quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

A GUARDA NACIONAL REPUBLICANA NO ULTRAMAR - PRESENÇA EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE (1961/1974) - SEXTO E ÚLTIMO EPISÓDIO

  
 
 OS REGISTOS

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Data: 17 de agosto de 2025.
De: Manuel José Aguiar Pereira, filho de Fernando Augusto Pereira, 1º Cabo – 
1º Contingente.
Para: Alberto Helder Henrique dos Santos (AHHS).
Acuso a receção da sua mensagem e da solicitação nela contida que pretendo satisfazer na medida do possível.
Vou digitalizar nos próximos dias algumas imagens que guardo e alusivas, nomeadamente, da receção e embarque do contingente no dia 7 de junho de 1961 no aeroporto de Lisboa, de militares da GNR na cidade de São Tomé no dia 10 de junho de 1961, da inauguração do campo de futebol das Neves e de confraternizações de elementos da GNR com elementos da população civil responsáveis pelas instalações da Shell e de roças de produção de café.
 Algumas fotografias estão legendadas no verso referindo as circunstâncias em que foram tiradas e têm um carimbo do Corpo de Polícia de S. Tomé e Príncipe - Secção Rural das Neves.
 Conforme lhe referi o meu pai esteve colocado nas Neves até, pelo menos, ao verão de 1964 e depois, já na minha quarta classe, em São João dos Angolares.
 Creio que num encontro pessoal lhe poderia (eu ou a minha irmã Maria Adelaide) esclarecer dúvidas que possam subsistir  sobre questões sejam de interesse para o seu trabalho.
 Darei notícias ainda esta semana.
 Obrigado pelo seu trabalho.
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Data: 18 de agosto de 2025
De: Manuel José Aguiar Pereira, filho de Fernando Augusto Pereira, 1º Cabo – 
1º Contingente
 Para: AHHS
 Conforme nossa conversa e contacto no dia de ontem, estou a enviar fotos do meu arquivo pessoal alusivas à presença do meu pai em São Tomé e Príncipe.
 Apesar de nem todas estarem nas melhores condições, espero que possam ter alguma utilidade no contexto do meritório trabalho que tem em mãos.
 Fico ao seu inteiro dispor.
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 Data: 30 de agosto de 2025.
 DeHélio José Araújo de Barros, filho de Germano Martins de Barros, Soldado – 
1º Contingente.
 Para: AHHS.
 A pedido do meu pai, Hélio José Araújo de Barros, envio fotos e legenda do meu avô, Germano Barros, escrita pelo próprio.
Enviamos um enorme bem-haja por aquilo que está a ser desenvolvido e ficaremos muito gratos se nos informar do decorrer do projeto.
Ao dispor para qualquer ajuda de que venha a ser necessária, deixamos os nossos mais saudosos cumprimentos.
 Hélia Barros.
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 Data: 5 de setembro de 2025.
 De: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, Soldado – 
1º Contingente.
 Para: AHHS.
 Renovo os agradecimentos e reforço a boa intenção de poder colaborar no seu projeto com sucesso.
 Como tinha referido, não tenho as fotos digitalizadas, porque aguardava a oportunidade de o fazer no meu projeto (livro de memórias).
 No entanto envio 2 fotos (meu Pai com farda Nº1 e Jeep do Posto dos Angolares, eu e filho de um Guarda de nome Bulas).
 Estou ausente na província, espero regressar em finais de Setembro a zona de Lisboa e nessa altura enviarei mais fotos e informações das mesmas.
 Sempre que pretenda alguma informação relacionada com a GNR em STP ou outra de seu interesse, não hesite em contactar-me.
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 Data: 7 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António Joaquim Inverno Rocha Guerreiro, filho de Manuel Guerreiro Afonso, Soldado – 
3º Contingente. 
Pretendo contactá-lo com brevidade, por e-mail, para assunto relacionado com o senhor Manuel Guerreiro Afonso. Muito agradeço que, por favor, promova essa ligação tão depressa quanto possível. Bem-haja!
 (sem resposta)
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 Data: 8 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Maria Madalena Gonçalves Rosário Carvalho, filha de Ilídio José Botelho do Rosário, Soldado – 3º Contingente.
 Imensamente grato pela atenção de V. Exª ao me atender telefonicamente esta manhã, atitude que muito me sensibilizou.
Como disse a V. Exª, a ajuda que pretendo, para ilustrar o trabalho encomendado pelo Museu da GNR, feito por mim graciosamente, baseia-se na cedência do máximo de fotografias relacionadas com a presença de seu pai, o saudoso senhor Ilídio José Botelho do Rosário, na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, onde, como integrante do terceiro contingente (1969/1973), prestou serviço na Polícia Rural, como militar da Guarda Nacional Republicana.
Fico, pois, a aguardar as estimadas notícias de V. Exª, se possível com brevidade.
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Data: 9 de outubro de 2025.
De: AHHS.
Para: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 2º Contingente.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana a historiar a presença dos seus militares na ex-província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período da Guerra Colonial (1961/1974).
 Acontece que integrado no segundo contingente mobilizado para aquele arquipélago (1965/1969), seguiu o soldado senhor Joaquim Alves Calado, o saudoso senhor seu pai, logo venho solicitar os préstimos de V. Exª no sentido de se existirem e por favor, me facultar o maior número de fotografias que se refiram aquela presença nas mais belas ilhas africanas, atenção que muito agradeço, já que irão ilustrar o referido trabalho, prestigiando-o e valorizando-o sobremaneira.
 Sabendo que V. Exª só vai saber da existência de imagens quando se deslocar à localidade onde se encontra a senhora sua mãe, vou ficar ansioso pelas estimadas notícias de V. Exª, dentro da brevidade possível.
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 Data: 13 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Coronel Pedro Emanuel de Jesus Gonçalves, Comandante da GNR na Guarda.
 Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença da GNR em São Tomé e Príncipe, o que se verificou no período da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que fez parte do 2º contingente (1965/1969) que lá cumpriu a comissão, o Soldado Eugénio Pereira Sequeira, de Pinhel, pai do senhor José Manuel Almeida Sequeira, nascido 13 de fevereiro de 1964, com quem pretendemos falar no sentido de obter mais alguma informação da que dispomos.
Dado a pesquisa que fizemos, viemos a saber que o senhor José Manuel Almeida Sequeira, cabo-chefe 1860293, do Comando Territorial da Guarda, foi distinguido com uma medalha da GNR, em 2018. Será a mesma pessoa?
Se sim, muito gostaria de solicitar a V. Exª que, por favor, providenciasse o contacto do referido senhor Sequeira comigo, podendo utilizar o número do meu telemóvel 913 671 154, ou o meu e-mail.
