quarta-feira, 7 de novembro de 2007

OS ÚLTIMOS JOGOS QUE VI AO VIVO

No Domingo, dia 28 de Outubro, pelas 15 horas, assisti no campo do Bairro de Santa Maria (Odivelas), ao encontro entre as equipas do União Desportiva e Recreativa de Santa Maria e do Grupo Desportivo da Malveira da Serra, que contava para o Campeonato Distrital da II Divisão da Associação de Futebol de Lisboa, série 3, cujo resultado final foi favorável aos da casa por 3-0.

Equipa de arbitragem: Gonçalo Santos Vieira (Árbitro), Nuno Miguel Alves Almeida e Filipe André Caeiro Santos.

No dia 3 de Novembro, Sábado, à tarde, no Complexo Desportivo de São João de Brito, presenciei, com o aluno do actual Curso de Candidatos, Helder António, ao desafio entre as turmas do Grupo Desportivo de Chelas e a Sociedade Recreativa de Albarraque, para o Campeonato Distrital da II Divisão de Juniores, série 2, vencendo a primeira por 3-1.

Equipa de arbitragem: Ricardo Jorge Duarte Sanches (Árbitro), Diogo Carlos Saramago Marques e Ricardo Jorge Rodrigues Lopes.

No dia seguinte, Domingo, às 15 horas, estive no Campo Branca Lucas, com o meu Amigo de longa data (anos 60), o Xavier da Silva, dirigente da Associação de Futebol de Lisboa, onde vimos o jogo do Campeonato Distrital da 1ª Divisão de Honra, entre o Sport Lisboa e Olivais e o Sporting Clube Encarnacense, que acabou como começou: sem golos.

Equipa de arbitragem: David António Ramos Dias (Árbitro), Ricardo Manuel Bilé Vasco e Renato Balsinha Ruivo.

Também aqui cumprimentei outros amigos e antigos árbitros de futebol, Manuel Gonçalves e João Carreira, que exercem, hoje, os cargos de Presidentes de Órgãos Sociais do clube da casa, respectivamente da Assembleia-geral e a Direcção.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

PARABÉNS BRASIL!












A FIFA escolheu bem. O Brasil merece ser a sede do 20º. Mundial, o de 2014, por tudo o que tem feito pela modalidade, quer no futebol clássico, no futebol de Praia e no Futsal a todos os níveis, onde o seu nome está gravado com letras de ouro nas mais elevadas classificações e na conquista dos mais cobiçados títulos e troféus.

Brasil, o quinto maior país do Mundo, mas o mais destacado no universo do futebol, graças ao seu deslumbrante povo, mais de 180 milhões de apaixonados pelo timão, que respira, transpira, vive, vibra e chora com o desporto-rei de forma inigualável batendo tudo e todos em querer, paixão e dedicação. E o estilo de jogo da sua selecção é um perfume maravilhoso e agradável que gostaria ver adoptado no desporto mundial hoje em dia…

Será o segundo torneio que se realizará em território pátrio, rivalizando com a Itália (1934 e 1990), França (1938 e 1998) e México (1970 e 1986). Já era tempo… Outras competições de gabarito já se efectuaram entre portas, mas uma Copa Mundial é outra loiça, como dizemos em Portugal…

Subscrevo as palavras proferidas pelo Presidente da República Federativa do Brasil Lula da Silva, que transcrevo: Somos um país com muitos problemas, mas temos uma nação acostumada a superar-se e lutar por conseguir coisas maravilhosas. Este torneio será uma delas. Realizaremos um Mundial extraordinário. O mundo do futebol, de pé, aguarda ansioso.

Haverá tempo para se preparar uma organização exemplar, já que, em termos de estádios, existem 18 cidades candidatas a albergar a competição: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiaba, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, mas só 12 é que serão as preferidas. Considero que para se constituir a equipa que irá defender as cores do Brasil será problema de fácil solução, pois o campo de recrutamento é imenso e na quantidade que felizmente impera será escolhida a qualidade, sempre bem patente nas escolhas do seleccionador da CBF.

