terça-feira, 31 de dezembro de 2019

OS COMANDOS NOS TRÊS TEATROS DA GUERRA DO ULTRAMAR – PRESENÇA EM ANGOLA (12º DE 32 EPISÓDIOS)

GRUPO DE COMANDOS “OS DESTEMIDOS”
Os integrantes deste grupo de Comandos foram originários do Batalhão de Caçadores 380, composto pela Companhia de Comando e Serviço (CCS), mobilizada pelo Batalhão de Caçadores 5 (Lisboa), e pelas  Companhias de Caçadores Independentes 382 (do Batalhão de Infantaria 17, de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, que adotou a divisa: “ANTES MORRER LIVRES QUE EM PAZ SUJEITOS”) e 416, do Regimento de Infantaria 7 (Leiria) e, ainda, da 7ª Companhia de Caçadores, do Regimento de Infantaria de Luanda (Angola).
O pessoal da Metrópole deste Batalhão, que utilizou as divisas “FRONTEIROS DO ZAIRE” e “SEMPRE ALERTA”, embarcou para Angola a 28 de abril de 1963 e chegou a Luanda, no dia 7 de maio de 1963. O regresso a Lisboa verificou-se a 23 de novembro de 1964.
A história da unidade, deste Batalhão, está no Arquivo Histórico Militar,
onde poderá ser consultada na cota: 2/2/199/1. 
A constituição do Grupo “Os Destemidos”, a seguir descrita, evocando-se nomes e patentes, só foi definitiva após os seus componentes terem frequentado voluntariamente o 1º curso específico da especialidade, com aproveitamento, durante 87 dias, iniciado em 30 de junho de 1963 e terminado em 25 de setembro de 1963, no Centro de Instrução 16, localizado em Quibala (Norte de Angola), quando voltam às suas unidades.
A existência e a operacionalidade deste Grupo de Comandos decorreram durante 425 dias, ou seja, desde o final do curso da especialidade, até ao fim do cumprimento da honrosa missão do Batalhão 380 em Angola, quando o pessoal metropolitano regressa a Lisboa, em 23 de novembro de 1964.
CONTINGENTE: 35 Comandos.
COMANDANTE:
Martiniano Eduardo Pereira Quesada , Alferes, CCS 
SARGENTOS:
António Virgínio Blayer Soares, Furriel
Fernando Afonso Martins Guerreiro, Furriel, Compª 416
Jorge Pinho Mateiro, Furriel
Sesinando Gomes Martins, Furriel, CCS 
PRAÇAS:
Adérito Maria Rodrigues Frade, 1º Cabo 953/62
Alberto Ferreira Neno, 1º Cabo 1003/62, CCS
Alvarinho Pereira, 1º Cabo 297/62, Compª 382
António Daniel Formosinho, Soldado 197/62, CCS
António Oliveira Sousa, Soldado 469/6
António Silva Andrade, Soldado 305/62
Celso Pereira, Soldado 1412/62, Compª 416
Cristóvão Bem Gonçalves, 1º Cabo 681/62, CCS
Domingos Lopes Tecelão, Soldado 3203/62, CCS
Domingos Sales Alves, Soldado 1340/62, CCS
Edmundo Maria Ramos, 1º Cabo 628/62, CCS
Frederico Cerdeira Romão, Soldado 650/62, CCS
Hélder Correia Silva Tavares, 1º Cabo 482/62, Compª 382
Hermengardo Borges, 1º Cabo 954/62, CCS
João Luís Costa, Soldado 449/62
Joaquim Barreira Marques, 1º Cabo 467/62
Joaquim Caetano Lourenço, Soldado 1388/62
Joaquim Carlos Freitas, Soldado 1914/62, Compª 416
Joaquim Queirós Ribeiro, Soldado 1517/62, Compª 416
Joaquim Rocha Santos Loureiro, 1º Cabo 198/62, CCS
Jorge Tito Spínola, Soldado 237/62
José Carreira Jorge, Soldado 285/62, CCS
José Eduardo Madeira Pacheco, Soldado 391/62
José Sousa Brasil, Soldado 234/62
José Teixeira Barbosa, Soldado 408/62
Luís Mendes Furtado Gaspar, Soldado 259/62
Manuel Daniel Duro, Soldado 3257/62, CCS
Manuel Fernandes Mendes. Soldado 250/62
 Manuel Odílio Gonçalves Correia, 1º Cabo 479/62
Manuel Santos Teixeira, 1º Cabo 186/62