Fico, pois, a aguardar a estimada resposta de V. Exª, tendo em consideração que este grande favor é por uma causa histórica e justa.
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Data: 13 de outubro de 2025.
De: Maria Madalena Gonçalves Rosário Carvalho, filha de Ilídio José Botelho do Rosário, Soldado – 
3º Contingente. 
Para: AHHS.
É com prazer que envio em anexo algumas fotografias que documentam a presença do meu pai em São Tomé. Apesar de não se encontrarem nas melhores condições e de a digitalização ter sido artesanal, efetuada com um telemóvel, espero que consigam transmitir alguma da memória e do valor histórico que encerram.
Curiosamente, em 2018 voltei a São Tomé e tive a oportunidade de visitar o Posto da Guarda, assim como a casa onde tínhamos vivido (mesmo ao lado) e de contactar com os novos habitantes (tenho fotos). Foi uma experiência marcante poder reviver esses lugares e as memórias que neles ficaram.
Permaneço inteiramente disponível para colaborar no que considerarem pertinente.
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Data: 15 de outubro de 2025.
De: AHHS.
Para: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 
3º Contingente.
Imensamente grato pela sua rápida e eficiente resposta à minha solicitação, atenção que muito me sensibilizou.
Esta espetacular coleção de postais de São Tomé é deslumbrante a todos os níveis, e vou aproveitar algumas das imagens para o trabalho que estou a desenvolver, o qual salienta a significativa missão dos militares da Guarda Nacional Republicana nas mais belas ilhas africanas, destacando, com especial ênfase, o senhor seu pai, o Sargento Vicente dos Santos Monteiro.
Também estive em São Tomé, onde cumpri o Serviço Militar Obrigatório, no período de 1964 a 1966, quando fui mobilizado para África, que me afastou (sem eu querer, claro), dos meus pais, irmãos, amigos e por aí fora!
Enfim… Agora é só saudade e recordação dum tempo ido, onde a paz, a calma, a juventude e o respeito imperavam.
Dona Ana Celeste, reitero o meu profundo agradecimento pelo seu cuidado e atenção ao corresponder desta forma surpreendente e fantástica, ao pedido que lhe fiz esta manhã.
Expresso, igualmente, o sentido agradecimento ao senhor seu irmão, José Manuel da Silva Monteiro, por se ter interessado em ajudar o projeto do Museu da GNR.
Bem hajam!
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Data: 15 de outubro de 2025.
De: AHHS.
Para: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 
3º Contingente.
Na sequência do contacto telefónico, informo, a seguir, o endereço do vídeo da visita do Presidente da República a São Tomé, no dia 28 de julho de 1970, onde julgo que o Sargento da Guarda Nacional Republicana que aparece nas imagens, em serviço, poderá ser o saudoso senhor seu pai, o ilustre Vicente dos Santos Monteiro.
Também aparece o Tenente Militão.
O vídeo tem a duração de 23 minutos e 26 segundos, mas, a vossa estimada atenção poderá ser mais cuidada a partir dos 16 minutos e 50 segundos, esperando que, no fim, haja alegria em ver tão importante personalidade.
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 Data: 16 de outubro de 2025.
 De: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 3º Contingente.
Para: AHHS.
Quero agradecer de coração por esta preciosidade de vídeos.
Pode crer que estes vídeos vão ser guardados com todo o cuidado para a posteriori...
Já vi os vídeos e de lupa! Pois muito sinceramente não consigo identificar o meu pai, nem o Militão...
Recordo-me e tenho muito presente o meu pai estaria fardado com farda de gala e jamais a paisana.
Vi todo o staff do Américo Tomás, reconheci o governador Silva Sebastião...
                                      Muito obrigado, vou voltar a ver o filme com a minha filha.
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 Data: 16 de outubro de 2025.
De: AHHS.
 Para: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 
3º Contingente.
Muito obrigado pelas suas palavras que muito me emocionaram.
 Segundo entendi, penso que não conseguiu identificar o senhor seu pai, o saudoso e ilustre Sargento Vicente dos Santos Monteiro, mas devo dizer que vi, no referido vídeo, imagens de um Sargento, fardado, com bigode e muito perto do Tenente Militão, que penso seja o senhor seu pai.
 Onde se vê com mais atenção o tal Sargento é nos seguintes minutos: 18,07 - 18,44 – 18,49 e num período mais alargado, em 19,17 a 19,30.
Também deve ver no máximo de largura (e altura) do écran.
 Assim, sugiro que volte a ver o registo e apreciar as imagens para constatar se é ou não o senhor seu pai.
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 Data: 17 de outubro de 2025.
 De: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 
3º Contingente.
 Para: AHHS.
Já vi e revi o vídeo, umas tantas vezes... efetivamente o sargento é o meu pai, sim senhor!!!
Fiquei muito admirada pela negativa da desorganização do cortejo, mas outros tempos, hoje seria impensável.
Já agora, se o senhor tiver o Facebook peça para seguir o (Guia São Tomé Edney Diogo e Ana viagens), quer um ou outro postam muita coisa de S. Tomé... Fica a dica.
Mais uma vez muito obrigada por tudo.
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Data: 17 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Ana Celeste da Silva Monteiro Azevedo, filha de Vicente dos Santos Monteiro, 2º Sargento – 
3º Contingente.
Também estou feliz por ter admirado as imagens do senhor seu pai!
O meu blog (albertohelder.blogspot.pt) também tem muita coisa de São Tomé!
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Data: 17 de outubro de 2025.
De: Ana Raquel Rodrigues de Oliveira Figueira, Museu da GNR.
Para: AHHS.
Esperando que se encontre bem, venho remeter-lhe estas fotografias magníficas que a Coronel Bispo remeteu, referente ao pai, o soldado Mário dos Santos Bispo que pertenceu ao 3. Contingente da GNR que esteve em São Tomé e Príncipe, entre 1969 e 1973.
Disse-me que foi só o conseguiu encontrar relativamente ao que lhe foi solicitado.
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Data: 17 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Ana Raquel Rodrigues de Oliveira Figueira, Museu da GNR.
Agradeço a mensagem e o rico conteúdo que a acompanha.
Confesso que continuo a considerar-me um homem muito feliz com as ajudas que tenho recebido com vista a historiar a presença da Guarda Nacional Republicana em São Tomé e Príncipe, principalmente com as imagens que chegaram agora.
Fantástica colaboração de gente que sente haver quem queira preservar o passado, a sério, glorioso e grandioso, com o seu auxílio, naquilo que vamos juntando para o êxito final.
Tenho tanta coisa para lhe mostrar e falar…
O Coronel, o chefe, já viu parte e penso que gostou.
Um dia a Raquel verá que este trabalho está cada vez mais encorpado, mais robusto, mas ainda um tanto longe do seu final, uma vez que, agora, estou a consultar as Ordens de Serviço do Comando Geral, de 1961 a 1974, e já vi os três primeiros anos, num total de 2.079 páginas percorridas “a pente fino”.
