não colocar as suas vidas em perigo…
 
Após ter feito aquela ronda cheguei à fala com um técnico da CME que veio tomar providências quanto ao acidente e, como profissional que o é, consciente e responsável, deu a volta ao quarteirão e constatou tudo aquilo que está, agora, registado em fotografia, com destaque para a primeira imagem onde até se vê, para além da ferrugem, um buracão…
Simplesmente medonho!
 
O referido profissional disse-me que uma das causas, senão a principal, é o facto da urina dos cães contribuir fortemente para a corrosão dos candeeiros, logo proporciona o seu desgaste, sua queda e consequências imprevisíveis.
 
Contudo, se a verificação periódica ser feita como deve ser e a substituição dos “doentes” for feita com rigor, eficiência e em tempo útil, tudo correrá como todos queremos: sem chatices, sem problemas, sem vítimas a lamentar…