FUTEBOLFIFA (2010.05.26) 208 PAÍSES
3º BRASIL, 2.124 pontos
1º BRASIL, 1.988 pontos
As sessões técnicas dos dias 1, 8 e 15 (terças-feiras) têm o seguinte programa comum, com o monitor residente:
Na edição do boletim O ÁRBITRO de há cinquenta anos, Órgão Oficial da Comissão Central, foram publicados os seguintes temas:
-Jovens desportistas de Ponta Delgada-
-Décio de Freitas nos Açores-
-Alberto Dusch-
-Alberto Dusch-
-Nunes Torrão-
Na rubrica Curiosidades, conta-se que em Alalborg (Dinamarca) a jovem Árbitra Lone Soerensen, de catorze anos dirigiu um jogo de futebol entre homens, sendo auxiliada pelo seu pai, presidente da Associação dos Árbitros da Jutlandia, nada mais se sabendo do acontecimento.
A Federação Portuguesa de Futebol apresenta a tabela-código do Regulamento Disciplinar descrevendo pormenorizadamente as infracções que poderão ocorrer no rectângulo de jogo as quais serão identificadas com um número, tornado assim mais fácil o preenchimento do relatório do jogo. Em vez de muito palavreado basta só colocar o algarismo respectivo da incorrecção. Simples…
Desta feita foi o colega alemão Albert Dusch o entrevistado de Um Árbitro estrangeiro de mês a mês.
Retalhos de Críticas aborda a disparidade dos jornalistas desportivos que opinam sem conhecimentos e sem senso. Dizem disparates a seu belo prazer sem terem em conta qualquer circunstância de que desconhecem. Agem como se fossem os maiores… E são, dizemos nós, mas na estupidez, claro.
No final da tarde do dia 7 de Maio foi a vez de Jaime Froufe Andrade, jornalista, expor o seu original NÃO SABES COMO VAIS MORRER.
Natural de Massarelos, Distrito do Porto, onde nasceu em 30 de Junho de 1945, Jaime Andrade cumpriu serviço militar em Moçambique (1968/1970), com a patente de Alferes Miliciano de Operações Especiais.
Passados que são estes anos Froufe Andrade, mantém uma forte esperança de voltar a Moçambique, encontrar-se e abraçar o seu adversário e devolver-lhe o rádio que está, ainda, à sua guarda, como se pode ver na imagem seguinte.
Recomenda-se a leitura desta obra, editada pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, colectânea Memória Perecível.

Razões?
Agradeço à APAF a cedência de material promocional, assim como as inúmeras manifestações de boa viagem que recebi na certeza, porém, de que irei dignificar uma vez mais a arbitragem portuguesa como sempre tenho feito.
A todos o meu Bem-haja!
Na quarta-feira, dia 21 de Abril, pelas 21H30, defrontaram-se no pavilhão do Casal do Marra (Batalha) as equipas representativas dos Núcleos de Porto de Mós e de Torres Vedras, em jogo que contava para a primeira jornada do grupo B, cujo resultado final ficou nos 3-3. Ao intervalo, os anfitriões ganhavam por 2-0.

-Alfredo Nunes Basílio-
PORTO DE MÓS (fundado em 12.01.1996 e alinhou com camisa às riscas) – 1-Helder Correia. 2-Wilson Gomes. 3-Nuno Mendes. 4-Luís Soares. 5-José Oliveira. 7-José Costa (Capitão). 8-Nicolau Rodrigues (advertido). 9-Jorge Gomes. 10-Márcio Ferreira. 11-Bruno Vieira. Responsáveis: Luciano Gonçalves, Rudy Silva, Célio Ferreira e Artur Louceiro.
-Equipa de arbitragem da final da Taça de Portugal 1965/66: Braga Barros, Feliz Santos e António Garrido-
11º MUNDIAL – 1978
JOGO Nº 4 - GRUPO 1
12º MUNDIAL -1982
JOGO: 8 - GRUPO 4
JOGO Nº 41 GRUPO 1-A