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Data: 17 de outubro de 2025.
De: AHHS.
 Para: Coronel Pedro Emanuel de Jesus Gonçalves, Comandante da GNR na Guarda.
 Cumpre-me vir agradecer penhoradamente a gentileza de V. Exª e da sua equipa em satisfazer a minha solicitação, que proporcionou o contacto com o Sargento-Mor, senhor José Manuel Almeida Sequeira, filho do Soldado senhor Eugénio Pereira Sequeira, a quem pedimos elementos relacionados com o cumprimento da missão da GNR, que se desenrolou nas mais belas ilhas africanas.
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Data: 18 de outubro de 2025. 
De: AHHS. 
Para: Luís Miranda Rei, Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado, de Torre de Moncorvo.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que, integrado no segundo contingente (1965/1969), seguiu o Soldado senhor António Manuel Rente, pai da Drª Amália Maria Rente Alagoa, professora, que exerce ou exerceu tão nobre profissão no vosso Agrupamento Escolar.
Porque pretendo falar com a excelsa senhora e saber algo mais do senhor seu pai, muito agradeço a V. Exª que, por favor e se for possível contactá-la, dar conta da minha pretensão e o meu número de telemóvel: 913 671 154.
Fico, pois, a aguardar que seja possível concretizar este meu desejo, agradecendo, desde já e profundamente, as diligências que V. Exª possa promover nesse sentido.
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Data: 18 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Jorge Gabriel Moniz Lemos, Diretor do Agrupamento de Escolas Leal da Câmara, de Rio de Mouro.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que, integrado no terceiro contingente (1969/1974), seguiu o Soldado senhor Juventino Rente Telheiro, pai da Drª Jacinta de Fátima Fernandes Rente, professora, que exerce ou exerceu a novel profissão no vosso Agrupamento Escolar.
Porque pretendo falar com a excelsa senhora e saber algo mais do senhor seu pai, muito agradeço a V. Exª que, por favor e se for possível contactá-la, dar conta da minha pretensão e o meu número de telemóvel: 913 671 154.
Fico, pois, a aguardar que seja possível concretizar este meu desejo, agradecendo, desde já e profundamente, as diligências que V. Exª possa promover nesse sentido.
(sem resposta).
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Data: 18 de outubro de 2025. 
De: AHHS.
 Para: Diana Cristina Carvalho Maneca, Responsável da Secção Distrital de Viseu da Ordem dos Solicitadores e Agentes de Execução.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que, integrado no segundo contingente (1965/1969), seguiu o Soldado senhor Delfim de Almeida Ferreira, que me parece ser pai do Solicitador senhor Delfim Costa de Almeida Ferreira, possivelmente vosso colega.
Porque pretendo falar com a tal personalidade e vir a saber algo mais do senhor seu pai, e, se assim for, muito agradeço a V. Exª que, por favor e se for possível contactá-lo, dar conta da minha pretensão e o meu número de telemóvel: 913 671 154.
Fico, pois, a aguardar que seja possível concretizar este meu desejo, agradecendo, desde já e profundamente, as diligências que V. Exª possa promover nesse sentido.
(sem resposta).
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Data: 25 de outubro de 2025.
De: AHHS.
2º Contingente.
Imensamente grato pelos telefonemas de V. Exª no dia de hoje, atenção que muito me sensibilizou.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que, integrado no segundo contingente (1965/1969), seguiu o senhor seu pai, e, por isso, vinha pedir o favor se me facultava o máximo de fotografias relacionadas com a sua comissão nas mais belas ilhas africanas.
Quanto aos contactos que V. Exª diz existirem com outras personalidades que estiveram ligadas, penso que familiarmente, aos elementos da GNR e a sua atuação em São Tomé e Príncipe é, sem dúvida, um grande avanço no meu trabalho, na procura de dados que possam valorizar o projeto, onde todos são sempre bem-vindos, e que muito agradeço que lhes transmita o número do meu telemóvel (913 671 154) ou o endereço eletrónico.
Fico, pois, a aguardar que seja possível concretizar este meu desejo, agradecendo, desde já e profundamente, as diligências que V. Exª possa promover nesse sentido.
Entretanto, irei agradecer ao Dr. Luís Miranda Rei, por ter encontrado V. Exª, uma vez que lhe solicitei esse favor, dado ter visto uma referência relacionada com V. Exª e o Agrupamento Escolas Dr. Ramiro Salgado, de Torre de Moncorvo, onde ele exerce a sua atividade de diretor.
(sem resposta).
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Data: 25 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Luís Miranda Rei, Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado, de Torre de Moncorvo.
Na sequência da minha comunicação anterior, cumpre-me vir agradecer penhoradamente a V. Exª o favor que me fez, o de ter encontrado a Drª Amália Maria Rente Alagoa, que gentilmente hoje me contactou.
Por tal situação, reitero os cumprimentos, desejando a V. Exª tudo de bom, votos extensivos a seus familiares e amigos.
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Data: 28 de outubro de 2025.
 De: Júlia Marques, neta de Maximino de Conde Passos, Soldado – 2º Contingente.
 Para: AHHS.
Chamo-me Júlia Marques e contactou  a minha mãe  para lhe enviar uma fotografia  do meu avô. Espero que esta sirva  para o seu trabalho.
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Data: 29 de outubro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Júlia Marques, neta de Maximino de Conde Passos, Soldado – 
2º Contingente.
Imensamente grato pela fotografia do senhor seu avô, o saudoso e ilustre Soldado da Guarda Nacional Republicana, Maximino de Conde Passos.
Este agradecimento é extensivo à senhora sua mãe, a Dona Bárbara Sousa Passos Marques, que me atendeu de forma superior e contribuiu para que eu receber esta excelente imagem.
Bem-haja!
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Data: 31 de outubro de 2025. 
De: AHHS.
 Para: Amália Maria Rente Alagoa, filha de António Manuel Rente, Soldado – 
2º Contingente.
V. Exª vai-me perdoar, mas, neste momento, vivo uma ansiedadezinha que me afeta um pouco, pois aguardo as imagens prometidas, tão depressa quanto seja possível V. Exª enviá-las, como se compreende.
Espero, pois, que V. Exª não leva a mal este meu desabafo, baseado somente numa forte e enorme causa justa, claro.
Entretanto, também gostaria que, por favor, me indicasse os nomes e contactos das senhoras que me disse que talvez tivessem fotografias dos seus familiares, enquanto militares da Guarda Nacional Republicana, mobilizados para cumprirem a missão de soberania, nas mais belas ilhas africanas, para as contactar no bom sentido.
