Deu-se a conhecer os conselhos que, naquela altura, procuraram ser de interesse para quem fosse jogador ou se iniciasse na prática do futebol. Algumas dessas recomendações estão actualizadas e deveriam ser seguidas.

Naquele tempo em França, um associado dum clube desportivo não podia fazer desporto sem ser submetido a inspecção médica rigorosa que incluía análises ao sangue, à urina e outros exames complementares necessários.

Os portugueses tinham espírito meridional em que os nervos comandavam mais do que os músculos. A vitória moral sobrepunha-se à física!
Só com exercício apurado é que se adquire o fôlego, assim como o treino de corrida, sprints, paragens bruscas e mudança de direcção tão importante para um jogador que se quer rápido e enérgico. Corridas ao pé-coxinho, flexões e saltos à corda são aconselháveis. 

O futebol é um jogo violento (?!), logo há que avisar e precaver os jogadores para as suas consequências.
Alvitra-se que a ginástica sueca seja adoptada para se obter melhoria na qualidade dos dribles, passes e remates, seja com os pés ou com a cabeça, pois daí depende, por vezes, o resultado do jogo.
Alvitra-se que a ginástica sueca seja adoptada para se obter melhoria na qualidade dos dribles, passes e remates, seja com os pés ou com a cabeça, pois daí depende, por vezes, o resultado do jogo.

Quanto à orientação da equipa sugere-se que seja feita por alguém que tenha sido um bom jogador de futebol e que tenha conhecimentos de preparação física para instruir os seus pupilos.
O Capitão da equipa deve conhecer a vida particular dos seus colegas, indagando os seus hábitos, para lhes combater os vícios perniciosos a uma saudável actividade desportiva.
Deve pautar a sua conduta e as dos companheiros acima de qualquer suspeita, com respeito pelo adversário e pelo clube que defende, já que a dedicação que lhe é devida pode ir até ao sacrifício. Não esquecer a pontualidade e a assiduidade, tão importantes neste contexto.
Os clubes dependem dos seus jogadores e estes dependem dos seus capitães!
O Capitão da equipa deve conhecer a vida particular dos seus colegas, indagando os seus hábitos, para lhes combater os vícios perniciosos a uma saudável actividade desportiva.

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