quarta-feira, 5 de maio de 2010

RODRIGUES & RODRIGUES – UMA DE SAUDADE…


Porque hoje faz precisamente há 53 anos (!), que a equipa de futebol da empresa disputou em Tortosendo um encontro amigável de futebol com a equipa da Sociedade de Fabricantes, interessa divulgar uma foto desse memorável convívio, pese embora já aqui tenha feito referência, em Outubro de 2007, a essa deslocação e ao jogo que poderá ser vista em: http://albertohelder.blogspot.com/2007/10/apontamentos-sobre-minha-actividade_23.html A foto (gentilmente cedida por Anabela Quaresma) foi obtida no Hotel de Turismo da Serra da Estrela. Eis os nomes dos elementos que integraram a comitiva: De pé: Alfredo Silva, António Domingos, José Alves, Alfredo Sousa, José Lopes, Amadeu Fernandes, Júlio Filipe, Fernando Marinho, Alfredo Gonçalves, João Rebelo, Elmano Santos, Pipi, José Felício, Artur Silva e Joaquim Lopes. Em baixo: João Domingos, Francisco Sequeira, João Assis, Jorge Lopes, Adérito Elias, Augusto Barata, António Mercê, Manuel Gonçalves, Rafael, Augusto Domingos, Aldino, Francisco Nunes, António Quaresma, eu, Manuel Dias, Bandeira e António Lopes.
5 de Maio de 1957
Ai que saudades, ai, ai…

terça-feira, 4 de maio de 2010

PROCESSO DAS CLASSIFICAÇÕES DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL (10)

Como previsto efectuou-se no dia 21 de Abril (quarta-feira) a audiência das últimas testemunhas, com a sessão a iniciar-se às 10H16 (marcada para 09H30) e a terminar às 11H13.

Compareceram perante o habitual colectivo de juízes e procurador os arguidos Pinto de Sousa, António Henriques, Azevedo Duarte, Paulo Torrão e Francisco Costa. Estiveram, também, presentes 16 advogados.

A primeira pessoa a ser interrogada, por vídeo-conferência, a partir de Barcelos, foi

ANTÓNIO FRANCISCO SANTOS ROCHA (ex-Observador)
Perguntado se alguma vez tinha sido contactado directa ou indirectamente para prejudicar ou beneficiar Árbitros, disse que nesse sentido não, mas sim sobre situações emergentes da função que desempenhava. Nem se quer se lembra ter sido inquirido telefonicamente se tinha corrido bem o jogo Paços Brandão-Fiães, realizado em 04.04.2004 e dirigido por Paulo Alves. Não se lembra também se alguma vez Azevedo Duarte o contactou. Sobre a falsificação do relatório do desafio Porto-B com o Pedras Rubras, sendo o Assessor Augusto Lourenço e onde lhe foram retirados pontos de penalização que vieram a beneficiá-lo também não se lembra.

JOSÉ ALBERTO VEIGA TRIGO (Ex-Assessor e também interveio por vídeo-conferência, desde Beja). Amigo de longa data de Pinto de Sousa, foi por este convidado para acompanhar jovens Árbitros da terceira categoria nacional e a fim de, com a sua experiência, dar-lhes conselhos para melhorarem as suas prestações quando em actividade. Revela que Pinto de Sousa preocupava-se muito com a arbitragem portuguesa e desenvolveu acções importantes para a prestigiar e dignificar. Pinto de Sousa conseguiu trazer dirigentes estrangeiros aos cursos da Federação. Quanto às discrepâncias que se verificavam entre os relatórios dos Observadores e dos Assessores afirma que muitos dos primeiros encontravam-se mal preparados e sem condições para exercerem a função. No seu caso pessoal diz que, sem qualquer dúvida, foi vítima dos Observadores, os quais, na sua opinião, são um cancro. Perguntado se Pinto de Sousa tinha conhecimento dos ilícitos quanto às classificações, respondeu ao Tribunal que era possível que sim. À pergunta se a simples nomeação de Observador pode manipular a pontuação a atribuir ao Árbitro, respondeu que pensa que não, mas pode acontecer num ou noutro caso… Destaca a seriedade, carácter e o espírito humanitário de Pinto de Sousa, com quem mantém boas relações e destaca a grande surpresa que sentiu quando o viu envolvido nesta embrulhada.