Reitero o meu pedido de desculpa de abusar da bondade de V. Exª, mas o querer terminar, tão depressa quanto possível, este gigantesco, rigoroso e histórico trabalho assim me obriga a solicitar a todas as personalidades que me têm estado a ajudar, com as mais profundas e sentidas deferências.
(sem resposta).
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Data: 4 de novembro de 2025.
 De: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 
2º Contingente.
Para: AHHS.
Na minha deslocação, no último fim de semana à localidade onde reside a minha mãe (eu previamente tinha-lhe pedido que juntasse fotos ou documentação que ligasse o meu pai à sua estadia em São Tomé e Príncipe.
Ela  não encontrou qualquer foto (eu pensava que existiam) mas encontrou a nota de assentos da GNR, onde existe um louvor pela captura de um homicida em São Tomé, nesse período.
Se esse documento que  tenho comigo, tiver interesse para o seu trabalho, terei todo o gosto em  partilhá-lo consigo.
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Data: 4 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 
2º Contingente.
 Imensamente grato pela sua atenciosa resposta, assim como a enorme disponibilidade para me ajudar nesta enorme tarefa, que assumi em boa hora.
Será um enorme privilégio ter esse documento que regista a muito nobre atitude do senhor seu pai, o saudoso Joaquim Alves Calado, logo vou esperar que faça o grande favor de mo enviar.
Fico, pois, a aguardar as vossas estimadas notícias.
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Data: 5 de novembro de 2025.
2º Contingente.
Para: AHHS.
Em anexo envio a nota de assentos de meu pai, espero que seja útil.
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Data: 5 de novembro de 2025.
De: AHHS.
 Para: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 
2º Contingente.
Grato pela sua gentileza, mas, é pena que documento não está legível, como pode constatar no anexo.
Será possível melhorá-lo substancialmente, pois gostaria de publicar no trabalho que estou a realizar o louvor (só o louvor) que distingue o senhor seu pai, a nível individual?
Contudo, devo acrescentar que estou no Arquivo Histórico da Guarda Nacional Republicana a consultar toda a documentação relacionada com a presença dos seus militares em São Tomé e Príncipe.
Acontece que na Ordem de Serviço do Comando Geral, nº 290, de 12 de dezembro de 1968, está o louvor que realça os seguintes briosos e destemidos militares:
“2º Sargento Marcelino dos Santos Alves e os Soldados Joaquim Alves Calado, Bento Vaz Gomes e Eugénio Pereira Sequeira, com o seguinte texto: são louvados pelo modo que se dedicaram à descoberta do assassino de um individuo do sexo masculino, ocorrido na Roça Dona Augusta, no lugar de Fraternidade, em São João dos Angolares, na ilha de São Tomé, no dia 12 de dezembro de 1968. Excelente atuação que prestigiou a Guarda Nacional Republicana, que merece ser apontada como exemplo aos seus camaradas de armas.”
Este louvor coletivo também irá fazer parte do projeto, mas o do senhor seu pai é o mais importante para mim.
Agradeço as suas estimadas notícias.
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Data: 7 de novembro de 2025.
 De: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 
2º Contingente.
 Para: AHHS.
Voltei a digitalizar o louvor e acho que está melhor.
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Data: 7 de novembro de 2025.
 De: AHHS. 
Para: António José Neves Alves Calado, filho de Joaquim Alves Calado, Soldado – 
2º Contingente.
Está excelente, obrigado!
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Data: 13 de novembro de 2025.
De: AHHS.
 Para: Paulo Jorge Nogueira Martins dos Santos, filho de Albino Martins dos Santos, Soldado – 
2º Contingente.
Imensamente grato pelo excelente e cordial atendimento telefónico que me proporcionou no dia de hoje, enquanto expresso forte cumprimento de felicitações e de admiração ao senhor seu pai, que também esteve comigo nas mais belas ilhas africanas… Bons tempos!
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que, integrado no segundo contingente (1965/1969), seguiu o senhor seu pai, e, por isso, vinha pedir o favor se me facultava o máximo de fotografias relacionadas com a sua comissão naquele arquipélago, atenção que muito agradeço.
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Data: 14 de novembro de 2025.
 De: Paulo Jorge Nogueira Martins dos Santos, filho de Albino Martins dos Santos, Soldado – 
2º Contingente.
 Para: AHHS.
Já falei com o meu pai, o qual ficou muito agradado com a iniciativa do Museu da Guarda. Vai procurar as fotografias que tem relacionadas com o tempo de serviço em São Tomé e Príncipe e, assim que estiverem na minha disponibilidade, procederei à sua digitalização e envio por este meio.
Durante a próxima semana estarei ausente do país, mas assim que regressar contactá-lo-ei.
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Data: 14 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Paulo Jorge Nogueira Martins Santos, filho de Albino Martins dos Santos, Soldado – 
2º Contingente.
Bem-haja pela mensagem, assim como pelas boas notícias que me dá.
É uma felicidade receber a informação do senhor seu pai sobre este empreendimento o qual, irá recordar, estou certo e por toda a vida, aqueles que, ao serviço da GNR, estiveram em missão de soberania em São Tomé e Príncipe, numa altura muito crítica.
Vou então aguardar pelas imagens, que espero sejam imensas, mas se não forem, as que vierem são sempre bem recebidas e aproveitadas para ilustrar o projeto.
Faça boa viagem e até breve.
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 De: AHHS.
 Para: Dinamérico Chaves, sobrinho de Dinamérico Chaves Fernandes, Soldado – 
2º Contingente.
 Muito obrigado pela fotografia.
Se houver mais imagens ficarei à espera.
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Data: 14 de novembro de 2025.
De: AHHS.
Para: Dinamérico Fernandes, sobrinho de Dinamérico Chaves Fernandes, Soldado –
2º Contingente.
Nas pesquisas que estou a fazer para recolher o máximo de informação para o projeto, encontrei o extenso louvor ao senhor seu tio, que a seguir descrevo, esperando seja um motivo de orgulho para todos familiares.
Cônscio das necessidades de serviço e com noção perfeita do cumprimento do dever, o Soldado Dinamérico não poupou esforços para que a todo o momento o Corpo de Polícia dispusesse da quase totalidade das suas viaturas, facto que merece especial realce pelas dificuldades que teve de vencer face à escassez de meios e necessidade de assistência constante, pelo muito uso que as viaturas já têm.
 Correto, de procedimento sereno, metódico, disciplinado e disciplinador é merecedor da estima e consideração que granjeou dos seus superiores e camaradas sendo de toda a justiça salientá-lo em público louvor que lhe confiro ao deixar o Comando do Corpo de Polícia.”
 Foi publicado na Ordem de Serviço do Comando-Geral da GNR nº 238, de 15 de outubro de 1971, 