Registo de parte da atividade operacional do Grupo “Os Destemidos”, nalguns casos atuando conjuntamente com outros grupos de Comandos, nas seguintes datas e lugares:
08.09.1963 – Rio Luege. Operação: “Boina Vermelha I”.
13.09.1963 – Rio Loge, Norte de Quiouon e Muxixe. Operação: “Boina Vermelha II”.
16.09.1963 – Rios Loge, Luege e Luaia. Operação: “Boina Vermelha III”.
24.09.1963 – Rio Luaia. Operação: “Boina Vermelha IV”.
20.10.1963 a 25.10.1963 – Matas Sanga e Conquelo e Rios M’Bridge e Quidilo.
Operação: “Gato Eriçado”.
27.10.1963 a 29.10.1963 – Mata Sanga.
04.11.1963 a 08.11.1963 – Rio Lué Grande. Operação: “Busca Rápida”.
13.11.1963 a 16.11.1963 – Rio M’Bridge. Diretiva de Operações 13.
23.11.1963 a 29.11.1963 – Mucula. Operação: “Vai Tudo”.
26.11.1963 a 29.11.1963 – Rios Lué Grande e Lucunda. Diretiva de Operações 18.
30.11.1963 – Mucula. Operação: “Dos Comandos”.
14.12.1963 a 20.12.1963 – Rio Lucunda. Diretiva de Operações 19.
03.01.1964 e 04.01.1964 – Tage-Enage e Rio M’Bridge. Diretiva de Operações 23.
09.01.1964 a 11.01.1964 – Mata Sanga e Rio Sembo. Operação: “Vamos a Eles”.
11.02.1964 a 18.02.1964 – Mata Sanga e Rios Diadia e Luaia.
Operação: “Carnaval com os Gatos”.
02.03.1964 a 12.03.1964 – Mata Sanga. Operação: “Despedida dos Gatos”.
18.04.1964 e 19.04.1964 – Rios Onde e Pampa. Operação: “Comandos”.
06.05.1964 a 10.05.1964 – Mata Sanga. Operação: “Leopardo na Sanga”.
12.05.1964 a 14.05.1964 – Rio Lucunda e Mucula. Diretiva de Operações 12.
19.05.1964 a 05.06.1964 – Nóqui e Cai-Matombe. Operação: “Caça e Busca”.
18.07.1964 a 20.07.1964 – Rio Fuacumbi e Gomgue Delta. Diretiva de Operações 44.
26.07.1964 a 31.07.1964 – Rios M’Pozo, Lufico e Lué Grande. Operação: “Prata da Casa”.
07.08.1964 a 09.08.1964 – Rio Nuezo e Picada Ambriz-Tapi.
15.08.1964 a 23.08.1964 – Mata Sanga, Montes Vucussos, Bessa Monteiro.
Operação: “Pelicano Primeiro”.
04.09.1964 a 06.09.1964 – Rios Lué Grande e Fucumbi. Diretiva de Operações 17.
12.09.1964 a 14.09.1964 – Estrada Benzo-Quelo, Picada Vombo, Rio Cassinde e
Estrada Benza-Quelo. Diretiva de Operações 18.
22.09.1964 e 23.09.1964 – Rios Lué Grande e Fucumbi. Diretiva de Operações 54.
29.09.1964 – Quinzau, Quinzana até Quimuanda.
05.10.1964 a 09.10.1964 – Mangue Grande e Quinzau. Diretiva de Operações 19.
13.10.1964 a 20.10.1964 – Sazaire. Diretiva de Operações 62.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

BOLETIM 38 - DEZEMBRO 2019

 
Bairro das Pedralvas, em Lisboa, 30 de dezembro de 2019.
 
Exmº Senhor
Francisco Mota Torres
Junta de Freguesia de Benfica.
 