ÂNGELO CARLOS LOPES MONT’ALVERNE BROU (Secretário-geral da Federação Portuguesa de Futebol) – Explica presencialmente quais as funções de Paulo Torrão na estrutura da Federação Portuguesa de Futebol, como responsável do Departamento de Informática e Telecomunicações, sector que dá apoio aos diversos órgãos da instituição. Mais informou que Paulo Torrão tem o dever de obediência para executar as decisões que lhe são emanadas pelos responsáveis dos serviços federativos sem ter conhecimento do que deu origem. Também afirmou que Paulo Torrão desconhecia por completo o método utilizado pelo Conselho de Arbitragem para elaborar as classificações dos Árbitros. Não conhece a vida privada de Paulo Torrão, mas certificou ser uma pessoa íntegra e um excelente profissional, sempre pronto para resolver todos os problemas da sua área de actuação na Federação. Interrogado se Paulo Torrão satisfazia pedidos impróprios respondeu que ele, quando tinha dúvidas em executar alguma tarefa, contactava-o e o Departamento Jurídico avaliava a situação. O que sabe é que Paulo Torrão cumpria as normas em vigor, que elaborou o programa informático para as classificações mas nunca classificava, tarefa da responsabilidade do Conselho de Arbitragem federativo.

PAULO MANUEL MARQUES LOURENÇO (Coordenador da Área Administrativa e Financeira da Federação Portuguesa de Futebol) – Amigo pessoal de Paulo Torrão disse, pessoalmente, que é um profissional exemplar. Inquirido sobre o papel do Departamento de Informática respondeu que mantém em funcionamento toda essa estrutura federativa. Se tem o dever de obediência, que sim, que executa as solicitações. Não tem que confirmar as decisões, só o Departamento Jurídico é que sabe se os Regulamentos estavam a ser cumpridos. Diz que Paulo Torrão não sabe dos Regulamentos que regem o Conselho de Arbitragem, logo as pontuações atribuídas aos Árbitros, as suas classificações não são da sua competência ou responsabilidade. Afirmou que Paulo Torrão nunca faria ilegalidades se soubesse existir ilícitos. Existiam alterações às grelhas classificativas mensais dos Árbitros após cada observação, o que é natural e normal. Tem grande consideração e estima por Paulo Torrão, pessoa íntegra, ao ponto de sustentar que se fosse empresário queria-o como colaborador. Sabe que Paulo Torrão conheceu os membros do Conselho de Arbitragem da Federação, mas sem qualquer intimidade. Por último respondeu à seguinte questão: Se Paulo Torrão fosse confrontado com a hipótese de anular muitas facturas no sistema informático, como é que deveria proceder? Disse: Contactava o Departamento que emanou a ordem para saber da decisão.

A próxima audiência, onde serão apresentadas as alegações finais, terá lugar no dia 5 de Maio de 2010 (quarta-feira), às 10H00, começando-se por ouvir o procurador.

A leitura do Acórdão ficou marcada para o 4 de Junho (sexta-feira).

segunda-feira, 3 de maio de 2010

PRESENÇA NO PROGRAMA RADIOFÓNICO LUGAR CATIVO

Graças ao convite do responsável do programa, Fernando Correia, o mais categorizado e prestigiado jornalista em Portugal, estive no Rádio Clube Português, na noite de 15 de Abril, a dar conta dos trabalhos sobre a história da arbitragem portuguesa que vou desenvolvendo e aqui divulgados.
Foi uma hora bem passada, interessante até, com intervenções pertinentes dos ouvintes a colocarem questões mais sobre o estado actual da arbitragem portuguesa.
Do passado, já foi, claro… Mesmo assim falei sobre o estado de estagnação em que se encontra o dirigismo federativo da classe, o qual continua amorfo e com falta de ideias claras, precisas e dinâmicas para o sector… Coisas...

domingo, 2 de maio de 2010

NÚCLEO LINHA DE SINTRA - ACTIVIDADES EM MAIO 2010

Nas próximas terças-feiras estão previstos os seguintes acontecimentos:

Dias 4 e 25
Sessões Técnicas
21H30 – Casos de Jogo
21H55 – Pausa
22H00 – Tema: Preparação para os exames
23H30 – Encerramento da Sessão

Dia 11
Assembleia-geral para apresentação de contas.