página 830.
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Data: 16 de novembro de 2025.
 De: Dinamérico Fernandes, sobrinho de Dinamérico Chaves Fernandes, Soldado – 
2º Contingente.
Para: AHHS.
Muito obrigado.
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Data: 17 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Paulo Jorge Pedro da Silva Ferreira, filho de Cecílio da Silva Ferreira, 1º Sargento – 
3º Contingente.
Imensamente grato pelo excelente e cordial atendimento telefónico que me proporcionou no dia de hoje, que muito me emocionou.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da GNR para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina daquele arquipélago, no tempo da Guerra Colonial (1961/1974).
A título de curiosidade direi que também cumpri o serviço militar obrigatório em São Tomé e Príncipe, de 1964/1966, como soldado. Acontece que, integrado no terceiro contingente (1969/1973), seguiu o senhor seu pai, e, por isso, vinha pedir o favor se me facultava o máximo de fotografias relacionadas com a sua comissão nas mais belas ilhas africanas, atenção que muito agradeço. Fico, pois, a aguardar as suas estimadas notícias, se possível com brevidade.
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Data: 17 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Ana Cristina Fernandes Rente, filha de Juventino Rente Telheiro, Soldado – 
3º Contingente.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana a historiar a missão dos seus militares nas mais belas ilhas africanas, no período da Guerra Colonial (1961/1974).
Uma vez que tive acesso ao processo do saudoso Soldado senhor Juventino Rente Telheiro, um dos agentes que integrou o terceiro contingente (1969/1973), e que o nome igual ao de V. Exª consta como sendo sua filha, venho, respeitosamente, perguntar se se confirma esta informação. Mais adianto que a data de nascimento da referida senhora, filha do referido militar, é 25 de julho de 1976 e que tem quatro irmãos.
Se assim for, e dado da necessidade de conseguir imagens para ilustrar o trabalho, pergunto se haverá hipótese de me facultar o máximo de fotografias relacionadas com aquela comissão em São Tomé e Príncipe, atenção que muito agradeço.
Seja como for, solicito o obséquio da estimada resposta de V. Exª, o que muito me honraria.
(sem resposta).
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Data: 18 de novembro de 2025.
 De: Paulo Jorge Pedro da Silva Ferreira, filho de Cecílio da Silva Ferreira, 1º Sargento – 
3º Contingente.
 Para: AHHS.
Muito obrigado pela sua mensagem tão gentil e pelas palavras que me dirigiu — foi um prazer falar consigo.
Com todo o gosto irei disponibilizar as fotografias relacionadas com a comissão do meu pai em São Tomé e Príncipe. Estou a reunir o material e enviarei tudo com a brevidade possível.
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Data: 18 de novembro de 2025. 
De: AHHS.
 Para: Maria do Céu de Oliveira Batista, filha de Aurélio de Jesus Batista, Soldado - 
3º Contingente.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana a historiar a missão dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período da Guerra Colonial (1961/1974).
Uma vez que tive acesso ao processo do saudoso Soldado senhor Aurélio de Jesus Batista, um dos agentes que integrou o terceiro contingente (1969/1973), e que o nome rigorosamente igual ao de V. Exª consta como sendo sua filha, venho, respeitosamente, perguntar se se confirma esta informação. Mais adianto que a data de nascimento da referida senhora, filha do referido militar, é 22 de dezembro de 1962 e que tem um irmão.
Se assim for, e dado da necessidade de conseguir imagens para ilustrar o trabalho, pergunto se haverá hipótese de V. Exª me facultar o máximo de fotografias relacionadas com aquela comissão nas mais belas ilhas africanas, atenção que muito agradeço.
Como curiosidade direi que também cumpri o Serviço Militar Obrigatório em São Tomé e Príncipe, como soldado do glorioso Exército português, em 1964/1966.
Seja como for, solicito o obséquio da estimada resposta de V. Exª, o que muito me honraria.
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Data: 18 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Paulo Jorge Pedro da Silva Ferreira, filho de Cecílio da Silva Ferreira, 1º Sargento – 
3º Contingente.
Espero não estar a maçá-lo, mas esta boa causa, assim me obriga. Por tal peço desculpa.
Imensamente grato pelas imagens que fez o favor de enviar, pois são um autêntico espanto, valorizando substancialmente o trabalho que estou a ultimar.
Entretanto, solicito que me confirme se as fotos que enviou são em número de 6, as quais junto para comprovar.
Será possível identificá-las, com local, data e motivo?
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Data: 18 de novembro de 2025.
 De: Maria do Céu de Oliveira Batista, eventual filha de Aurélio de Jesus Batista, Soldado - 
3º Contingente.
 Para: AHHS.
Obrigada pelo seu contacto.
Contudo, eu estou em Díli, Timor-Leste e não em São Tomé.
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Data: 19 de novembro de 2025.
 De: Paulo Jorge Pedro da Silva Ferreira, filho de Cecílio da Silva Ferreira, 1º Sargento – 
3º Contingente.
 Para: AHHS.
Junto envio mais algumas fotos com uma breve descrição. Realço que a maioria dos eventos sociais são do dia da visita do Governador, João Cecílio Gonçalves 27/11/1971.Para que exista um melhor qualidade  disponibilizo-me a facultar as fotos que acharem pertinentes para que possam de alguma forma obterem o melhor resultado possível.Para qualquer dúvida não hesite em me contactar. Estou á vossa inteira disposição.
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Data: 19 de novembro de 2025.
 De: Maria do Céu de Oliveira Batista.
 Para: AHHS.
Desculpe por não ter percebido corretamente o sentido do seu email.
Respondendo diretamente ao seu questionamento: não sou.
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Data: 19 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Paulo Jorge Pedro da Silva Ferreira, filho de Cecílio da Silva Ferreira, 1º Sargento – 
3º Contingente.
Fantástico! Muito obrigado.
Quanto à GNR pretender colocar no Museu algumas das espetaculares fotos do seu álbum, serão eles a contactá-lo, dado que, para mim, as que enviou considero-as de muito boa qualidade.
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Data: 19 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
Só hoje é que me foi possível encontrar e reunir os elementos que V. Exª solicitou em 20 de outubro de 2025, ou seja, o registo das viagens do senhor seu pai, o saudoso militar da Guarda Nacional Republicana, Fernando da Conceição Afonso, o qual, por duas vezes, cumpriu digna e honrada missão de soberania na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe.
1º CONTINGENTE