Boa tarde e Boas Festas!
 
Estas informações para V. Exª já nada têm de novo, mas volta-se ao mesmo, pelo facto de nada ter sido mexido em prol dos moradores desta zona remota do Birro das Pedralvas que merecem tratamento adequado, justo e digno.
 
 
Registe-se que o matagal à volta do nº 1 da Ary dos Santos, continua, natural e lamentavelmente, a evidenciar-se pela rataria que vai proliferando. Vai-nos valendo os nossos amigos felinos que vão dando coça aos seus inimigos de estimação, como comprova a fotografia, onde a magnifica gata “Turquesa”, da colónia das Pedralvas, está atenta a tudo o que mexe naquele degradado espaço, que pouco falta para ser classificado de floresta… A verdade é que a imagem não engana… Este estado de coisas mantém-se há meses… Até quando, pergunta-se!
 

Enfim, volto a referir que a degradação, o esquecimento e o desleixo continuam por parte das entidades que devem cuidar da qualidade de vida que os moradores desta zona remota do Bairro das Pedralvas tanto aspiram!
 


Já sabe V. Exª que existem novos episódios, para além dos que aqui são denunciados há meses, mas nem uns nem outros se verificou qualquer mexida, que os solucionasse!

Onde mora a qualidade de vida que tanto aspiramos?
 
Enfim, coisas sérias a serem tratadas, parece-me, como se brincadeira se tratasse…

O resto das anomalias desta zona remota continua, desde o primeiro dia, na mesma.

Mais uma vez volto a dar conta a V. Exª de que tudo o que é para arranjar (ou melhorar) continua na mesma.

Tudo o resto mantém-se, sem uma pontinha de evolução o que é uma tremenda injustiça para quem quer viver com qualidade de vida e nem com estas pertinentes informações lá chega.

Será pedir muito?

Contudo, há que aceitar a esperança transmitida pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina Maciel Almeida Correia, na sua comunicação de 13 de fevereiro de 2019, através da Chefe de Gabinete, Drª  Fátima Madureira, onde diz “Encarrega-me o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, de acusar a receção do e-mail de V. Exa. relativamente ao assunto em epígrafe e agradecer a chamada de atenção, e informar que os problemas descritos serão tidos em consideração em futuras intervenções no Bairro das Pedralvas”.

Continuamos, sem desfalecimentos ou quebra de capacidade, a lamentar que as questões apresentadas e ainda por resolver sejam por nós moradores nesta zona remota do Bairro das Pedralvas entendidas como desprezo, desinteresse, indiferença assustadora da junta de Benfica para com os fregueses.

Portanto, ainda existe da vossa parte a mesma lentidão/imobilização, o que, lamentavelmente, não é aceitável.

V. Exª, querendo, pode fazer melhor, atendendo às pertinentes observações, todas elas expressas na lista que à frente dou destaque.

Magoa-nos muito a vossa incapacidade, complacência e falta de dinamismo para solucionar as questões que lhes vão sendo apresentadas há meses, com cordialidade e sentido de responsabilidade…

Contudo, a questão da passadeira de peões da rua Ary dos Santos, pese embora a pintura feita a 13 de agosto de 2018 desse um ar de rigor e exigência para os infratores, mas, na verdade e como as imagens desde sempre têm comprovado, continuam a prevaricar, sentindo-se como em casa, isto é, a impunidade que os privilegia é aceite como uma coisa maravilhosa, logo a continuidade no abuso de estacionamento naquele espaço é um convite a continuar na maior…

Nas imensas e diversas imagens que temos divulgado, constata-se o desplante dos infratores que estacionam na passadeira como se fosse o seu parque de estacionamento privativo…

Com uma pequena obra o assunto é resolvido de vez e para sempre!

Lembro que a vossa propaganda continua ativa e acérrima, expressando que

“a nossa obra são as pessoas…”

Mas, uma coisa é o que se diz, outra é o que se faz…

Eis a lista com os problemas que continuam a afetar a comunidade desta zona remota do Bairro das Pedralvas:

- Como as imagens sempre certificaram durante meses e meses, impedir o estacionamento na mencionada e única passagem de peões da rua Ary dos Santos, com uma pequena obra, ou seja, acrescentar o passeio, como o fizeram na rua Maria Lamas. 