Quanto à componente arbitragem, dou conta que não se deve esquecer este importante e imprescindível sector. Há que preparar também os Árbitros que, previsivelmente, na altura estarão em condições de serem os seus legítimos representantes, dando-lhes condições indispensáveis para desempenharem a função com dignidade, esmero e respeito, como todos queremos.

Vou desejar as maiores felicidades ao meu país irmão e aos meus Amigos brasileiros, dizendo que espero ir assistir a alguns dos jogos (mas antes de 2014 ainda quero voltar ao vosso convívio) e darei todo apoio, com a minha máxima força para que uma selecção que fale o português conquiste o primeiro lugar e a desejada Taça do Mundo.

Por fim direi que o futebol é uma força incomensurável, basta dizer que os 208 países filiados na FIFA superam os 192 que estão reconhecidos na ONU! Palavras para quê!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

FUNDÃO - ÁGUIAS MORADAL (RETROSPECTIVA-XI)


Para comemorar a chegada ao meio deste projecto resolvi, no dia 5 de Novembro do ano transacto (Domingo), ir até ao Distrito de Castelo Branco e para isso convidei o Mestre Joaquim Campos para ir comigo até ao Fundão onde se realizava o encontro entre as equipas da Associação Desportiva do Fundão e do Grupo Desportiva Águias do Moradal, que contava para o campeonato da 1ª Divisão. O grupo da casa ganhou por 1-0. Percorremos 485 quilómetros.

Equipa de arbitragem: Márcio Sebastião Martinho Lopes (Árbitro), Cláudio Alves Santos e Henrique António Cardoso Martins.

Foi também uma jornada bastante molhada, pois a chuva abundante nunca nos deixou quer na viagem, quer no Estádio Municipal. Em Castelo Branco encontrámo-nos com os nossos amigos comuns Jorge Nunes e Vítor Fernandes, respectivamente Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Castelo Branco, com quem almoçámos e fizeram o favor de nos acompanhar ao Fundão onde todos assistimos a este empolgante jogo.

domingo, 4 de novembro de 2007

FERREIRENSE - SÃO MARCOS (RETROSPECTIVA-X)

No dia 1 de Novembro de 2006, quarta-feira e feriado nacional, desloquei-me ao Estádio Municipal de Ferreira do Alentejo (tem um relvado sintético da última geração) para ver o jogo da 1ª Divisão da Associação de Futebol de Beja, entre os clubes Sporting Clube Ferreirense e o Futebol Clube de São Marcos, que ia à frente da classificação sem derrotas e alinhou com duas estrelas do futebol português: Cadete e Fernando Mendes. É verdade! Foi um gosto vê-los actuar, mas o seu esforço não chegou para contrariar a vitória do Ferreirense que se cifrou por 3-0.

Equipa de arbitragem: Filipe Manuel Coimbra Aurélio (Árbitro), António Manuel Álvaro Coimbra e João Fernando Garcia Silveira Barbeiro.

Estive a ver o jogo com o meu Amigo e Senhor José Mourão, ex-Presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Beja. Nesta viagem percorri 328 quilómetros.

sábado, 3 de novembro de 2007

TENENTE-CORONEL JACINTO MONTEZO, HOJE É ANIVERSARIANTE
















Este meu Bom Amigo, cujas qualidades humanas são um símbolo para todos nós, comemora hoje mais um aniversário natalício e aqui estou a saudá-lo com um forte e fraterno abraço de muita estima, consideração e respeito, extensivo, naturalmente, a seus familiares e amigos, desejando-lhes que passem um dia formidável e inesquecível.

Na sua vida profissional Jacinto Coito Abrantes Montezo, de seu nome completo, é o Maestro e responsável pela Banda de Música da Guarda Nacional Republicana que com os seus 125 instrumentistas é uma das mais conceituadas e antigas de Portugal. A data da sua criação remonta a 4 de Janeiro de 1838, segundo Decreto assinado pela D. Maria II.