 Saída de Lisboa: 7 de junho de 1961, através dos Transportes Aéreos Militares.
Chegada a São Tomé e Príncipe: 8 de junho de 1961.
Saída de São Tomé e Príncipe: 10 de agosto de 1965, no navio “Pátria”.
Chegada a Lisboa: 19 de agosto de 1965.
Tempo de mobilização: 1.524 dias.
3º CONTINGENTE
 Saída de Lisboa: 5 de outubro de 1969, no navio “Angola”.
Chegada a São Tomé e Príncipe: 14 de outubro de 1969.
Saída de São Tomé e Príncipe: 18 de junho de 1974, por via aérea.
Chegada a Lisboa: 19 de junho de 1974.
Tempo de mobilização: 1.708 dias.
Volto a agradecer toda a disponibilidade e ajuda que V. Exª prestou a este projeto, quase em vias de ultimação, que muito me entusiasmou a prosseguir com a mesma dinâmica do primeiro dia.
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Data: 23 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
Com os melhores cumprimentos muito agradeço que me informe, por favor, se o militar da Guarda Nacional Republicana que está na imagem, que anexo, é-lhe familiar.
Fico a aguardar a sua estimada resposta.
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Data: 23 de novembro de 2025.
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
 Para: AHHS.
Realmente parece meu Pai, mas tenho dúvidas, se a foto foi tirada originalmente nesse angulo, não vejo o sinal que meu Pai tinha no nariz do lado direito. (É parecido, mas com dúvidas).
 Entretanto as divisas são pouco nítidas, mas parece ser de "CABO". Na segunda comissão já era "CABO" ao contrário da primeira comissão.
 Se esta foto for maior e tenha edifícios ou espaços, talvez poderei fazer a identificação do local ou zona e se for na zona dos Angolares ou Roça.
 Outra particularidade, estar com esse chapéu é porque estava num evento oficial, ou na presença de uma figura alta do Estado, porque seria a farda Nº1, no dia-a-dia e mesmo em serviço fora ou em Patrulha usava o Bivaque (creio que era assim).
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 Data: 24 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
Na sequência das imagens iniciais que me enviou, consegui aperceber-me das parecenças com a imagem que lhe enviei, a qual faz parte de um vídeo (mais à frente identificado), com a reportagem do Governador de São Tomé e Príncipe, Tenente-Coronel João Cecílio Gonçalves na inauguração de um melhoramento substancial para a população de Ribeira Afonso, relativamente perto de São João dos Angolares.
Mas, para se inteirar totalmente do contexto do registo, aqui vão as suas referências, solicitando que o visione e, naturalmente, seria muito interessante, que, na verdade, fosse o seu saudoso pai, o senhor Fernando da Conceição Afonso, na altura 1º Cabo da GNR, pois ficava com um registo inédito e real do seu desempenho profissional nas mais belas ilhas africanas:
Origem: RTP - Arquivos.
Tema: Inauguração do Abastecimento de água em Ribeira Afonso – Ilha de São Tomé.
Protagonista principal: Governador da Província, Tenente-Coronel João Cecílio Gonçalves.
Data: 15 de março de 1974.
Duração do vídeo: 02M44S.
Localização das 2 imagens que anexo: entre 01M34S e 01M44S.
  Volto a solicitar a sua atenciosa resposta quanto à conclusão a que chegou vendo, então, as imagens.
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Data: 24 de novembro de 2025.
 De: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
 Para: AHHS.
 Confirmo ser meu Pai, efetivamente não existe qualquer dúvida, quer no filme, quer nestas duas fotos.
 Relembro que a área territorial do Posto da GNR de Angolares, abrangia a Vila de Ribeira Afonso.
 Bem tinha a ideia de que da maneira que estava fardado só poderia ser num acontecimento importante.
Os meus agradecimentos e disponha sempre que necessário.
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 Data: 24 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Ana Raquel Rodrigues de Oliveira Figueira, Museu GNR.
 Quanto a sabermos a identificação do 1º cabo da GNR que aparece no vídeo (o senhor Fernando da Conceição Afonso), direi que foi um excelente momento que causou felicidade sem fim nos seus familiares e em mim também!
Aguardemos que, no futuro, volte a acontecer situações destas que caem sempre bem, entre pessoas com saudades dos seus ente-queridos.
Aproveito para juntar o esboço da capa do trabalho, para que o autor do desenho tenha noção da sua dimensão, sendo que será o tamanho A-4, e a cor de fundo ao gosto do criador do “boneco”.
O ponto-de-situação do projeto direi que estou à espera de mais imagens (prometidas), para que passe à fase seguinte, a ultimação, que será gratificante, pois aproxima-se o terminar de um empreendimento que me emocionou e que gostei imenso de o desenvolver, sendo a Raquel a principal culpada de tudo isto… (estou a brincar, como se entende…).
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Data: 24 de novembro de 2025.
De: AHHS.
Para: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
Obrigado pela sua mensagem de alegria, que me contagiou bastante.
Adianto que o Estimado Amigo não é o único a estar feliz em ver, no vídeo, uma personalidade tão familiar, como o senhor seu pai, o saudoso 1º Cabo Fernando da Conceição Afonso, como eu próprio, pois também sinto um envolvimento emocional e significativo desde o momento que avancei com este projeto, graças ao convite da Drª Ana Raquel Figueira, importante e valioso trunfo do Museu da Guarda Nacional Republicana.
Vamos continuar a proporcionar situações idênticas, com o mesmo entusiasmo, querer e dedicação.
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Data: 26 de novembro de 2025.
De: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
Para: AHHS.
Os meus agradecimentos e desejo que a sua incansável busca nos reviva as boas memórias do passado em São Tomé e Príncipe.
 Estou convicto que será um marco na história da GNR, uma homenagem a todos que fizeram parte bem como suas famílias e que, será para o futuro uma herança do seu trabalho e dedicação.
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 Data: 26 de novembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: António da Conceição Ribeiro Afonso, filho de Fernando da Conceição Afonso, 
Soldado/1º Cabo – 1º e 3º Contingentes.
 Uma vez mais o meu profundo agradecimento pelas palavras que me dedica, as quais são, afinal, o incentivo bastante para que este projeto tenha o êxito que merece.
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Data: 13 de dezembro de 2025.
 De: AHHS.
 Para: Pedro Allen, familiar de Benjamim José da Costa, Soldado – 2º Contingente.
 Uma saudação especial ao senhor Benjamim José Costa e sua esposa pelo seu contributo em prol da GNR, numa altura bastante crítica e, para mais, em terras estranhas e bem longínquas.
Muito obrigado por me ter atendido ontem telefonicamente, com total disponibilidade e imensa cordialidade.
Peço desculpa de não ter podido cumprir a minha promessa de lhe escrever ontem à noite, mas as circunstâncias não me foram favoráveis.