- Pintar a totalidade da referida passagem de peões. 

- Tapar 2 enormes buracos feitos pela rataria, agora no relvado existente na frontaria entre o Lar de Cidadãos Deficientes e o prédio da Ary dos Santos nº 1.

- Quando chove, a sarjeta defronte à extinta dependência do Montepio, onde está uma passagem de peões, continua a expelir as águas pluviais que deveria recolher.

- Limpeza das sarjetas em toda a zona das ruas Maria Lamas e Ary dos Santos, todas elas atulhadas de lixo.

- O matagal à volta do prédio nº 1 da Ary dos Santos, com rataria a condizer…

Quanto à pintura da totalidade da passeira de peões da Ary dos Santos, direi que o trabalho ficou incompleto. A rua tem dois sentidos!

Será que ninguém tem a sensibilidade para estas eloquentes evidências?

Até daqui a um mês.

Saudações e Bom Ano 2020!

Alberto Helder
 



 




 





 






 
 

















 

OS COMANDOS NOS TRÊS TEATROS DA GUERRA DO ULTRAMAR – PRESENÇA EM ANGOLA (11º DE 32 EPISÓDIOS)

GRUPO DE COMANDOS “OS SEM PAVOR”
Os integrantes deste grupo de Comandos foram originários do Batalhão de Caçadores 379,
foi composto pela Companhia de Comando e Serviço (CCS), mobilizada pelo Regimento de
Caçadores 5, Lisboa, e pelas Companhias de Caçadores 426, 427 e 428
 (tendo esta unidade adotado a divisa:
"DE QUEM FEITOS ILUSTRES SE SOUBERAM"),
todas incorporadas no Regimento de Infantaria 16 (Évora).
Este Batalhão, que utilizou a divisa “NÃO ACHA QUEM POR ARMAS LHE RESISTA”,
embarcou para Angola a 10 de abril de 1963 e chegou a Luanda, no dia 20.
O regresso a Lisboa verificou-se a 23 de novembro de 1964.
A história da unidade, deste Batalhão, está no Arquivo Histórico Militar,
onde poderá ser consultada na cota: 2/2/102/5.
A constituição do Grupo “Os Sem Pavor”, a seguir descrita, evocando-se nomes e patentes, só foi definitiva após os seus componentes terem frequentado voluntariamente o 1º curso específico da especialidade, com aproveitamento, durante 87 dias, iniciado em 30 de junho de 1963 e terminado em 25 de setembro de 1963, no Centro de Instrução 16, localizado em Quibala (Norte de Angola), quando voltam às suas unidades.
A existência e a operacionalidade deste Grupo de Comandos decorreram durante 425 dias, ou seja, desde o final do curso da especialidade, até ao fim do cumprimento da honrosa missão do Batalhão 379 em Angola, quando regressa à então chamada Metrópole. 
CONTINGENTE: 32 Comandos. 
COMANDANTE:
Eduardo Ribeiro Silva, Alferes, Compª 426
-Distinguido com a Cruz de Guerra 3ª classe
(OE 1, II série, de 02.01.1965)- 
SARGENTOS:
Duarte Ferreira Fernandes Fonseca, Furriel, Compª 426
Helder Dinis Almeida Neves, Furriel, Compª 426
João Figueira Peres, Furriel, Compª 428 
PRAÇAS:
André Manuel Guiomar Vaz, 1º Cabo 115/62, CCS
António Lopes, Soldado 965/62, Compª 426
Armando Cardoso Alves, Soldado 950/62, Compª 426
Augusto Assunção Barrinha, Soldado 1033/62, Compª 427
Fernando Silva Rocha, Soldado 942/62, Compª 426