Curiosamente a nossa amizade começou em Maio de 2005, no Luxemburgo, quando acedi ao convite do Comendador José Trindade (ver notícia do dia 24 de Agosto), para a comemoração dos 25 anos do CASA-Centro de Apoio Social e Associativo e, aí, tive o privilégio de conhecer Jacinto Montezo e os elementos do Coral da Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela, constituído por gente simplesmente estupenda, carinhosa e solidária. Um espanto! Bem-hajam por me terem recebido no vosso excepcional grupo.

Entretanto, graças ao sítio Bandas Musicais, tenho a honra de divulgar o seu longo, brilhante e inigualável currículo. Se não vejamos:

Nasceu em Santo Amador – Moura em Novembro de 1957. Começou a estudar música aos 10 anos de idade na Sociedade Musical 5 de Outubro em Paio Pires tendo passado, como executante, por diversas bandas civis.Aos 18 anos ingressa na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana. Frequentou o Conservatório Nacional, em Lisboa, onde cursou acústica, história da música, composição, trombone, cravo, educação musical e música de câmara.Em 1978 obteve uma bolsa de estudo da Jeunesse Musicale para se deslocar a Siedlece, na Polónia, onde trabalhou com maestros de nomeada como Ernest Maes. Frequentou, já em Portugal, o curso de música de câmara do professor Italiano Franco Pezullo.Em 1981 foi apurado no exame para a orquestra mundial não tendo prosseguido por razões de saúde.Embora estude direcção de orquestra desde 1978, só a partir de 1982 se dedicou à regência tendo dirigido, entre outras, as bandas de: Palmela (Loureiros), Alenquer, Lapa, Carris, Pinhal Novo e a banda e coral da Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela. Fez parte de diversos grupos de música ligeira e trabalhou com as orquestras da RDP, Teatro Nacional de S. Carlos e Ligeira do Seixal (da qual foi um dos fundadores).Em 1986 deslocou-se a Londres como responsável pela preparação artística da Charanga do Regimento de Cavalaria da GNR. Participou em Festivais Militares em Mons (Bélgica) em 1980, e em Modena (Itália) em 1995.Em 1996, a convite da Polícia de Basileia e do Consulado Geral de Portugal em Zurique dirigiu um concerto no Casino de Basileia integrado no 5º Festival Internacional de Bandas de Polícia.
Em 1997 é maestro convidado para dirigir a Harmonie Grand Ducale, num concerto de homenagem à música Portuguesa, na cidade do Luxemburgo. Em 1998 dirige três Concertos nas cidades de Differdange, Luxembourg e Vianden, no Luxemburgo, a convite da Embaixada de Portugal e das entidades Luxemburguesas.Em 2003 é galardoado com o grau de cavaleiro da Ordem Europeia do Mérito Musical e agraciado com a medalha de mérito Cultural da Câmara Municipal do Seixal.É membro da IMMS, “INTERNATIONAL MILITARY MUSIC SOCIETY” e o representante Português na WASBE, “WORLD ASSOCIATION FOR SYMPHONIC BANDS AND ENSEMBLES” e também, desde 1998, membro do júri do Concurso Internacional de Jovens Solistas a realizar anualmente no Luxemburgo.Actualmente é Chefe da Banda da GNR tendo anteriormente chefiado esta mesma banda e prestado serviço como Adjunto da Banda do Exército. Chefiou ainda a Banda da Região Militar Sul, Banda da Zona Militar da Madeira e Orquestra Ligeira do Exército.

