segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

NÚCLEO DA FIGUEIRA DA FOZ PROMOVE COLÓQUIO INOVADOR

Graças à determinação e energia do seu presidente, Armando Nascimento e dos seus pares (dirigentes), o Núcleo de Árbitros de Futebol da Figueira da Foz (fundado em 10.06.1987) está, desde há uns tempos, a desenvolver iniciativas dignas de registo. A última acção, que decorreu no excelente auditório Afonso Ernesto de Barros (Provedor da Santa Casa da Misericórdia local), na invernosa noite de 23 de Janeiro, ficou a cargo do Árbitro da 1ª categoria nacional, Pedro Henriques, que apresentou o tema O Treino da Tomada de Decisão do Árbitro de Futebol trabalho que em Dezembro passado lhe deu o título académico de Mestre, após ter defendido a sua tese na Faculdade de Motricidade Humana, na Cruz Quebrada. Pedro Jorge Carvalheiro Henriques, de seu nome completo, nasceu 26.09.1965, é oficial do Exército português, com a patente de Tenente-Coronel, e Árbitro desde 1990/91, inscrito no C.A. da A.F.Lisboa, uma vez mais esteve à altura dos seus pergaminhos ao expor de forma simples, objectiva e concisa esta sua obra de valor importante e incalculável para quem tem de exercitar-se com vista ao cabal desempenho da missão de dirigir jogos de futebol. As suas respostas, às questões colocadas pelos presentes, em número considerável, tiveram a devida correspondência ao mesmo nível. Ficou claro que a divulgação desta sua qualificada produção, quer através dos meios convencionais ou pelas novas tecnologias, deva ser feita com a celeridade necessária para chegar ao maior número de interessados, desejosos deste aplicarem este método de treinamento que muito os irá valorizar, facto que afirmo sem qualquer rodeios ou objecções. Na minha intervenção chamei a atenção para o facto da formação deficiente que existe na base da aprendizagem da cativante função que é ser Árbitro de Futebol e, naturalmente, recomendei a visita a este meu blogue… Anoto, ainda, a agradável presença e participação dos mais categorizados representantes da Associação de Futebol de Coimbra, Prof. Horácio Antunes (Presidente da Direcção), Apolino Pereira (Presidente do Conselho de Arbitragem), e dos Núcleos existentes no Distrito: Marques Bom, de Coimbra (Rui Tavares, Presidente), Soure (António Pinto, Presidente), Beira Serra (José Manuel Rodrigues, membro da Comissão Administrativa). Uma autêntica família que se entende e compreende o futebol e a sua paixão: a arbitragem! Quanto ao resto, para além de agradecer o convite para assistir à palestra, foi gratificante ter encontrado na Figueira da Foz imensos e bons amigos com quem convivi (que rico e saboroso leitão, àquela hora), conversei sobre a actualidade e, também, recordei tempos idos… Ai que saudades, ai, ai… A título de informação dou conta da constituição dos Órgãos Sociais do Núcleo: A saber: Assembleia Geral-Presidente, Dr. Lídio Manuel Coelho Neto Lopes. Vice-Presidente, Manuel António Fernandes Domingues. Secretário, Joaquim João Gil Pereira. Direcção-Presidente, Dr. Armando Carvalho Rodrigues do Nascimento. Vice-Presidente, José Agostinho da Silva Rodrigues. Tesoureiro, Carlos Manuel dos Santos Ferreira. Secretário, Carlos Miguel Fernandes e Vogais: Ana Paula Costa Teixeira e José Alfredo Góis Cardoso. Conselho Fiscal-Presidente, Apolino Manuel dos Santos Pereira. Secretário, Armando João Gomes Portulez e Relator, Manuel Martins Pereira Santos. Nota: Nesta minha deslocação acompanhei Agostinho Correia (Presidente do Núcleo de Lisboa) e Pedro Henriques a quem estou grato pela boleia. Ver mais:

http://nafffoz.blogspot.com/
http://albertohelder.blogspot.com/2008/07/torneio-inter-ncleos-de-futsal-da-apaf.html
http://albertohelder.blogspot.com/2008/12/pedro-henriques-obteve-o-grau-acadmico.html
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=384231&tema=30

domingo, 1 de fevereiro de 2009

MARIA ELIZA BARBOSA – ÁRBITRA ASSISTENTE FIFA!