Dia 18
Os sócios vão eleger novos órgãos sociais do Núcleo

As reuniões efectuam-se na sede do Núcleo na Rua da Choupaninha, 5, cave direita,

Rio de Mouro.
Telefaxe: 219 171 591 Telemóvel: 963 327 656
Correio electrónico: nafls.sintra@gmail.com

Como chegar:
Na IC19, desvia-se na saída Rinchoa/Rio de Mouro. Segue-se em frente na rotunda, e, depois de passar sob a ponte ferroviária, vira-se à esquerda. Ultrapassados os semáforos, corta-se na 2ª rua à esquerda, na rua da Caixa Geral de Depósitos. Ao chegar ao 1º prédio do lado esquerdo, desce-se as escadas e a Sede do Núcleo situa-se no lado direito.
Ver mais: http://nafls-sintra.webnode.com/

sábado, 1 de maio de 2010

ÁRBITROS PORTUGUESES NOS CAMPEONATOS DO MUNDO DE FUTEBOL – ANTÓNIO SALDANHA RIBEIRO (3)

Eis alguns dados de ANTÓNIO SALDANHA RIBEIRO
Nasceu em: 7 de Dezembro de 1927
Freguesia: Maceira
Concelho: Leiria
Distrito: Leiria
Faleceu em: 12.12.1999
Iniciou-se na Actividade: 1951
Conselho de Arbitragem: Associação de Futebol de Leiria
Foi internacional durante 5 épocas (1968/69 a 1972/73)

Desportivamente, muito pouco se sabe de Saldanha Ribeiro, pese embora os contactos encetados com a hierarquia e junto dos seus familiares. Tomou-se conhecimento que praticou basquetebol no Maceira-Liz, futebol e Atletismo (meio fundo) e, depois de ter terminado a actividade de Árbitro de Futebol, chegou a membro do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.

-O Estádio Guanajuato, a 2008 metros de altitude...-

Era um homem bastante estudioso. Profissionalmente era escriturário. Passou 7 anos no Brasil e quando regressou fixou-se na Figueira da Foz. Teve 8 irmãos (Camilo, Elvira, Maria Alice, Adolfo, Manuela, Maria do Céu, Carlos Alberto e Maria de Lourdes) e o seu filho, António Miguel, é médico ortopedista. A indicação para fazer parte do lote dos 30 Árbitros que estiveram no mundial do México para dirigirem as 32 partidas previstas – obedeceu a critérios muito selectivos por parte do Comité de Arbitragem da FIFA que na reunião de 19 e 20 de Setembro de 1969, analisou 130 relatórios com informações referentes a 88 Árbitros pré-seleccionados. Depois de outra escolha mais pormenorizada permaneceram 53, para finalmente, ficarem os privilegiados, todos eles na foto, com os seus dirigentes. Saldanha Ribeiro assinalado a verde. Registe-se que neste mundial iniciou-se a exibição dos cartões disciplinares (amarelo e vermelho). O seu criador Kenneth Aston, árbitro internacional inglês, mal sabia que no primeiro jogo e logo no minuto inicial da partida de abertura México-União Soviética (0-0), foram advertidos 3 jogadores (!), Nodiya e Logofet, ambos da URSS e Pena, anfitrião. Ainda no decorrer do encontro ainda houve mais dois “contemplados”. No total da competição verificaram-se 33 advertência. Expulsões: zero. Passemos, então, ao