Quanto à razão do meu telefonema, resume-se no seguinte: Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos, com 83 anos de idade, e fui convidado pelo Museu da GNR para historiar a presença dos seus militares naquele arquipélago, no período da Guerra Colonial (1961/1974), com o senhor Benjamim José Costa incluído no segundo contingente (1965/1969).
O meu contacto era no sentido de saber se existem fotografias relacionadas com aquela estadia em São Tomé, para ilustrar o meu trabalho, mas depreendi que é muito difícil obtê-las pelo facto de estar distante da sua casa e não só.
Contudo, se V. Exª conseguir habilitar-me com as possíveis imagens, o que, desde já, muito agradeço, gostaria que promovesse o seu envio dentro de 20 dias, isto, porque estou já na fase de ultimação do trabalho.
Entendo, perfeitamente, a situação, logo qualquer decisão de V. Exª é bem aceite, com ou sem fotos.
Uma curiosidade: dado que também cumpri o Serviço Militar Obrigatório em São Tomé, de 1964 a 1966, estivemos, eu o senhor Benjamim, no mesmo período (parte) e no mesmo espaço ultramarino.
(sem resposta).
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 De: AHHS.
 Para: Comandante do Destacamento Territorial de Portimão da GNR.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos (de 83 anos de idade, cartão de cidadão 132937), e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos militares da GNR naquele arquipélago, no período da Guerra Colonial (1961/1974).
 Acontece que seguiu para aquele destino, incluído no segundo contingente (1965/1969), o Soldado senhor JOSÉ ANTÓNIO GONÇALVES (420/685/56) que, segundo informação recentemente recolhida, reside em Sesmarias de Cima (Portimão).
 Nesse sentido e solicitando os vossos prestimosos préstimos venho pedir a fineza de, por favor, tentar contactar a referida personalidade e dar-lhe conta de que necessito falar-lhe (ou com algum dos seus familiares) na expetativa de conseguir mais informação daquela de que disponho, atenção que muito agradeço.
 O meu contacto telefónico é o 913 671 154 (disponível a qualquer dia de semana e a qualquer hora), podendo o meu e-mail servir também de ligação.
Ficarei, então, a aguardar a estimada resposta de V. Exª, que muito me sensibilizará, tendo em conta este projeto ser uma causa justa, histórica e única.
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Data: 15 de dezembro de 2025. 
De: AHHS. 
Para: Comandante do Destacamento Territorial de Taveiro da GNR.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos (de 83 anos de idade, cartão de cidadão 132937), e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos militares da GNR naquele arquipélago, no período da Guerra Colonial (1961/1974).
Acontece que seguiu para aquele destino, incluído no segundo contingente (1965/1969), o Soldado senhor JOAQUIM ALVES MONTEIRO (425/690/58) que, segundo informação recentemente recolhida, reside no largo da Corujeira, 80, São Martinho do Bispo/Ribeira de Frades, próximo de Taveiro.
Nesse sentido e solicitando os vossos prestimosos préstimos venho pedir a fineza de tentar contactar a referida personalidade e dar-lhe conta de que necessito falar-lhe (ou com algum dos seus familiares) na expetativa de conseguir mais informação daquela de que disponho, atenção que muito agradeço.
O meu contacto telefónico é o 913 671 154 (disponível a qualquer dia de semana e a qualquer hora), podendo o meu e-mail servir também de ligação.
Ficarei, então, a aguardar a estimada resposta de V. Exª, que muito me sensibilizará, tendo em conta este projeto ser uma causa justa, histórica e única.
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Data: 16 de dezembro de 2025.
De: Capitão Tiago André Matos Silva, Comandante do Destacamento Territorial de Portimão da GNR.
Para: AHHS.
Na sequência do seu contacto, e após as diligências possíveis, cumpre-nos informar V. Exª que não foi possível localizar nem estabelecer contacto com o militar em apreço, o Soldado José António Gonçalves, alegadamente residente na área de Sesmarias de Cima, Concelho de Portimão.
Lamentamos não ser possível prestar o auxílio pretendido, não obstante reconhecermos o mérito histórico e cultural do projeto que V. Exª se encontra a desenvolver para o Museu da Guarda Nacional Republicana.
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Data: 16 de dezembro de 2025.
 De: AHHS.
Para: Capitão Tiago André Matos Silva, Comandante do Destacamento Territorial de Portimão da GNR.
 Imensamente grato a V. Exª pela eloquente resposta ao meu pedido de ajuda, destacando as palavras elogiosas ao trabalho que se está a desenvolver para valorizar o grandioso historial da Guarda Nacional Republicana.
Mais destaco e agradeço as diligências feitas pela vossa fantástica equipa, mas, é pena que o resultado não seja positivo, que plenamente entendo, dado o tempo decorrido.
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 Data: 19 de dezembro de 2025.
De: AHHS.
Para: Diretor do Centro de Audiovisuais do Exército.
Chamo-me Alberto Helder Henrique dos Santos (de 83 anos de idade, cartão de cidadão 132937), e fui encarregue pelo Museu da Guarda Nacional Republicana para historiar a presença dos seus militares na então província ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período da Guerra Colonial (1961/1974).Nesse sentido venho, respeitosamente, solicitar a V. Exª o favor de me informar se o vosso prestável Centro de Audiovisuais tem registo de algum acontecimento relacionado com a GNR naquele arquipélago e naquele período.Ficarei a aguardar a estimada resposta de V. Exª, que muito me sensibilizará, tendo em conta este projeto ser uma causa justa, histórica e única.
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Data: 22 de dezembro de 2025.
De: Paulo Jorge Nogueira Martins dos Santos, filho de Albino Martins dos Santos, 1º Cabo - 
2º Contingente.
Para: AHHS.
Junto envio uma fotografia tirada em Lisboa, presumo que junto ao cais da Rocha do Conde de Óbidos, onde estão os três militares oriundos do posto de Tondela, entre eles o meu pai (o do meio).
Envio ainda a cópia manuscrita, que me foi facultada pelo meu pai, da publicação do louvor que lhe foi atribuído.
Mais uma vez as minhas maiores desculpas pelo atraso no envio.
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Data: 22 de dezembro de 2025.
De: AHHS.
Para: Paulo Jorge Nogueira Martins dos Santos, filho de Albino Martins dos Santos, 1º Cabo - 
2º Contingente
Muito e muito obrigado pelos dois valiosos e importantes documentos que vão fazer parte do trabalho que estou a desenvolver em prol da Guarda Nacional Republicana.
Direi, dentro em breve, quando começarei a publicar este projeto no meu blog.
Festas felizes, com direção especial ao senhor seu pai, o ilustre e estimado Albino Martins dos Santos, 1º Cabo da GNR, meu contemporâneo nas mais belas ilhas africanas. 