Francisco Correia Agostinho, Soldado 910/62, Compª 426
Henrique Gomes Santos, 1º Cabo 735/62, Compª 426
João Patrocínio Vinagre, Soldado 1457/62, Compª 426
Joaquim Machado Marques, Soldado 897/62, Compª 428
José Alves, 1º Cabo 862/62, Compª 428
José António Coelho, 1º Cabo 1001/62, Compª 426
José Augusto Fernandes, Soldado 1115/62, Compª 427
José Costa Pires, Soldado 1123/62, Compª 427
José Francisco Guerreira Horta, Soldado 816/62, Compª 428
José Guerreiro Lopes, Soldado 1014/62, Compª 428
José Maria Anunciação, 1º Cabo 1093/62, Compª 427
José Nascimento Lopes, Soldado 781/62, Compª 428
José Nunes Marvão, Soldado 990/62, Compª 426
José Pereira Neves, Soldado 1224/62, Compª 426
José Pereira Vaz, Soldado 1003/62, Compª 428
Luís Francisco Rodrigues, Soldado 1105/62. Compª 427
Manuel Jacinto Monteiro, Soldado 1015/62, Compª 426
Manuel Lopes Gonçalves, Soldado 981/62, Compª 426
Mário Sousa Rodrigues, Soldado 1088/62, Compª 427
Pedro Matos, Soldado 1091/62. Compª 427
Rogério José Duarte Almeida, Soldado 738/62, Compª 428
Sérgio Lopes, 1º Cabo 933/62, Compª 426
Silvério Joaquim Pinto Silva, 1º Cabo 1066/62, Compª 427
Registo de parte da atividade operacional do Grupo “Os Sem Pavor”, nalguns casos atuando conjuntamente com outros grupos de Comandos, nas seguintes datas e lugares:
08.09.1963 – Rio Luege. Operação: “Boina Vermelha I”.
13.09.1963 – Rio Loge, Norte de Quiouon e Muxixe. Operação: “Boina Vermelha II”.
16.09.1963 – Rios Loge, Luege e Luaia. Operação: “Boina Vermelha III”.
24.09.1963 – Rio Luaia. Operação: “Boina Vermelha IV”.
01.11.1963 a 11.11.1963 – Cacilha. Operação “Piriquito Espanhol”.
20.12.1963 – Noroeste de Úcua, Jungo. Operação: “Bossa Nova”.
08.01.1964 a 10.01.1964 – Rio Teba e Mata da Micala. Operação: “Desmancha Prazeres”.
19.01.1964 a 29.01.1964 – Úcua, Rios Úcua, Pango, Cassoneca, Barraca e Zenza.
Operação: “Tira Teimas”.
23.03.1964 a 02.04.1964 – Nambuangongo e Zala.
17.04.1964 a 19.04.1964 – Cambamba. Operação: “Guerra Alegre”.
08.05.1964 a 13.05.1964 – Mucondo, Zemba, Colua e Liberato. Operação: “Opmz”.
06.06.1964 a 08.06.1964 – Beira-Baixa, Rios Quifusse e Onzo. Operação: “Aiué 1”.
21.06.1964 a 23.06.1964 – Úcua, vale Rio Dange. Operação: “Dilundo Grande”.
18.07.1964 a 24.07.1964 – Quitexe, Aldeia Viçosa, Rios Luquengue, Calambinga, Vamba, Dange e Serras Golombe, Nambinga, Cananga e Uíge. Operação: “Outra Vez”.
27.09.1964 a 30.09.1964 – Dembo e Quilumbo. Operação: Sitting Bull”.
07.11.1964 a 09.11.1964 – Sudeste de Muxaluando, Caiengue, Quimanoxe e Rio Lifune.
Operação: “Café Com Leite”.
02.01.1965 a 11.01.1965 – Rio Fulege. Operação: “Caça Busca 2”.
23.01.1965 a 27.01.1965 – Rios Cangue-Ge, Zenza e Cuilo. Operação: “Boina Vermelha 2”.
07.02.1965 a 11.02.1965 – Rio Caifundo. Operação: “Arara Verde”.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

OS COMANDOS NOS TRÊS TEATROS DA GUERRA DO ULTRAMAR – PRESENÇA EM ANGOLA (10º DE 32 EPISÓDIOS)