Profissional. Competente. Concentrada. Bonita. Simpática. Esses adjetivos descrevem a árbitra-assistente da Fifa, Maria Eliza Correia Barbosa . Nasceu em Ituverarva, São Paulo, em 02.03.1980, filha de Antonino Inácio Barbosa e de Maria Emília Correia Barbosa. É solteira e professora de Educação Física. A entrevista que, a princípio, seria uma conversa formal aconteceu em um clima descontraído embalado pelo sorriso e pela simpatia das palavras de Maria Eliza. Atuando no mundo futebolístico há sete anos – desde 2004 na série A, vivendo um dos momentos mágicos da sua vida profissional e recém chegada do campeonato mundial sub-17, na Nova Zelândia em 2008 –, ela nos contou como o futebol entrou na sua vida, como se apaixonou pela sua profissão, os bastidores dos árbitros, seu relacionamento com os jogadores, com a torcida e a sua rotina para manter-se bem dentro do campo. -Com o Prsidente da Federação Paulista de Futebol, Dr. Marco Polo Del Nero-
Faculdade, futsal, amigos e futebol de campo foram as palavras usadas por Maria Eliza para definir o seu início como árbitra, e disse ainda que quando estava na faculdade atuava como árbitra nas partidas de futsal e que seus amigos, principalmente Cláudio Santana, foram quem a incentivaram a procurar o curso de arbitragem profissional. "Os meninos me questionavam o porquê de eu não fazer um curso de campo. Na minha família ninguém é fã de futebol... eu gostei mesmo devido ao trabalho que fazia dentro da faculdade e aí passei a estudar e correr atrás... foi assim que eu aprendi e conheci mais sobre a profissão". Falar do começo da vida profissional de uma árbitra de futebol parece tarefa difícil, mas a dificuldade maior, segundo Maria Eliza, aconteceu para as pioneiras Silvia Regina e Ana Paula. Maria Eliza nos revelou que dias antes da nossa entrevista estava conversando com Silva Regina, árbitra hoje aposentada, sobre as dificuldades no início de carreira e Silva dizia que ao entrar em campo sempre era recepcionada com a mesma pergunta: O que uma mulher veio fazer em um jogo de futebol? E que com toda segurança respondia: Eu vim bandeirar! Para Maria Eliza, não existe dúvida de que hoje a situação está bem mais fácil e ter uma mulher bandeirando uma partida também já é bem mais aceito pelo universo masculino do que antes. -Com os amigos comuns: Ana Paula Oliveira, Paulo Oliveira, Sílvia Regina e Sálvio Fagundes-
Quando o assunto foi a relação profissional com os jogadores e torcedores, ela foi objetiva e segura: "Graças a Deus eu nunca tive problema nem com torcida, nem para entrar dentro do campo... bem, tem uma história engraçada em que eu e a Ana Paula chegamos para bandeirar no Palmeiras em São Paulo e nos perguntaram quem nós éramos... nos identificamos como assistentes, mostramos as carteirinhas, mas o rapaz que estava na entrada realmente não sabia as designações da federação e não queria deixar a gente entrar, mas logo depois tudo foi resolvido. Eu nunca sofri nenhum preconceito, a não ser quando termina o jogo e as pessoas falam coisas feias, mas funcionam como desabafo e não como agressão”, afirma. A árbitra-assistente que vemos atuando nos jogos de futebol trabalha muito, viaja muito, treina muito e estuda muito. O adjetivo "muito" descreve a rotina de um árbitro atuante que precisa estar em forma, informado e sempre estudando, como confirma Eliza: "Eu moro em Ituverava, no interior de São Paulo, a 410 km da capital. Fico indo e voltando, a viagem é longa. Estou sempre estudando, treinando. Hoje em dia, assim como em outras profissões, tem que estudar mesmo, principalmente no futebol. Se não fizer tudo certinho e não se dedicar não tem espaço, tem que se desdobrar, tem que fazer inglês e tem que falar fluente. É uma busca constante!"... Participar do Campeonato Mundial sub-17 na Nova Zelândia, em 2008, marcou sua vida e a deixou sem palavras para descrever esse momento. "Não tem como explicar o que eu senti... o momento que eu recebi a minha escala, o momento que estava indo embora e o momento que fiz a final do campeonato não têm com explicar! É muito gratificante e acho que é um dos maiores reconhecimentos que uma pessoa pode ter. Não tem como explicar! Foi uma grande surpresa, eu curtia cada momento. Quando entramos no campo que tocou aquela música... nós nos falamos, ‘estamos aqui!’ Eu pensei: ‘não vai dar vou ter que chorar’. Mas aí eu e as meninas combinamos de chorar depois da medalha. Voltei muito cansada e graças a Deus tive um respaldo imenso da minha federação, porque quando eu cheguei aqui tive que fazer vários testes físicos". Antes de terminar a entrevista, tentamos descobrir para qual time de futebol ela torce, qual a posição que mais admira e se sabe jogar futebol assim como sabe bandeirar. Mais uma vez, objetiva e segura em sua resposta, disse que não torce para nenhum time de futebol. Segundo ela, o futebol nunca foi uma paixão constante entre seus familiares, mas que admira o esporte como um todo e a posição dentro do campo que mais lhe chama atenção é a de atacante: "Quem não gosta de fazer gol, né? Fica só na frente para receber (a bola) e fazer o gol". No final, confessou que prefere estar fora do campo atuando como árbitra-assistente a participar como jogadora. "Eu não sei jogar nada de futebol", afirmou Maria Eliza. Para finalizar pedimos que Maria Eliza se descrevesse dentro e fora do campo. "Meu Deus, sou péssima nisso, mas acho que é um pouco de tudo, responsabilidade, trabalho, união e fé em Deus, sempre tem que ter senão não se vai a lugar nenhum. Eu rezo todos os dias, antes de entrar no campo. Dentro do vestiário a gente reza bastante, e peço sempre a Deus que ponha suas mãos junto às minhas, porque é ali (uma decisão) que garante o resultado de uma partida".