-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-

 
  
EMBARQUE DE MILITARES DA GUARDA REPUBLICANA 
MOBILIZADOS PARA MOÇAMBIQUE (1911)
 
 

OS AGRADECIMENTOS

 

O desenvolvimento e a concretização deste projeto só foi possível graças a Drª Ana Raquel Figueira, do Museu da GNR, para quem vai o meu primeiro e forte sentimento de gratidão, já que de si partiu o convite para a sua concretização, apesar da minha relutância, pois tinha entre mãos um encargo de grande dimensão, nada mais do que, repito, historiar a competição promovida pela Associação de Futebol de Lisboa, denominada “Campeonato Distrital de Amadores”, mais tarde, a partir de 1974, “Prova de Qualificação de Seniores”, a qual ocorreu de 1962 a 1986, vinte e quatro anos de bom e emocionante futebol popular, que arrastava milhares de adeptos semanalmente aos campos de futebol (ainda de terra batida), onde os seus corações vibravam apaixonadamente pelo seu clube de bairro (e não só), prova participada por 228 equipas, que disputaram 16.250 desafios, o que resultou a marcação de 30.875 golos.  (Ai que saudades, ai, ai…). 

A tarefa envolvia o monumental registo de todos os resultados semanais entre as equipas e, no final da época, os seus vencedores, com um extra que era a agradável referência aos encontros entre os campeões de Lisboa e Porto. Enfim, estava com a “corda toda” e muito concentrado neste objetivo, mas, as circunstâncias e sentimentalismos, levaram-me a olhar para São Tomé e Príncipe, mais uma vez e de uma outra forma, dado a tarefa incidir sobre a presença dos militares da GNR nas mais belas ilhas africanas, as quais me ligam emocionalmente, há mais de sessenta anos. 

Há, claramente, que agradecer a: 

DIVISÃO DE HISTÓRIA E CULTURA DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

Superiormente dirigida pelo Coronel José Miguel Silva Vieira, e especialmente aos profissionais do grupo de trabalho do seu espetacular Arquivo Histórico, que muito me ajudaram na busca da informação importante e necessária para este compromisso, assim como todos os esclarecimentos que me proporcionaram às dúvidas que fui encontrando, e que são:

Sargento-chefe Humberto de Matos Ferreira, Drª Paula Neves, Drª Helena Marques, Dr. Ricardo Silva, Cabo-chefe Sérgio Nogueira, Cabo-chefe Luís Fernandes e Cabo Luís Almeida. 

Aqui, percorri 20.953 páginas, ou seja: “Ordens Gerais”, 7.279 e Ordens de Serviço do Comando-geral, 12.974. 

HEMEROTECA MUNICIPAL DE LISBOA

Drª Vanessa Baptista e Drª Rita Gonçalves, onde foram consultadas 3.642 folhas do jornal “A Voz de São Tomé”, semanário situacionista que ostentava nas suas páginas a frase: “Visado pela Comissão de Censura”. 

SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA

À Drª Helena Grego e ao Dr. José Silva, onde percorri 24.336 documentos do Boletim Oficial de São Tomé e Príncipe, correspondentes aos anos de 1959 a 1975. 

E AOS FAMILIARES DOS MILITARES DA GNR MOBILIZADOS PARA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Que deram enorme impulso a este empreendimento com a cedência graciosa de magníficas, preciosas e inéditas fotos e imagens circunstanciais, sem as quais este projeto ficava, garantidamente, aquém do desejável: 

ANTÓNIO DA CONCEIÇÃO RIBEIRO AFONSO (FILHO) DE FERNANDO DA CONCEIÇÃO AFONSO – SOLDADO

ANTÓNIO JOSÉ NEVES ALVES CALADO (FILHO) DE JOAQUIM ALVES CALADO – SOLDADO

BÁRBARA SOUSA PASSOS MARQUES (FILHA) E JÚLIA MARQUES (NETA) DE MAXIMINO DE CONDE PASSOS – SOLDADO

DINAMÉRICO FERNANDES (SOBRINHO) DE DINAMÉRICO CHAVES FERNANDES – SOLDADO

HÉLIO JOSÉ ARAÚJO DE BARROS (FILHO) E HÉLIA BARROS (NETA) DE GERMANO MARTINS DE BARROS – SOLDADO

JORGE MANUEL DUARTE BISPO (FILHO) E IDALINA DA GRAÇA DUARTE BISPO (FILHA) DE MÁRIO DOS SANTOS BISPO – SOLDADO

JOSÉ MANUEL DA SILVA MONTEIRO (FILHO), ANA CELESTE DA SILVA MONTEIRO (FILHA) E SANDRA CRISTINA MONTEIRO (NETA) DE VICENTE DOS SANTOS MONTEIRO – 2º SARGENTO

MANUEL JOSÉ AGUIAR PEREIRA (FILHO) E MARIA ADELAIDE AGUIAR PEREIRA (FILHA) DE FERNANDO AUGUSTO PEREIRA – 1º CABO

MARIA MADALENA GONÇALVES DO ROSÁRIO CARVALHO (FILHA) DE ILÍDIO JOSÉ BOTELHO DO ROSÁRIO – SOLDADO

PAULO JORGE NOGUEIRA MARTINS DOS SANTOS (FILHO) DE ALBINO MARTINS DOS SANTOS – 1º CABO

PAULO JORGE PEDRO DA SILVA FERREIRA (FILHO) DE CECÍLIO DA SILVA FERREIRA – 2º SARGENTO 

Para todos, o meu cordial e profundo bem-haja!

  

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