
Bom seria que todos os dias fossem assim, mas forças potentes e contrárias à nossa génese não deixam que tal aconteça.
Direi até, parafraseando um pensador do nosso tempo e da nossa praça, que só haverá a verdadeira felicidade nos nossos corações quando mundialmente falirem as fábricas de material bélico. Até lá, o mal-estar domina impiedosamente os humanos…
Sugiro que acedam às crónicas que aqui escrevi nos dois últimos anos em:
http://albertohelder.blogspot.com/2007/12/natal-pois-ento.html e
http://albertohelder.blogspot.com/2008/12/natal-2008.html
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