Nota: Com a devida vénia do Voz do Apito (transcrição integral).

sábado, 31 de janeiro de 2009

NÚCLEO DE LISBOA – ACTIVIDADE TÉCNICA

Na sequência da deslocação a Torres Vedras, na noite de 22 de Janeiro, ainda deu tempo, no regresso, de dar uma saltada às modelares e bem apetrechadas instalações da sede do Núcleo de Lisboa onde decorria uma sessão técnica com o Formador Hélio Santos (para mim o mais categorizado na Cidade de Lisboa), para uma assistência interessada e atenta na matéria, tendo assistido também até ao seu final. Procedi à recolha de assinaturas de apoio à candidatura de Luís Guilherme à presidência da APAF. -Hélio Santos-
Recebido cordialmente pelo seu Presidente, Agostinho Correia e por Manuel Santos, Tesoureiro, foram-me facultados alguns dados que passo a expor: O Núcleo de Lisboa, outrora designado por Américo Barradas, foi fundado 05.07.1986 e até hoje tem realizado imensas iniciativas em prol dos seus 206 filiados (último registo), destacando-se o desenvolvimento técnico que promove, cujos resultados são francamente positivos, com vários dos seus associados em lugares cimeiros nos quadros distritais, nacionais e internacionais. Para além de levar a efeito a tradicional Festa de Natal, reunindo os seus sócios e familiares, no final de cada época, num grande convívio, atribui prémios aos seus filiados que mais se distinguiram nas rubricas de assiduidade, dedicação, juventude, prestígio, carreira e adversidade. Durante a época 2007/2008 realizaram-se 40 sessões técnicas, com o total de 2106 presenças, o que dá a média de 52 assistentes semanalmente. -Manuel dos Santos e Agostinho Correia-
Também colabora com o futebol jovem, tendo efectuado nomeações para 571 jogos de futebol de 7 (Escolas, Infantis e Feminino) e 331 para a ADESL-Associação Desportiva do Ensino Superior de Lisboa (F.11 e Futsal, feminino e masculino). -José Padinha, Agostinho Correia e Hélio Santos-
A constituição dos órgãos sociais do Núcleo, para o biénio 2008/2009: Assembleia-geral – Presidente, Luís Estrela. Vice, Carlos Sales. Secretário, Fontelas Gomes. Direcção – Presidente, Agostinho Correia. Vices, Rui Rodrigues e Pedro Ribeiro. Tesoureiro, Manuel Santos. Secretário, Nelson Henriques. Conselho Fiscal – Presidente, João Capela. Secretária, Rita Freitas. Relator, Pedro Silva.