GRUPO DE COMANDOS “OS CORSÁRIOS C”
Os integrantes deste grupo de Comandos foram todos originários da Companhia de Caçadores
Especiais Independente 365, mobilizada pelo Regimento de Caçadores 10 (Chaves).
Esta Companhia e embarcou para Angola a 13 de julho de 1962 e chegou a Luanda no dia 23. O regresso a casa verificou-se quando saiu de Luanda a 1 de setembro de 1964 e chegou a Lisboa em 10 de setembro de 1964. Nas duas viagens foi utilizado o navio “Vera Cruz”.
Não existe a história desta unidade no Arquivo Histórico Militar.
A constituição do Grupo “Os Corsários C”, a seguir descrita, evocando-se nomes, patentes e outros dados, só foi definitiva após os seus componentes terem frequentado voluntariamente o curso específico, com aproveitamento, durante 82 dias, iniciado em 9 de setembro de 1962 e terminado em 30 de novembro de 1962, no Centro de Instrução 21, localizado na Zemba (Norte de Angola), quando voltaram às suas unidades.
A existência e a operacionalidade deste Grupo de Comandos decorreram durante 641 dias, ou seja, desde o final do curso da especialidade, até ao fim do cumprimento da honrosa missão da Companhia 365 em Angola, quando regressa à então chamada Metrópole,
em 1 de setembro de 1964.
Perante o elevado número de elementos da CCE 365 que ingressou nas fileiras dos Comandos, a sua distribuição verificou-se por três Grupos, identificados pelas letras “A”, “B” e “C”.
CONTINGENTE: 27 Comandos.
COMANDANTE:
Teófilo Espírito Santo Gomes, Alferes
SARGENTOS:
José Aurélio Monteiro Anacleto, Furriel
Manuel Cunha Lourenço, Furriel
PRAÇAS:
Abílio Andrade Brandão Cruz, Soldado 497/62
Acácio Gomes Pacheco, Soldado 941/62
Albino Teixeira Sousa, 1º Cabo 125/62
Álvaro Alves Costa, 1º Cabo 265/62
Américo Silva Gomes, Soldado 456/62
Aníbal Silva Fernandes, Soldado 592/62
António Borges Gaspar Neves, Soldado 2210/61
António Cruz Cordeiro, Soldado 467/62
António Marques Antunes, Soldado 281/62
António Parreira Pires Coelho, Soldado 264/62
Belchior Ferreira Santos Pestana, 1º Cabo 20/62
Bigail Martinho, Soldado 19/62
Ernesto Silva Monteiro, Soldado 187/62
Francisco Pires Ferreira, Soldado 71/62
Hélder Correia Ferreira, Soldado 18/62
Joaquim Augusto Ferreira Ribeiro, Soldado 42/62
José António Fernandes Almeida, Soldado 470/62
José Jesus Rodrigues, Soldado 454/62
José Manuel Faria Santos Breia, Soldado 180/62
José Santos Ferreira, Soldado 1076/62
Leonel Santos Amaral, 1º Cabo 457/62
Manuel Alves Oliveira, 1º Cabo 761/62
Manuel Freitas Rodrigues, Soldado 591/62
Manuel José Magro Vieira, Soldado 302/62
Registo de parte da atividade operacional do Grupo “Os Corsários C”, nalguns casos atuando conjuntamente com outros grupos de Comandos, nas seguintes datas e lugares:
07.10.1962 – Rio Lifune.
09.10.1962 – Vale do Rio Cambo. Operação: “Largada Feliz”.
12.10.1962 – Fazenda Sá.
16.10.1962 – Rios Suege, Cácua, Caxiri e Liquinge.
17.10.1962 – Rio Cambo.
18.10.1962 – Calaladando, Malonde e Rio Cácua.
17.12.1962 a 25.12.1962 – Maciço dos Quiuenenes e Quicabo.
14.01.1963 a 18.01.1963 – Fazenda Beira Baixa e Quinguimbe. Operação: “Três Couces”.
17.01.1963 a 19.01.1063 – Quissacala, Gombe do Zombo, Cossequele e Quibaba.
Operação: “Limpeza Geral”.
27.01.1963 a 09.02.1963 – Quitexe, Muhombo, Quipedro, Quitoque, Quinguenda, Cauanga,
Cólua e Rios Lamanha, Uamba e Luica.
05.02.1963 a 07.02.1963 – Muteno, Cacamba, Massuaua, Gombe Ia Muquiama e Funda.
Operação: “Faca Afiada”.
10.02.1963 a 12.02.1963 – Jungo, ilha de Casselemgue. Operação: “Barba Escanhoada”.
16.02.1963 a 27.02.1963 – Serras Quinbinda e Ambuila. Operação: Osso Duro”.
19.02.1963 a 18.03.1963 – Úcua, Fazendas Belo Horizonte e Santa Clara, Roça Maria Paula,
Pango Alúquem, Quissacala, Banza do Esso, Gingeu e Rios Teba, Dange e Quilo.
05.03.1963 a 08.03.1963 – Quitexe, Rios Niatche e Vamba. Operação: “Osso Roído”.
22.03.1963 a 26.03.1963 – Maciço dos Quiuenenes. Operação “Cubata Velha”.
07.04.1963 a 09.04.1963 – Úcua, Quissacala e Fazenda Ube. Operação: “Não desisto”.
15.04.1963 a 17.04.1963 – Vale do Rio Ube, Quissacala, Talo e Pedra Verde.
Operação: “Bossa Nova”.
03.06.1963 – Rios Dange, Boqui e Lulumba.
18.06.1963 a 21.06.1963 – Entre os Rios Dange e Luica. Operação: “Teco-Teco”.
27.07.1963 e 28.07.1963 – Muxaluando. Operação: “Sempre Festa”.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