Simplesmente Fantástico! Piramidal!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

MARIA DOS REMÉDIOS ESTÁ DE PARABÉNS






















Esta minha ex-colega no ramo de Ortopedia – onde fui profissional cerca de 10 anos – faz hoje anos e aqui estou a expressar-lhe os meus votos de feliz dia na companhia dos seus familiares: o esposo, Silvano, sua filha, Elisabete, sua neta, Beatriz, seus pais, senhor Abel e Dª Maria das Dores, seu irmão Ismael e todos os demais parentes próximos.

Aproveito para lhe fazer o elogio público pelo muito que contribuiu para a minha formação profissional naquela especialidade, que, pela sua complexidade, não foi nada fácil, ensinando-me tudo em pormenor e com rigor, razão porque nunca tive quaisquer problemas com a clientela, face a terem-se encontrado as soluções adequadas para cada caso.

Maria dos Remédios para além de ser uma exemplar empregada comercial, assídua e pontual, que cativa a clientela com a sua simpatia e profissionalismo e que com ela mantém uma relação de duradoura e forte amizade, é também uma Artista na arte de confecção em todo o género de vestuário que diga respeito ao sector. Com umas mãos de Mestra, espírito de criatividade e de excelência e o seu bom e refinado gosto pelo requinte, todos os seus trabalhos encantam tudo e todos pela admirável qualidade e cuidada apresentação. Um mimo!

Pertence desde há muito ao Grupo Coral da Igreja de São Maximiliano Kolbe (Bairro do Condado-Lisboa) e à sua Comissão de Festas, grande impulsionadora da construção da bonita Igreja de Chelas, mas (há sempre um mas…), nem tudo é perfeito, é adepta ferrenha do rival do meu clube, é do Sporting!

Aqui fica a minha respeitosa saudação com votos de felicidades e muita e boa saúde para todos!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

BALÕES DE AR – ELES “ANDEM” POR AÍ…

A propósito do 11º. Festival Internacional de Balões de Ar Quente que vai decorrer no período compreendido de 3 e 11 de Novembro e entre Lisboa e o Alentejo, a minha crónica de hoje é com “eles” relacionada. Vejamos:

É verdade! Como alguém disse um dia, eles pairam com a maior das facilidades nos mais diversos céus azuis que alindam o Planeta.

Há-os com as mais diversas cores, tamanhos e feitios. Todos eles têm o seu objectivo: ir o mais longe possível, assim haja vento favorável. Mas, mesmo que não soprem os desejados ares, pretendem manter-se no topo, mesmo que isso custe correr riscos a quem, com os pés bem assentes na terra e de boa fé, está a acompanhá-los continuamente, mesmo sem ser bombeiro ou socorrista. Lá diz o ditado português: Quanto mais alto se sobe, maior é a queda.

Este paradigma é sintomático também nalgumas áreas do nosso reino animal, onde se constata esta leviandade circunstancial nos figurões que se nos deparam, convencidos de que a sua prosápia e os seus procedimentos fazem regra, quando afinal, da matéria, só sabem mesmo é encher balões…

Só é enganado quem quer, pois a tentativa de compor o ramalhete de feitos, enfeitos e contrafeitos para se vangloriarem é logo entendido como parte negativa e integrante da condição humana, presunção que só alguns privilegiados possuem, mas que, infelizmente, até está na moda, pois temos que viver com o que temos...

Também será importante afirmar que quando não houver sustentação, velocidade, inércia e flutualidade (princípios básicos de tudo aquilo que voa), isto é, quando a coisa está a descambar, já não haverá quem olhe para as alturas pelas cãibras que afectam o pescoço de quem admirava ver balões…

Fazer mal não deve ser o princípio, o fazer bem é que deve ser a regra. Mas, por vezes, reagir, estragando ou delapidando, é, para eles, os equivocados, a norma instituída que têm na sua mente e que só sabem levar à letra.

Porquê assim? Não pensam? Será que não sabem que os outros não sabem? Será que está correcto dizer uma coisa e fazer o contrário? Falar de mais será igual a nada dizer?

Enfim, remato, dizendo: alguns, mesmo lendo as instruções, nada percebem de nada?