9º MUNDIAL – MÉXICO/1970

De: 31 de Maio a 21 de Junho.
Jogo nº 16 – Grupo: 4
Data: 7 de Junho, domingo.
Hora: 12H00
Local: Leon
Estádio: Guanajuato
Função: Árbitro Assistente
Selecções intervenientes: Alemanha-Bulgária
Resultado ao intervalo e final: 2-1 e 5-2.
Espectadores: 12.710
Árbitro do encontro: José Maria Ortiz Mendibil, 11.08.1926 (Espanha)
Colega Assistente: Guillermo Velazquez, 1932 (Colômbia)
Ver vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=a7zWEvEkBEY&feature=PlayList&p=034A44BFAC9008B2&index=34&playnext=2&playnext_from=PL
Jogo nº 24 – Grupo: 4
Data: 11 de Junho de 1970, quinta-feira.
Hora: 16H00
Local: Leon
Estádio: Guanajuato.
Função: Árbitro
Incidências disciplinares: Não se verificaram advertências ou expulsões.
Selecções intervenientes: Bulgária-Marrocos
Resultado ao intervalo e final: 1-0 e 1-1
Espectadores: 12.299
Colegas Assistentes: Laurens Van Ravens, 18.09.1922 (Holanda) e
Tofik Bakhramov, 29.11.1925 (União Soviética).
Ver vídeo da final: http://www.youtube.com/watch?v=OkBEbuHxapg&feature=PlayList&p=903E3AE64F610393&playnext=1&playnext_from=PL&index=29

sexta-feira, 30 de abril de 2010

CAJAP – CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE JUÍZES E ÁRBITROS DE PORTUGAL

A tomada de posse dos seus órgãos sociais efectuou-se no final da tarde do passado dia 14 de Março nas esplêndidas instalações do Comité Olímpico de Portugal, em Lisboa. Na mesa de honra estiveram João Paulo Bessa, representante do Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Vicente Moura, presidente do Comité Olímpico de Portugal, Rui Valente e Luís Guilherme, respectivamente presidentes da Mesa da Asembleia-geral e da Direcção da CAJAP, que discursaram e incentivaram o bom caminho que a Confederação irá levar em defesa dos seus objectivos e princípios. -Mesa de honra-
Destaque-se a ideia de Luís Guilherme que quer uma CAJAP forte, actuante e participativa em todas os assuntos que envolvem os agentes da arbitragem das diversas modalidades desportivas, tais como a Fiscalidade, exames médicos, a certificação da actividade de Árbitro atribuída por quem de direito, neste caso pelos próprios organismos da arbitragem nacional, reactivar o plano CREAR, do IDP-Instituto de Desporto de Portugal, angariação de novas Associações como sócios efectivos e, fundamentalmente, obter instalações próprias para a Confederação. -Rui Valente rubrica o livro oficial-
Quanto aos filiados deva-se dizer que desde a data da fundação da CAJAP (12.05.2006) só estão registados como sócios as Associações de classe que a criaram, logo fundadores, e que são as de Andebol, Basquetebol, Ciclismo, Futebol, Hóquei em Patins, Karaté, Ténis de Mesa, Tiro e Voleibol.
-Luís Guilherme assina auto de posse-
Contudo existem muitas outras entidades representativas dos Árbitros que estão organizadas e, naturalmente, poderão ser convocadas para se filiarem na Confederação, tais como as do Atletismo, Automobilismo e Karting, Ginástica Desportiva, Golfe, Judo, Natação, Rugby, Saltos de Obstáculos, Surf, Body, Long e Kneeboard, Taekwon-do e Ténis.-Vítor Pereira assume compromisso-
Outras modalidades existem e, se tiverem a sua Associação de classe, há que incentivar a importante adesão ao projecto CAJAP. Casos de Aikido, Artes Marciais Chinesas, Badmington, Basebol/Softbol, Bilhar, Boxe, Bridge, Budo, Canoagem, Corfbol, Damas, Dança Desportiva, Desporto para pessoa com deficiência, Desporto Equestre, Esgrima, Halterofilismo, Hóquei, Jet Ski, Kendo, Kickboxing, Lutas Amadoras, Motociclismo, Motonáutica, Paraquedismo, Pentatlo Moderno, Pesca Desportiva, Petanca, Remo, Sky Náutico, Squash, Sumo, Tiro com Arco, Trampolim e Desportos Acrobáticos, Triatlo, Vela, Voo Livre e Xadrez.-Vicente Moura-
Recorde-se que a CAJAP tem assento, por direito próprio, no Conselho Nacional do Desporto e espera-se a sua inclusão no seio do Comité Olimpico de Portugal. -João Paulo Bessa-
Os seus dirigentes para o mandato que terminará em 2012, estão assim ordenados: -Luís Guilherme-
MESA DA ASSEMBLEIA-GERAL
Presidente, Rui Manuel Mendonça Valente (Basquetebol), Vice-Presidente, Hélio Dinis Aguiar Ormonde (Voleibol), Secretário, Gustavo Manuel Rodrigues Sousa (Futebol), Suplente, Júlio Paulo Ramos Nepomuceno (Ténis de Mesa). -Manuel José Marques da Silva (Secretário-geral do COP), Vicente Moura e Joaquim Campos-
DIRECÇÃO
Presidente, Luís Manuel Blanco Rocha Guilherme (Futebol), Vice-Presidente, Hugo Filipe Baía Lopes Simões Virgílio (Andebol), Vice-Presidente, Luís Miguel Parente Sintra (Basquetebol), Tesoureiro, Jorge Augusto Baltazar Ventura (Hóquei em Patins), Secretária, Isabel Maria Franco Fernandes (Ciclismo), Suplentes, Carlos Alberto Paraíso da Silva (Ténis de Mesa) e Ricardo Miguel Figueiredo Monteiro (Tiro). -Prof. Silveira Ramos e Olegário Benquerença-
CONSELHO FISCAL
Presidente, Tiago Alexandre Costa Monteiro (Andebol), Relator, Joaquim Luís Sottomayor Figueiredo Madeira (Tiro), Secretário, Henrique Luís Silva Anselmo (Hóquei em Patins), Suplente, José Manuel Salgado Nascimento (Ciclismo). -Vítor Pereira e Luís Guilherme-
CONSELHO DEONTOLÓGICO
Presidente, António Manuel Santos Sobral (Voleibol), Vice-Presidente, Luís Filipe Paulo Brandão (Hóquei em Patins), Secretário, Alberto Helder Henrique dos Santos (Futebol), Suplente, Jorge Emanuel Nunes Sousa (Tiro). -Olegário Benquerença, João Nuno Pacheco e Gustavo de Sousa-
CONSELHO CONSULTIVO
Presidente, Vítor Manuel de Melo Pereira (Futebol), Vice-Presidente, Alfredo Pereira Teixeira (Andebol), Vogais, José Feliciano Costa (Hóquei em Patins), Paulo Félix (Voleibol), António Gil Coelho (Tiro), José Manuel Rocha P. Nina (Basquetebol), Silvino Fonseca da Silva (Ténis de Mesa), Teresa Paula Valente Martins (Ciclismo), n.n. (Karaté).
-Joaquim Campos, Olegário Benquerença e Rui Valente-