OS COMANDOS NOS TRÊS TEATROS DA GUERRA DO ULTRAMAR – PRESENÇA EM ANGOLA (9º DE 32 EPISÓDIOS)

GRUPO DE COMANDOS “OS CORSÁRIOS B” 
Os integrantes deste grupo de Comandos foram todos originários da Companhia de Caçadores
Especiais Independente 365, mobilizada pelo Regimento de Caçadores 10 (Chaves).
Esta Companhia e embarcou para Angola a 13 de julho de 1962 e chegou a Luanda no dia 23. O regresso a casa verificou-se quando saiu de Luanda a 1 de setembro de 1964 e chegou a Lisboa em 10 de setembro de 1964. Nas duas viagens foi utilizado o navio “Vera Cruz”.
Não existe a história desta unidade no Arquivo Histórico Militar.
A constituição do Grupo “Os Corsários B”, a seguir descrita, evocando-se nomes, patentes e outros dados, só foi definitiva após os seus componentes terem frequentado voluntariamente o curso específico, com aproveitamento, durante 82 dias, iniciado em 9 de setembro de 1962 e terminado em 30 de novembro de 1962, no Centro de Instrução 21, localizado na Zemba (Norte de Angola), quando voltaram às suas unidades.
A existência e a operacionalidade deste Grupo de Comandos decorreram durante 641 dias, ou seja, desde o final do curso da especialidade, até ao fim do cumprimento da honrosa missão da Companhia 365 em Angola, quando regressa à então chamada Metrópole,
em 1 de setembro de 1964.
Perante o elevado número de elementos da CCE 365 que ingressou nas fileiras dos Comandos, a sua distribuição verificou-se por três Grupos, identificados pelas letras “A”, “B” e “C”.
CONTINGENTE: 38 Comandos.
COMANDANTE:
Mário Santos Vaz Pardal, Alferes
SARGENTOS:
Francisco Peixoto Ribeiro, Furriel
José Manuel Reis Fernandes, Furriel
PRAÇAS:
Adolfo Moreira Maia, Soldado 296/62
Aníbal Alvão Pereira Carvalho, Soldado 486/62
António Augusto Quintas, 1º Cabo 31/62
António Ferreira, Soldado 1074/62
António Joaquim Peixoto Barria, Soldado 543/62
António Maria Silva Lemos, Soldado 593/62
António Oliveira Teodoro, Soldado 1079/62
António Pereira Ramos, Soldado 519/62
Bernardino Rodrigues Santos, Soldado 327/62
Carlos Ferreira Gonçalves Costa, Soldado 412/62
Carlos Rodrigues Costa, 1º Cabo 178/62
Casimiro Rodrigues Rego, Soldado 232/62
Custódio Cardoso Oliveira, Soldado 277/62
Custódio Fernandes Silva, Soldado 227/62
Daniel Rodrigues Silva, Soldado 910/62
Domingos Machado Fernandes, Soldado 197/62
Eduardo Alves Domingues, Soldado 607/62
Filipe Pires Felgueiras, Soldado 558/62