Ver mais:

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

SOARES DIAS – MAIS UM DOS NOSSOS QUE NOS DEIXOU…

O meu filho, o Rui Fernando, ligou-me ontem, ao principio da tarde, a dar conta que este meu bom amigo tinha falecido o que me chocou, ficando bastante impressionado, pese embora se soubesse que o seu estado de saúde estava a ser importunado com gravidade, pela doença que o afectava há algum tempo. Lutou até mais poder, mas não resistiu e a sua vida esfumou-se aos 57 anos… Manuel Augusto Santos Soares Dias, de seu nome completo, nasceu em 17 de Outubro de 1951 e iniciou-se na actividade arbitral no Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Porto em 1974/75, tendo permanecido nos escalões distritais oito anos. Ascendeu à terceira categoria nacional na época 1982/83, à segunda categoria em 1984/1985 e à primeira em 1986/1987 onde permaneceu até 1996/1997, quando se retirou por limite de idade. Continuou ligado à arbitragem quer como Observador, quer como Formador. Exerceu, ainda, a função de comentador especialista do sector no jornal desportivo diário O Jogo. O funeral realiza-se hoje, dia 30, sexta-feira, da Capela Mortuária da Igreja de Mafamude (Vila Nova de Gaia), às 15H30, para o Cemitério Paroquial local. -Adão Azevedo, Manuel Nogueira, Soares Dias, José Ribeiro e Miranda de Sousa-
Expresso os mais sentidos pêsames à viúva, Dª Maria Júlia Ferreira da Silva Ribeiro Dias e a seus filhos Joana e Artur, um promissor Árbitro da 1ª categoria nacional, que muito estimo e admiro. -No auditório da Associação de Futebol de Porto-
Dou a conhecer fotos da sua vida desportiva, algumas obtidas em diversos cursos de aperfeiçoamento que frequentou, estando identificado com um ponto verde.
-Com o seu filho Artur Manuel na Marinha Grande, em Maio de 2004-

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

JARDIM DA RUA JOSÉ DURO (ALVALADE-LISBOA)

Agora sim, o jardim está muito melhor… Depois das necessárias obras eis como ficou o belo espaço que, limpo e arranjado, é uma mais-valia para os moradores e seus frequentadores…
Há que mantê-lo asseado e em condições de ser utilizado por crianças e adultos e não pelos canídeos que trazem os porcos e muito pouco civilizados dos donos pela trela. Exige-se uma fiscalização eficaz e exemplar para proteger o ambiente.
ANTES



















AGORA









quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

NÚCLEO DE TORRES VEDRAS – SESSÃO TÉCNICA

Aproveitando a minha deslocação a esta maravilhosa cidade para recolher assinaturas de apoiantes à candidatura de Luís Guilherme à presidência da APAF, aproveitei a oportunidade para saber algo mais sobre as actividades do Núcleo local. Recebido com todas as honras, o que muito me sensibilizou, Nuno Nepomuceno foi-me dizendo que o Núcleo tem aproximadamente 30 sócios, mas às reuniões, as presenças, em média, é de um terço, assim como se mantêm nos quadros nacionais os seus mais credenciados Árbitros e Observadores. As reuniões são às quintas-feiras, em sala cedida pelo Sport Clube União Torreense, e decorrem durante nove meses, excepto no defeso (Junho, Julho e Agosto). Levam a efeito os tradicionais convívios de aniversário, fim de época e festa de natal. Dão assistência efectiva aos jogos de jovens promovidos pela Câmara Municipal de Torres Vedras e da Associação de Futebol de Lisboa.











Eis os Órgãos Sociais do Núcleo de Árbitros de Futebol de Torres Vedras, fundado em 1 de Junho de 1990: MESA DA ASSEMBLEIA-GERAL: Presidente José Quitério, Vice-Presidente Frederico Lourenço e Vogal Fábio Querido.











DIRECÇÃO: Presidente Nuno Nepomuceno, Vice-Presidentes Ricardo Oliveira e Natércia Matias, Secretário Augusto Lourenço e Tesoureiro Flávio Ramos.











CONSELHO FISCAL: Presidente Vítor Oliveira, Vice-Presidente Ruben Santos e Vogal David Duarte.
Ver mais: http://naftorresvedras.blogspot.com/