quinta-feira, 29 de abril de 2010

JOÃO MORAIS FALECEU – ESTAMOS MAIS POBRES…

O mais famoso jogador do Sporting Clube de Portugal, que com o seu golo – marcado directamente na execução de um pontapé de canto – contribuiu para a conquista da finalíssima da antiga Taça da Taças, disputada em Antuérpia no dia 15 de Maio de 1964, perante a equipa húngara do MTK. Dois dias antes tinham empatado (3-3) em Bruxelas. João Pedro Morais nasceu no Estoril em 6 de Março de 1935 e iniciou-se na prática do futebol no Sporting de Alcabideche, representando seguidamente o Grupo Desportivo Estoril-Praia, Sport Lisboa e Benfica, Sport Clube União Torriense e por fim o Sporting onde atingiu a notoriedade, como se disse. Mesmo assim, durante a sua vida desportiva, teve convites de outros clubes que pretendiam os seus serviços, casos de Belenenses, Caldas, Covilhã e Atlético de Madrid. Envergou a camisola da selecção portuguesa em 10 jogos internacionais. Recordo, com saudade, que vi aquele jogo na televisão num dos cafés na cidade das Caldas da Rainha, onde cumpria serviço militar no Regimento de Infantaria 5, e, pese embora o meu pendor benfiquista, gostei e exultei com a vitória dos eternos rivais. Foi bonito para todos nós…
Este companheiro faleceu anteontem, dia 27, no Instituto Português de Oncologia (Porto) e o funeral realiza-se hoje, 5ª feira, às 16H30, da Igreja de São Francisco de Vila do Conde para o Cemitério local.