Horácio Jesus Cardoso, Soldado 1975/61
Ismael Costa Rodrigues, Soldado 331/62
Isolino Silva Fernandes, Soldado 206/62
João Gonçalves Ruivo, Soldado 589/62
Joaquim Paulino Silva Amaral, 1º Cabo 801/62
José Emílio Silva Lopes, 1º Cabo 98/62
José Frias Figueiredo, Soldado 737/62
José Magalhães Barros, Soldado 533/62
José Rodrigues Baptista, Soldado 177/62
José Silva Salgado, Soldado 609/62
José Vilela Leite, Soldado 287/62
Manuel José Costa, 1º Cabo 130/62
Marciano Luís Almeida, Soldado 809/62
Mário Albuquerque Martins, 1º Cabo 810/62
Nelson Simões Almeida Correia, 1º Cabo 862/62
Secundino Fernando Macedo Silva, Soldado 201/62
Vasco Ferreira Ribeiro, Soldado 832/62
Registo de parte da atividade operacional do Grupo “Os Corsários B”, nalguns casos atuando conjuntamente com outros grupos de Comandos, nas seguintes datas e lugares:
07.10.1962 – Rio Lifune.
09.10.1962 – Vale do Rio Cambo. Operação: “Largada Feliz”.
12.10.1962 – Fazenda Sá
16.10.1962 – Rios Suege, Cácua, Caxiri e Liquinge.
17.10.1962 – Rio Cambo.
18.10.1962 – Calaladando, Malonde e Rio Cácua.
17.12.1962 a 25.12.1962 – Maciço dos Quiuenenes e Quicabo.
14.01.1963 a 18.01.1963 – Fazenda Beira Baixa e Quinguimbe. Operação: “Três Couces”.
17.01.1963 a 19.01.1063 – Quissacala, Gombe do Zombo, Cossequele e Quibaba.
Operação: “Limpeza Geral”.
27.01.1963 a 09.02.1963 – Quitexe, Muhombo, Quipedro, Quitoque, Quinguenda,
Cauanga, Cólua e Rios Lamanha, Uamba e Luica.
05.02.1963 a 07.02.1963 – Muteno, Cacamba, Massuaua, Gombe Ia Muquiama e Funda.
Operação: “Faca Afiada”.
10.02.1963 a 12.02.1963 – Jungo, ilha de Casselemgue. Operação: “Barba Escanhoada”.
16.02.1963 a 27.02.1963 – Serras Quinbinda e Ambuila. Operação: Osso Duro”.
19.02.1963 a 18.03.1963 – Úcua, Fazendas Belo Horizonte e Santa Clara, Roça Maria Paula,
Pango Alúquem, Quissacala, Banza do Esso, Gingeu e Rios Teba, Dange e Quilo.
05.03.1963 a 08.03.1963 – Quitexe, Rios Niatche e Vamba. Operação: “Osso Roído”.
22.03.1963 a 26.03.1963 – Maciço dos Quiuenenes. Operação “Cubata Velha”.
07.04.1963 a 09.04.1963 – Úcua, Quissacala e Fazenda Ube. Operação: “Não desisto”.
15.04.1963 a 17.04.1963 – Vale do Rio Ube, Quissacala, Talo e Pedra Verde.
Operação: “Bossa Nova”.
03.06.1963 – Rios Dange, Boqui e Lulumba.
18.06.1963 a 21.06.1963 – Entre os Rios Dange e Luica. Operação: “Teco-Teco”.
27.07.1963 e 28.07.1963 – Muxaluando. Operação: “Sempre Festa”.